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quarta-feira, 28 de setembro de 2016
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
News : Terroristas Americanos, aterrorizam Brasil no Rio 2016
LEIA A ÍNTEGRA DA CARTA DO COMITÊ OLÍMPICO DOS EUA
Dois nadadores do time olímpico americano (Gunnar Bentz e Jack Conger) deram depoimentos às autoridades locais nesta quinta-feira, referentes ao incidente primeiramente divulgado no domingo, 14 de agosto. Seus passaportes foram liberados, e eles deixaram o Rio.
Depois de fornecer um testemunho no início da semana, um terceiro nadador (James Feigen) revisou o depoimento com a esperança de que o seu passaporte também fosse liberado assim que possível.
Trabalhando em colaboração com o Consulado dos EUA no Rio, organizamos a cooperação dos atletas com as autoridades locais e garantimos a segurança dos atletas durante o processo, mas ainda não vimos os depoimentos completos de Bentz e Conger.
No entanto, entendemos que o que eles descreveram são os eventos que muitos viram nos vídeos da câmera de segurança que foram divulgados nesta quinta. E pelo que sabemos, os quatro atletas (Bentz, Conger, Feigen e Ryan Lochte) deixaram a Casa da França, no início da manhã, num táxi em direção à Vila Olímpica.
Eles pararam num posto de gasolina para usar o banheiro, onde um deles cometeu um ato de vandalismo. Uma discussão entre os nadadores e dois seguranças que puxaram suas armas, mandaram que saíssem do táxi e exigiram uma compensação financeira dos atletas. Uma vez que os seguranças receberam o dinheiro, os quatro foram liberados para ir embora.
O comportamento desses atletas não é aceitável, muito menos representa os valores do Time Americano ou a conduta da vasta maioria de seus membros. Nós iremos revisar o caso, além de possíveis consequências aos atletas, assim que todos estivermos de volta aos Estados Unidos.
Em nome do Comitê Olímpico dos Estados Unidos, pedimos desculpas aos nossos anfitriões no Rio e aos brasileiros pelo problema causado durante o que deveria ser apenas a celebração da excelência.
A três dias do fim dos Jogos Olímpicos, nosso foco principal continua sendo o apoio aos atletas que ainda estão competindo e comemorando os resultados daqueles que já encerraram a sua participação.
ENTENDA O CASO
Primeiramente, Ryan Lochte afirmou ter sido assaltado depois de uma festa na Casa da França, na Lagoa, Zona Sul do Rio, na madrugada do domingo. O atleta, que havia sido convidado pelo brasileiro Thiago Pereira, disse que estava num táxi com os outros três atletas dos Estados Unidos quando foi abordado por bandidos armados portando distintivos falsos. James Feigen, no entanto, contou à Polícia que o homem que rendeu o táxi estava em um veículo branco antigo.
Lochte prestou depoimento no domingo à noite na Delegacia de Atendimento ao Turista (Deat), no Leblon. O atleta repetiu a versão que Feigen havia contado à polícia e disse que estava bêbado e não lembra detalhes do assalto – só os dois prestaram depoimento. Os agentes passaram a procurar o taxista que teria levado os nadadores da Lagoa à Vila Olímpica. A polícia teve acesso às imagens do posto de gasolina, onde eles pegaram o táxi, e buscou registros de câmeras de segurança que ficam no trajeto.
Imagens da chegada dos americanos à Vila Olímpica, feitas pelas câmeras de segurança no início da manhã do dia em que o roubo teria acontecido, ajudaram a alimentar dúvidas. Divulgadas com exclusividade pelo Daily Mail, elas mostram Lochte, Bentz, Conger e Feigen muito calmos depois do acontecido, segundo análises. Em seguida, o apresentador Matt Lauer, da rede de televisão americana NBC, revelou uma conversa que teve por telefone com Lochte. Segundo o jornalista, o atleta contou uma versão diferente daquela que passou em depoimento aos policiais brasileiros, mudando dois detalhes
O âncora afirmou que Lochte foi firme ao confirmar que o roubo ocorreu, negando que ele e os outros três tivessem inventado a história para encobrir um erro de comportamento. Lauer disse que o nadador contou que o táxi foi abordado por criminosos num posto de gasolina, o que foi de encontro à versão original de que os quatro teriam sido vítimas de uma falsa blitz. Lochte teria dito também que um dos criminosos não encostou o cano de um revólver em sua cabeça, mais precisamente na testa, mas que teria apenas apontado em sua direção.
Com Lochte já de volta aos Estados Unidos, na quarta-feira os outros nadadores envolvidos no caso foram impedidos de embarcar para o país. Bentz e Conger se calaram ao serem levados à delegacia do aeroporto internacional Tom Jobim para prestar depoimento – os dois foram retirados do avião, momentos antes da decolagem, por policiais civis e agentes da Polícia Federal. Após quase quatro horas na delegacia, foram liberados no início da madrugada de quinta, por volta de 1h20, e se hospedaram num hotel próximo ao Galeão. Conforme as investigações prosseguiram, os atletas confirmara que não houve roubo.
Aos 32 anos, Ryan Lochte é considerado um dos maiores atletas olímpicos de todos os tempos. Ele, no entanto, teve participação discreta na Rio 2016. Mas com o ouro do revezamento 4x200m livre – com Bentz e Conger na equipe –, alcançou sua 12ª medalha nos Jogos, tornando-se o segundo nadador com mais pódios na história. Feigen fez parte do time americano que disputou o revezamento 4x100m livre e também levou medalha de ouro.
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terça-feira, 2 de agosto de 2016
Rio 2016 : Carro atinge ciclista coreano que treinava na Vista Chinesa
Até as 12h15, não havia informações sobre o estado de saúde de Okcheol. Carro da delegação da Coreia socorreu atleta, segundo a PRF
Um atleta de ciclismo de estrada da Coreia foi atingido de por um carro perto da Vista Chinesa, na Zona Sul do Rio, na manhã desta terça-feira (2). Segundo a Polícia Rodoviária Federal, Kim Okcheol teve ferimentos leves e foi socorrido por um carro de apoio da equipe coreana.
Até as 12h25, não havia informações detalhadas sobre o estado de saúde do atleta de 21 anos.
A Estrada da Vista Chinesa, dentro do Parque Nacional da Tijuca, é muito usada por ciclistas para treinamento. Com subida íngreme, no meio da floresta urbana, bicicletas e carros têm que dividir a mesma via, que tem muitas curvas.
Coreano foi atropelado na Vista Chinesa (Foto: Polícia Rodoviária Federal)
Okcheol estava pedalando na Floresta da Tijuca (Foto: Polícia Rodoviária Federal)
Carro que atropelou coreano ficou com vidro quebrado (Foto: Polícia Rodoviária Federal)
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Rio 2016 : Não são só os uniformes: palestinos encaram problemas e até rato na Vila
Delegação segue sem parte das roupas e cogita comprar ternos para abertura. Atleta relata falhas elétricas e hidráulicas e encontro com roedor no 14° andar de um prédio
A perda de parte dos uniformes foi apenas um dos problemas enfrentados pela delegação da Palestina nos dias que antecedem a Olimpíada. A exemplo do que aconteceu com outros países, caso notório da Austrália, os palestinos encontraram acomodações longe do ideal na Vila Olímpica. Havia falhas nos sistemas elétrico e hidráulico. E uma visita surpreendente: um rato apareceu no quarto dos atletas. O curioso é que eles ficam no 14° andar de um dos prédios.
- Estive em Londres, e estava muito melhor. Tivemos problemas com hidráulica e eletricidade aqui. Não estava pronto. Estava em um estágio que parecia faltar um ano para a Olimpíada. Teve até rato no quarto, e olha que fica no 14° andar – disse o nadador Ahmed Gebrel.
Delegação da Palestina nesta terça-feira na Vila Olímpica
Segundo o atleta, a situação já melhorou bastante – ele diz estar adorando a experiência na Vila. Mas a delegação palestina segue angustiada com a falta de uniformes. Parte do material, incluindo roupa de treino, ficou retida na alfândega em Tel-Aviv, Israel – com quem a Palestina tem um conflito histórico.
A delegação já se prepara para ir às compras. Uma das preocupações é com a cerimônia de abertura. As roupas das mulheres chegaram – um alívio, já que a porta-bandeira será a nadadora Mary Al-Atrash -, mas os homens provavelmente terão ternos comprados em lojas.
- No momento, temos o uniforme das mulheres. Isso é importante, por causa da porta-bandeira. Para os homens, teríamos um terno com as cores da Palestina, em uns quadrados. Mas não chegaram. Estamos pensando em comprar uns ternos normais. Teremos que comprar – afirmou o judoca Simon Yacoub.
A Palestina pediu a ajuda do COI para resolver a situação, mas não tem grandes esperanças de contar com os uniformes em tempo para as disputas.
- Sinceramente, acho que não chegarão – lamentou Yacoub.
O país teve sua bandeira hasteada nesta terça-feira na Vila Olímpica. A Palestina tem seis atletas presentes na Olimpíada: quatro homens e duas mulheres. A nação estará representada na natação (dois competidores), no judô, no atletismo (dois competidores) e no hipismo.
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segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Rio 2016 : Rampa danificada da Marina da Glória teve erro de projeto, diz especialista
Estrutura não previa forte ondulação. Engenheiros do COI inspecionaram rampa nesta segunda. Comitê Rio 2016 prometeu que tudo ficará pronto até sexta
Rampa danificada na Marina da Glória: projeto não levou em conta ondulação
O projeto da estrutura temporária da rampa principal da Marina da Glória não considerou a ondulação provocada pela ressaca do fim de semana. Segundo uma fonte ouvida pelo GloboEsporte.com da área de engenharia náutica, houve um colapso estrutural causado pela força da água - e não do vento como inicialmente foi noticiado. A ponta da rampa que arrebentou estava fixa, e não maleável. A fonte pediu para não ser identificada. Através de comunicado, o Comitê Rio 2016 informa que não pode fazer nenhum pronunciamento sobre um possível erro de projeto, já que ainda não recebeu o laudo da empresa responsável pela estrutura.
Nesta segunda-feira, engenheiros do Comitê Olímpico Internacional (COI) avaliaram o dano. A decisão do que será feito - se ela será consertada ou totalmente trocada - será dada nesta terça. O Comitê Rio 2016 prometeu que a rampa estará pronta na próxima sexta-feira. A vela da Olimpíada do Rio começa no dia 8 de agosto.
Segundo a fonte, é possível refazer a estrutura em até três dias, reforçando a parte debaixo, soldando e colocando-a de volta para água. A ondulação mais forte aconteceu durante a madrugada de sexta para sábado.
- Não tem mistério. Com a mão de obra que eles têm podem aprontar até o fim da semana - disse.
Sem a rampa maior, velejadores precisara usar a de concreto, com pelo menos a metade da largura da que rompeu. Na hora de maior pico, por volta das 13h, houve um congestionamento de barcos. Mas como se tratava de um treino, e não de competição, não houve contratempos.
Nesta segunda-feira, engenheiros do Comitê Olímpico Internacional (COI) avaliaram o dano. A decisão do que será feito - se ela será consertada ou totalmente trocada - será dada nesta terça. O Comitê Rio 2016 prometeu que a rampa estará pronta na próxima sexta-feira. A vela da Olimpíada do Rio começa no dia 8 de agosto.
Segundo a fonte, é possível refazer a estrutura em até três dias, reforçando a parte debaixo, soldando e colocando-a de volta para água. A ondulação mais forte aconteceu durante a madrugada de sexta para sábado.
- Não tem mistério. Com a mão de obra que eles têm podem aprontar até o fim da semana - disse.
Sem a rampa maior, velejadores precisara usar a de concreto, com pelo menos a metade da largura da que rompeu. Na hora de maior pico, por volta das 13h, houve um congestionamento de barcos. Mas como se tratava de um treino, e não de competição, não houve contratempos.
Engenheiros verificam rampa danificada na Marina da Glória
Congestionamento de barcos na rampa de concreto da Marina da Glória
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segunda-feira, 25 de julho de 2016
Rio 2016 : 'Vila Olímpica não era segura', diz chefe da delegação australiana
Kitty Chiller critica duramente alojamento dos atletas
Com vazamentos de água pelas paredes em locais próximos a fios expostos, os alojamentos da Vila Olímpica no Rio não eram seguros para receber os atletas. A avaliação foi feita pela chefe da delegação australiana nos Jogos Rio-2016, Kitty Chiller, em entrevista coletiva na tarde deste domingo. Em sua quinta Olimpíada, apesar de sempre encontrar problemas nas Vilas, ela disse nunca ter visto um alojamento "nesse estágio de falta de preparo".
"Sentimos que o prédio não era seguro pela combinação de problemas ligados a eletricidade e vazamentos. Havia vazamentos significativos de água nos encanamentos. A água escorria das paredes e do chão próximo a fios e instalações elétricas. Água e eletricidade não são uma boa combinação", resumiu Kitty, medalhista em Sydney-2000 no pentatlo moderno. Após a detecção dos problemas, o Comitê Olímpico Internacional (COI) solicitou ao Comitê Rio-2016 que todos os prédios passassem por "testes de estresse" no sistema hidráulico, elétrico e de combate de incêndios.

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
NEWS : SANTA CATARINA E OUTROS ESTADOS SEGUEM EM GREVE
SANTA CATARINA
No oitavo dia de paralisação dos caminhoneiros em Santa Catarina há pelo menos 20 trechos de rodovias federais e 12 trechos de estradas estaduais fechados, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar Rodoviária (PMR).
Os caminhões ficam trancados nos bloqueios, e o transporte de cargas em Santa Catarina está afetado.
Cirurgias foram canceladas em dois hospitais do oeste do estado por falta de medicamentos, que não chegaram devido à falta de transporte. Segundo o Sindicato dos Postos de Chapecó, também no oeste, falta gasolina em 90% dos postos de combustíveis da região. A coleta de leite foi suspensa e algumas indústrias pararam a produção.
Dezenas de caminhões estão parados também em Xanxerê (Foto: PRF/Divulgação)
PARANÁ
Na tarde desta quarta-feira, a Justiça Federal proibiu a interdição de todas as estradas federais na região de Curitiba.
Um dos estados mais afetados pela paralisação dos caminhoneiros, o Paraná tem trânsito complicado nas principais estradas nesta quarta-feira (25) por causa dos protestos de caminhoneiros. No fim da manhã, havia bloqueios em mais de 50 trechos de 30 rodovias.
Com os veículos parados nas estradas, os protestos começam a refletir em vários setores da economia do estado. Nos postos de combustíveis no sudoeste e no norte, por exemplo, quase não há gasolina. E os que ainda têm alguma quantidade no reservatório cobram preços muito acima do normal. Na terça, os motoristas tiveram que enfrentar filas para abastecer.
Sem alternativas de desvio para seguir viagem, cargas de alimentos e insumos estão estragando em vários pontos de bloqueio nas estradas do sul do país. Fornecedores de frutas reclamam ainda das perdas com saques de cargas nas barreiras.
A operação do porto de Paranaguá, principal terminal de exportação de produtos agrícolas do país, também é prejudicada por causa dos protestos.
No oeste e no sudoeste do Paraná, indústrias suspenderam a coleta de leite e o abate de aves.

Caminhoneiros fazem paralisação na PR-218, em Astorga (Foto: Ramon Rosa/Arquivo Pessoal)
MINAS GERAIS
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) cumpriu, nesta quarta-feira, a determinação da Justiça Federal de Minas Gerais para liberação de todas as rodovias federais que cortam o estado.
Porém, ainda há bloqueios parciais na MG-050, na altura do km 142, em Divinópolis, e no km 86, em Itaúna.
Os protestos dos caminhoneiros nesta semana afetaram a produção de veículos na Fiat. Segundo a assessoria de imprensa da empresa, devido à falta de peças que não foram entregues, não é possível retomar a produção, e turnos foram suspensos.
A paralisação no Centro-Oeste de Minas provocaram reflexos nos postos de combustíveis. Em Oliveira, pelo menos três já confirmaram que estão fechados e outros têm quantidade mínima para abastecimento.
No Triângulo Mineiro, um alarde por parte da população levou moradores de Rio Paranaíba e São Gotardo, a formarem filas nos postos de combustíveis. Nesta quarta-feira, chegou a faltar combustível em estabelecimentos dos dois municípios.

Protesto na BR-381 em trecho próximo a Betim, nesta terça-feira (24) (Foto: Reprodução/TV Globo)
CEARÁ
No Ceará, o protesto se concentra na BR-116, onde um caminhoneiro foi preso ao tentar furar o bloqueio. Na tarde desta quarta-feira, a Justiça Federal determinou que os caminhoneiros desobstruam as rodovias federais do estado imediatamente.
Caminhões fecham a via desde terça-feira, nos dois sentidos, a partir do km 15, na Região Metropolitana em Fortaleza. Apenas veículos pequenos, de emergência e caminhões com carga viva podem passar.
O protesto causou congestionamento pela manhã no município do Eusébio, Região Metropolitana de Fortaleza. O trecho é um dos principais acessos à capital cearense e com intensa movimentação de cargas, já que a rodovia liga o Ceará ao Rio Grande do Sul.

No Ceará, protesto dos caminhoneiros deixa
congestionamento na BR-116 (Foto: TV Verdes Mares/Reprodução)
No oitavo dia de paralisação dos caminhoneiros em Santa Catarina há pelo menos 20 trechos de rodovias federais e 12 trechos de estradas estaduais fechados, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar Rodoviária (PMR).
Os caminhões ficam trancados nos bloqueios, e o transporte de cargas em Santa Catarina está afetado.
Cirurgias foram canceladas em dois hospitais do oeste do estado por falta de medicamentos, que não chegaram devido à falta de transporte. Segundo o Sindicato dos Postos de Chapecó, também no oeste, falta gasolina em 90% dos postos de combustíveis da região. A coleta de leite foi suspensa e algumas indústrias pararam a produção.
Dezenas de caminhões estão parados também em Xanxerê (Foto: PRF/Divulgação)
PARANÁ
Na tarde desta quarta-feira, a Justiça Federal proibiu a interdição de todas as estradas federais na região de Curitiba.
Um dos estados mais afetados pela paralisação dos caminhoneiros, o Paraná tem trânsito complicado nas principais estradas nesta quarta-feira (25) por causa dos protestos de caminhoneiros. No fim da manhã, havia bloqueios em mais de 50 trechos de 30 rodovias.
Com os veículos parados nas estradas, os protestos começam a refletir em vários setores da economia do estado. Nos postos de combustíveis no sudoeste e no norte, por exemplo, quase não há gasolina. E os que ainda têm alguma quantidade no reservatório cobram preços muito acima do normal. Na terça, os motoristas tiveram que enfrentar filas para abastecer.
Sem alternativas de desvio para seguir viagem, cargas de alimentos e insumos estão estragando em vários pontos de bloqueio nas estradas do sul do país. Fornecedores de frutas reclamam ainda das perdas com saques de cargas nas barreiras.
A operação do porto de Paranaguá, principal terminal de exportação de produtos agrícolas do país, também é prejudicada por causa dos protestos.
No oeste e no sudoeste do Paraná, indústrias suspenderam a coleta de leite e o abate de aves.
Caminhoneiros fazem paralisação na PR-218, em Astorga (Foto: Ramon Rosa/Arquivo Pessoal)
MINAS GERAIS
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) cumpriu, nesta quarta-feira, a determinação da Justiça Federal de Minas Gerais para liberação de todas as rodovias federais que cortam o estado.
Porém, ainda há bloqueios parciais na MG-050, na altura do km 142, em Divinópolis, e no km 86, em Itaúna.
Os protestos dos caminhoneiros nesta semana afetaram a produção de veículos na Fiat. Segundo a assessoria de imprensa da empresa, devido à falta de peças que não foram entregues, não é possível retomar a produção, e turnos foram suspensos.
A paralisação no Centro-Oeste de Minas provocaram reflexos nos postos de combustíveis. Em Oliveira, pelo menos três já confirmaram que estão fechados e outros têm quantidade mínima para abastecimento.
No Triângulo Mineiro, um alarde por parte da população levou moradores de Rio Paranaíba e São Gotardo, a formarem filas nos postos de combustíveis. Nesta quarta-feira, chegou a faltar combustível em estabelecimentos dos dois municípios.
Protesto na BR-381 em trecho próximo a Betim, nesta terça-feira (24) (Foto: Reprodução/TV Globo)
No Ceará, o protesto se concentra na BR-116, onde um caminhoneiro foi preso ao tentar furar o bloqueio. Na tarde desta quarta-feira, a Justiça Federal determinou que os caminhoneiros desobstruam as rodovias federais do estado imediatamente.
Caminhões fecham a via desde terça-feira, nos dois sentidos, a partir do km 15, na Região Metropolitana em Fortaleza. Apenas veículos pequenos, de emergência e caminhões com carga viva podem passar.
O protesto causou congestionamento pela manhã no município do Eusébio, Região Metropolitana de Fortaleza. O trecho é um dos principais acessos à capital cearense e com intensa movimentação de cargas, já que a rodovia liga o Ceará ao Rio Grande do Sul.
No Ceará, protesto dos caminhoneiros deixa
congestionamento na BR-116 (Foto: TV Verdes Mares/Reprodução)
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domingo, 16 de fevereiro de 2014
Verão : Preços nas alturas por toda a cidade fazem surgir o ‘Verão da farofa’
Um balanço dos preços abusivos de produtos triviais no rio, das explicações de quem os vende e de como o carioca dribla esta alta
RIO - O caju não é mais o amigo de outrora. O brasileiríssimo fruto com dez centímetros de pura suculência está custando R$ 5 — a unidade.
— É que o caju vem de avião lá do Piauí. Além do frete ser caro, trata-se de uma fruta delicada, correndo-se o risco de parte do lote ser perdida na viagem — justifica-se Osvaldo Rodrigues Meira, diante de uma freguesa de pé em frente à sua barraca, na Cobal do Leblon.
Mas não é só pelos R$ 5. Além de frutas tropicais, outros itens da “cesta básica” carioca — definida nesta reportagem como um conjunto de produtos triviais consumidos no dia a dia, que podem ser encontrados em diferentes lugares da cidade — andam custando pequenas fortunas. É o tipo de coisa que não dá nem para botar a culpa na alta do dólar: água de coco a R$ 7, sorvete de casquinha a R$ 11, frango de padaria a R$ 29, Havaianas a R$ 38,80, biquíni a R$ 460.
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sábado, 15 de fevereiro de 2014
Política : Cuba premia comunistas mais dedicados
Defensores do regime ganham do governo moradia em condomínios fechados com 'regalias' que contrastam com a realidade da maioria dos cubanos
Damien Cave* - The New York Times/O Estado de S.Paulo
Nos esplêndidos bairros desta cidade dilapidada, antigas mansões estão sendo reformadas com ladrilhos importados. Homens de negócios saem para comer sushi e voltam para casa a bordo de resplandecentes Audis. Agora, na esperança de se perpetuar, o governo está erguendo algo especial para si próprio: um conjunto residencial chamado Projeto Granma, com centenas de confortáveis apartamentos em um complexo fechado que terá escolas e cinemas.
"Há 29 anos, ganhávamos o que podia ser considerado um bom salário. Mas o mundo mudou", afirmou Roberto Rodríguez, de 51 anos, há muito tempo funcionário do Ministério do Interior e um dos primeiros a se mudar para o condomínio.
Cuba está em um período de transição. As revisões econômicas dos últimos anos subverteram as ordens de classe e de status estabelecidas, permitindo que os cubanos tenham pequenas empresas ou acesso a capital estrangeiro para ascenderem mais que muitos comunistas zelosos. À medida que esses novos rumos com vistas ao prestígio se abrem, desafiando o antigo sistema da obediência premiada, o presidente Raúl Castro redobra seus esforços para recompensar cidadãos fiéis e preservar sua lealdade.
O Projeto Granma e as "cidades militares" do mesmo tipo, que estão surgindo em todo o país, são formados por edifícios em estilo caribenho que lhes servem de garantia, reservados para os mais ardorosos defensores da Revolução Cubana, de 1959: as famílias ligadas aos militares e aos funcionários do Ministério do Interior. Com seus terraços, ares-condicionados e pinturas novas, os apartamentos premiam oficialmente essa classe média e são um sinal da nova economia híbrida de Cuba, na qual o Estado às vezes pode competir com empresas privadas.
A habitação é apenas um dos exemplos da influência cada vez maior das Forças Armadas no plano que Raúl idealizou para Cuba. Analistas afirmam que, no curto prazo, o presidente depende dos militares para aprovar mudanças e manter a estabilidade enquanto se dedica às suas experiências de liberalização econômica.
Entretanto, sua dedicação duradoura de soldado - além da atuação como ministro da Defesa por 49 anos - ameaça engessar mais uma instituição que muitas vezes minou mudanças que ameaçavam seu status privilegiado. "Eles (os militares cubanos) são os únicos que o seguirão se a reforma for bem-sucedida - ou mesmo se ela falhar", afirmou Hal Klepak, estudioso canadense que pesquisa as Forças Armadas cubanas.
Raúl e seu irmão, Fidel, desde seu passado guerrilheiro, sempre recorreram aos militares quando precisaram. Nos anos 60 e no início dos 70, quando os profissionais de Cuba abandonaram o país, oficiais em roupas civis mantiveram os ministérios funcionando e estatizaram as indústrias. A partir dos anos 90, depois da queda da União Soviética, as Forças Armadas sofreram um corte violento de pessoal - de um pico de 200 mil homens, para cerca de 55 mil. O excedente, entretanto, foi absorvido pela economia cubana.
Na presidência, Raúl acelerou o crescimento de uma oligarquia militar, como alguns estudiosos a definiram. O presidente da Comissão de Política Econômica, Marino Murillo, é um ex-oficial. O maior conglomerado estatal de Cuba, a Cimex, que, entre outras coisas, processa as remessas de moeda estrangeira dos cubanos residentes no exterior, é dirigido pelo coronel Héctor Oroza Busutin. O general Luis Alberto Rodríguez, genro de Raúl, é o mais alto executivo da holding dos militares, conhecida como Gaesa, que controla de 20% a 40% da economia cubana.
Mas, segundo os especialistas, entre as classes média e inferiores, a estima e a relativa riqueza se deterioraram. Os oficiais de carreira agora muito provavelmente têm amigos ou parentes que moram no exterior ou que visitam Miami e frequentemente regressam à ilha com iPhones ou roupas novas que não podem ser encontradas nas lojas antiquadas do Estado.
Ao mesmo tempo, membros das Forças Armadas são obrigados a declarar todas as remessas que recebem e não têm permissão para manter "contatos não autorizados" com estrangeiros ou cubanos que vivem no exterior. "Isso acabou produzindo uma migração de pessoas talentosas do setor estatal para o privado", disse Fernando Dámaso, de 75 anos, coronel da reserva que escreve um blog em que frequentemente critica o governo. "A maioria dos que estão nas Forças Armadas viu sua qualidade de vida cair em comparação à de um balconista ou de alguém que tem uma pequena empresa."
Segundo funcionários do governo, o orçamento do Exército para construções mais que dobrou desde 2010. Somadas ao Ministério do Interior, as Forças Armadas agora são a segunda maior entidade de Cuba no setor da construção. O Projeto Granma - que tem o nome da embarcação que levou Fidel do México a Cuba o início ao movimento revolucionário - é uma das novas incorporadoras militares para a construção de habitações em todo o país. Seu equivalente em Santiago de Cuba, onde começou a revolução, tem sido alvo de críticas dos cubanos que sobrevivem em casas danificadas pelo furacão Sandy. Mas, em sua tentativa de se rivalizar com o setor privado - ou com outros países - não por acaso as cores e a arquitetura do Granma, no mesmo bairro que Raúl chama de lar, dão a impressão de um complexo de apartamentos da Flórida.
Às suas margens, há um campo de futebol. Dentro da área do condomínio, as lâmpadas de iluminação pública ao longo das calçadas que se assemelham a clássicos lampiões de gás, enquanto os carros, outra benesse, lotam os estacionamentos. Num edifício de arcos arredondados, onde serão construídos um cinema, um mercado e uma clínica médica, um dos engenheiros do projeto disse que o Granma significará um lar para milhares de pessoas. "É uma coisa necessária", disse Rodríguez, o oficial que foi um dos primeiros a chegar ao Granma.
Mas, na gangorra que define a política econômica de Cuba nos dois últimos anos, o governo frequentemente lutou para estabelecer quando deveria permitir o funcionamento do mercado e quando proteger o establishment comunista.
"Se você tem um negócio dirigido por militares, quando há uma transição, não demitirá essas pessoas", disse Dámaso. "É uma maneira de preservar um espaço para os poderes estabelecidos numa futura sociedade cubana."

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Vergonhoso: Atualização do Google Maps leva usuários a erros
Serviço de mapeamento da gigante da internet tem falhas na hora de informar a localização de vias importantes do Rio
Sistema usa apenas o nome oficial de estradas, ruas e avenidas
Visualmente, a posição está correta, mas a indicação do bairro está errada: o Google Maps cita o Viaduto Saint Hilaire em Bonsucesso - Reprodução da internet
RIO - Não se deve confiar num mapa a ponto de esquecer que ele é apenas uma representação da realidade. A confiança excessiva na tecnologia pode resultar em armadilhas inesperadas. Isso pôde ser visto na recente atualização — de 11 de dezembro — do serviço Google Maps para o Rio de Janeiro, bíblia do direcionamento de usuários de tablets e smartphones. E isso em alguns endereços emblemáticos da terra carioca. Essa atualização finalmente traz a Via Binário do Porto, na Zona Portuária, inaugurada em 2 de novembro. Só que perdeu algumas das principais vias da cidade. O Túnel Rebouças não fica nem no Rio Comprido, nem no Cosme Velho nem no Humaitá — mas no Maracanã. O Túnel Zuzu Angel, na Gávea, pode ser encontrado em Campo Grande, onde há, na verdade, uma Rua Zuzu Angel.
Gasômetro sumiu
O Viaduto Saint Hilaire, que dá acesso ao Túnel Rebouças pelo Humaitá, foi parar em Bonsucesso. A Rua Humaitá surge em dois bairros: no que lhe dá nome e em Colégio, na Zona Norte do Rio. Já a Linha Vermelha (Avenida Presidente João Goulart) tem um trecho em Honório Gurgel, na Zona Norte. E a Ponte Rio-Niterói (oficialmente Ponte Presidente Costa e Silva), antes nos bairros Caju e Ilha da Conceição, aparece identificada no bairro de Paciência. E o Viaduto do Gasômetro, no Caju, sumiu.
Curiosamente, apenas os bairros estão errados. Os mapas não mudaram, nem as referências por GPS. A Ponte Rio-Niterói ainda cruza a Baía de Guanabara. O problema é a designação do bairro que o Google aplica aos pontos. A situação é tão insólita que o Maps informa que a Ponte fica, ao mesmo tempo, no mar (conforme a imagem) e em Paciência (endereço informado). Ao pedir uma rota da ponte até Paciência, o primeiro caminho planejado tem 73,1 quilômetros, já que o bairro fica do outro lado do Rio de Janeiro, e o motorista deve atravessar quase toda a Avenida Brasil. Outro trajeto sugerido é pela Rodovia Presidente Dutra e em seguida por vias internas de Comendador Soares e Cabuçu, numa rota de 86,9 quilômetros.
Apesar disso, os aplicativos de trânsito que usam os sistemas do Google Maps, como o VaiRio, do GLOBO, ou o Waze, que atualmente pertence ao Google, não foram afetados. A confusão também não chegou a influenciar o sistema de mapas do Centro de Operações Rio (COR), parcialmente baseado na ferramenta, afirma Pedro Junqueira, chefe-executivo do órgão:
— O Google é a base do nosso mapa. Nosso aplicativo, o Geoportal, pode ser visualizado de duas formas: com mapas do Google ou do Instituto Pereira Passos (IPP). Trabalhamos com essa duplicidade porque, geralmente, uma área está mais atualizada em um mapa que em outro. Por isso, a confusão do Google não chega a impactar nosso sistema.
Apelidos são ignorados
O serviço também patina por causa dos “apelidos” de algumas vias cariocas. A procura por Linha Vermelha encontra a “Estação Dom Pedro II”, em São Paulo, ou a “Rua Linha Vermelha Félix Cheim, Otton Marins, Espírito Santo”. Para encontrar a pista que liga o Centro à Baixada Fluminense é preciso digitar Via Expressa Presidente João Goulart, seu nome de batismo. Acontece o mesmo com a Radial Oeste, que, para o Google Maps, é uma avenida de Itajaí, Santa Catarina — e não a pista que margeia o Maracanã, batizada oficialmente (como o Google informa) Avenida Presidente Castelo Branco.
Em nota, o Google informa apenas que lançou no último dia 11 no Brasil seu projeto Ground Truth. Em seu blog, a empresa explica: “Com os dados do Ground Truth, podemos aprimorar o mapa de um país mais rapidamente, para que reflita o mundo em constante mudança”. Também foi relançado o Map Maker, com sua função “Informe um problema”, que permite que os usuários contribuam com informações.
Atualização pode demorar
A empresa afirma também que, antes das mudanças, usava a base de dados de um parceiro contratado. Agora utiliza informações oficiais, combinadas com imagens de satélites e do próprio Street View. E pede que os usuários colaborem com as localizações corretas, a fim de corrigir os problemas. Entretanto, segundo a empresa, “algumas atualizações podem levar até um mês”.
— O mundo está ficando colaborativo. Ninguém quer mais ser o sabedor de tudo (sozinho). Ao pedir para receber as informações dos usuários, o Google mostra que está tentando se atualizar — comenta Pedro Junqueira.
Não é a primeira vez que o Google Maps fica na berlinda. Quando começou a reforma na Zona Portuária, em 2011, o serviço mostrava imagens da região intactas, apesar de várias ruas estarem fechadas.
Mapa da Google é a vergonha Nacional no Brasil, pois todas as cidades tem problemas de mapeamento, então nunca confie nos mapas da Google.
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Vergonha Nacional : Jornais estrangeiros estampam nas capas briga de torcedores brasileiros
"ESSE É O PAÍS DA COPA DO MUNDO"
'L'Equipe', da França, destaca confronto no jogo entre Atlético-PR e Vasco, no alto
de sua edição desta segunda: 'Cenas alarmantes a seis meses da Copa do Mundo'
O "L'Equipe", da França, abriu espaço nobre, no alto da primeira página, com a manchete: "Incidentes violentos no Brasil". Com a foto de um torcedor do Vasco tendo a camisa rasgada por um do Atlético-PR, faz referência aos hospitalizados, define como "luta terrível" e lembra a proximidade da Copa do Mundo de 2014 no país: "Cenas alarmante seis meses de Copa do Mundo".
Na Espanha, o jornal "Marca" abriu uma grande foto de um torcedor caído levando um pisão duplo no rosto. A manchete definiu o caso: "Isso não é futebol, é barbárie".
Capa do jornal francês L'Equipe destava em vermelho, perto de seu nome, a briga em Joinville: "Incidentes violentos no Brasil" (Foto: Reprodução)
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quinta-feira, 17 de outubro de 2013
News: Preço do PS4 no Brasil gera indignação, vira piada e motiva até criação de petição on-line

Será que este conceito de PS4 dourado vale R$ 4 mil? (Reprodução/Kingx)
Os brasileiros muito esperaram a divulgação do preço do novo console de games da Sony no país. Até que, nesta quinta-feira (17), veio o baque: o PlayStation 4 vai custar R$ 3.999 no Brasil, quase o dobro do rival Xbox One.
O valor do PS4 no Brasil conseguiu superar em quase R$ 1.600 o do console na Argentina, que era o mais caro do mundo até pouquíssimo tempo atrás. (Não é só no futebol que a gente ganha, rarará!)
Nos EUA, o videogame sairá por US$ 399, o que equivale a R$ 866 (sem impostos).
É claro que isso não agradou a ninguém que estava esperando comprar o aparelho quando ele chegasse ao Brasil, em 29 de novembro. Misturando bom humor e indignação, a reação negativa das pessoas tomou conta das redes sociais.
É claro que isso não agradou a ninguém que estava esperando comprar o aparelho quando ele chegasse ao Brasil, em 29 de novembro. Misturando bom humor e indignação, a reação negativa das pessoas tomou conta das redes sociais.
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