Publicidade:

Mostrando postagens com marcador Copa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Copa. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Copa do Mundo : Diretrizes para retransmissão das imagens são divulgadas pela Fifa

Confira a íntegra do documento com as recomendações da entidade para o território brasileiro durante a Copa do Mundo de 2014


Pôster copa do mundo 2014 (Foto: Fifa.com)A Fifa divulgou as diretrizes para a retransmissão de imagens da Copa do Mundo de 2014, para fins jornalísticos no território brasileiro.
O torneio começa em 12 de junho, na Arena Corinthians, em São Paulo, em jogo de abertura com o Brasil, anfitrião do torneio. A final está marcada para o dia 13 de julho, no Maracanã, no Rio de Janeiro.
As diretrizes da Fifa estão no texto abaixo:
De acordo com a Lei Federal nº 12.633, de 5 de junho de 2012 (a “Lei”), a FIFA deve disponibilizar imagens audiovisuais  dos jogos, cerimônias e sorteio oficial da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™ (sendo cada jogo, cerimônia ou sorteio oficial denominado individualmente por “Evento”).
De acordo com a Seção III da Lei, a FIFA é a titular exclusiva de todos os direitos relacionados às imagens, aos sons e às outras formas de expressão dos Eventos, incluindo os direitos de explorar, negociar, autorizar ou proibir as suas transmissões ou retransmissões.
Sem prejuízo dos direitos acima, a FIFA deve disponibilizar imagens audiovisuais de flagrantes dos Eventos aos veículos de comunicação interessados em sua retransmissão destinada à inclusão em noticiário, com finalidade informativa, sujeito às Diretrizes da FIFA dispostas abaixo.
A FIFA indicou a GLOBO COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A. (“TV Globo”) para administrar a disponibilização de flagrantes de imagens dos Eventos por meio de um programa de autorização Toda e qualquer solicitação dos veículos de mídia interessados em receber os flagrantes de imagens dos Eventos (“Empresa(s) de Mídia”) deve ser feita à TV Globo (através do contato indicado ao final dessas Diretrizes) até 72 (setenta e duas) horas antes da realização do Evento em questão.
DURAÇÃO & JANELA DE RETRANSMISSÃO
- A TV Globo deve disponibilizar 6 (seis) minutos de imagens audiovisuais dos principais momentos de cada Evento, em formato a ser escolhido pelas Empresas de Mídia (alta definição (HD) ou definição padrão (SD)) (o “Material Fornecido”), até 2 (duas) horas após o fim do Evento.
- Uma vez recebido o Material Fornecido, qualquer retransmissão deverá respeitar as seguintes condições: (i) no máximo 30 (trinta) segundos, no caso de o Evento ser uma cerimônia e (ii) no máximo 3% (três por cento) da duração da partida, no caso de o Evento ser uma partida (“Material Selecionado”). Por exemplo, a retransmissão do Material Selecionado de (a) uma partida de 90 (noventa) minutos deverá ser limitada a 2 (dois) minutos e 42 (quarenta e dois) segundos e (b) de uma partida de 120 (cento e vinte) minutos deverá ser limitada a 3 (três) minutos e 36 (trinta e seis) segundos.
- As retransmissões do Material Selecionado poderão ter início a partir do recebimento do Material Fornecido e poderão ser feitas por um período de 48 (quarenta e oito) horas contadas do primeiro horário em que for disponibilizado pela TV Globo. Decorrido o referido prazo, todas as retransmissões do Material Selecionado, inclusive em websites, deverão ser encerradas ou removidas.
- A única exceção à limitação acima é a possibilidade de a Empresa de Mídia exibir uma única vez na semana, dentro de um único programa jornalístico semanal regular, o Material Selecionado dos Eventos realizados nos sete dias imediatamente anteriores, sendo que, nesta hipótese, a duração total limitada a 3 (três) minutos valerá para o somatório de imagens de todos os Eventos.
PROGRAMAS & PLATAFORMAS
- A retransmissão dos flagrantes de imagens deve ser para fins exclusivamente informativos dentro de um contexto de noticiário. O Material Selecionado poderá ser exibido tão somente em programas jornalísticos regulares das Empresas de Mídia, e não em programas de entretenimento e/ou em documentários, por exemplo. As Empresas de Mídia não poderão criar novos programas jornalísticos específicos sobre os Eventos em suas grades de programação e não poderão utilizar o nome dos Eventos e/ou fazer referência aos Eventos nos títulos dos programas jornalísticos.
- A retransmissão poderá ocorrer somente em plataformas que sejam distribuídas exclusivamente no Brasil. Não é permitida a retransmissão fora do Brasil em qualquer circunstância. A retransmissão do Material Selecionado na internet poderá ser feita somente em programas jornalísticos lineares e regulares dos websites e desde que sejam utilizadas medidas eficazes de geo-blocking para o território brasileiro. A FIFA e a TV Globo reservam o direito de solicitar às Empresas de Mídia a comprovação do uso de um sistema de geo-blocking adequado.
- As Empresas de Mídia devem estar aptas a comprovar à TV Globo que são empresas genuínas de comunicação devidamente registradas no Brasil.
USO DAS IMAGENS
A licença autoriza o uso do Material Selecionado exclusivamente nos canais pertencentes às Empresas de Mídia. A única exceção diz respeito ao uso também pelas afiliadas de rede das Empresas de Mídia que tenham distribuição nacional, as quais deverão:
i)    se responsabilizar por observar todas as Diretrizes da FIFA; e
ii)    usar em seus programas jornalísticos locais o mesmo Material Selecionado utilizado e exibido pela Empresa de Mídia que for sua cabeça-de-rede, sendo proibido o uso outras imagens do Material Fornecido (e não utilizado pela cabeça-de-rede. Cabe ressaltar que as afiliadas de rede poderão produzir matérias jornalísticas diferentes das exibidas pela sua cabeça-de-rede, desde que utilizado o mesmo Material Selecionado.
- É terminantemente vedado às Empresas de Mídia fazer qualquer associação entre os Eventos e/ou o Material Selecionado com quaisquer produtos ou serviços.
- As Empresas de Mídia não podem exercer, organizar, aprovar, manter ou apoiar qualquer atividade de patrocínio, promoção, propaganda ou marketing imediatamente antes, durante ou após a exibição do Material Selecionado, que possa, de qualquer maneira, implicar uma associação entre marcas, produtos ou serviços de terceiros com o Material Selecionado com os Eventos, a FIFA. Qualquer uso das marcas, logos e/ou mascotes da FIFA ou quaisquer outros símbolos oficiais é estritamente proibido.
- As Empresas de Mídia não podem manipular, editar ou alterar o conteúdo do Material Selecionado de qualquer forma, incluindo, a titulo exemplificativo, inserção de crawlers, sobreposições de qualquer espécie, divisão de tela, supressão ou ocultação de créditos, etc.
- As Empresas de Mídia não poderão utilizar qualquer material obtido de qualquer fonte, nacional ou internacional (ex: canais e/ou agências internacionais), que não seja da TV Globo.
Para obter uma licença para o recebimento do Material Fornecido dos Eventos, é necessário entrar em contato com a TV Globo, no prazo de 72 horas anteriores ao Evento em questão.
Direitos Esportivos:
Marina Duba
marina.duba@tvglobo.com.br 

Publicidade:

sábado, 14 de dezembro de 2013

Notícias : Operário morre ao despencar em obra do estádio da Copa, em Manaus

Cearense de 22 anos instalava proteção lateral dos refletores do estádio.Este é o segundo acidente com vítima fatal na obra da Arena da Amazônia.

Operários trabalham na instalação de refletores na cobertura da Arena (Foto: Patrick Motta/Rádio Amazonas FM)
Operários trabalham na instalação de refletores na cobertura da Arena (Foto: Patrick Motta/Rádio Amazonas FM)

Um operário morreu em acidente de trabalho, na madrugada deste sábado (14), no canteiro de obras da Arena da Amazônia. A vítima era um cearense, de 22 anos. Ele trabalhava na instalação de proteção lateral dos refletores do estádio que deverá sediar a Copa do Mundo em Manaus quando caiu de altura ainda não confirmada.
Funcionários da obra relataram que o operário caiu em cima de uma cadeira, que ficou danificada, próximo ao escanteio no lado direito do estádio.
O homem, que não teve nome divulgado, foi encaminhado ainda com vida ao Pronto-Socorro 28 de Agosto, na Zona Centro-Sul da capital, mas não resistiu. O corpo passa por perícia no Instituto Médico Legal (IML).
As visitas ao local foram suspensas e as obras no estádio deverão ficar paralisadas até a segunda-feira (16), segundo a Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP).
Segundo acidente com vítima fatal
Em maio deste ano, um operário morreu no local, em acidente similar ao ocorrido nesta madrugada. Raimundo Nonato Lima da Costa, de 49 anos, teria se desequilibrado e caído de uma altura estimada de cinco metros após tentar passar de uma coluna para o andaime, segundo a Polícia Militar (PM). A morte foi ocasionada por traumatismo craniano.
Em janeiro, relatório do Ministério Público do Trabalho (MPT 11ª Região) afirmou que as condições de trabalho na arena eram precárias. A situação foi considerada grave. De acordo com o órgão, diversas irregularidades foram encontradas durante fiscalização surpresa, como operários sem equipamentos de proteção coletiva em locais com risco de queda ou de projeção de materiais, aberturas no piso sem sinalização, entre outras.
Nesta semana, outro incidente ocorreu envolvendo operários da Arena, mas desta vez fora do estádio. Seis trabalhadores foram atacados por abelhas nas proximidades do canteiro de obras. Eles foram encaminhados a dois hospitais da capital, mas liberados no mesmo dia após medicação. Os operários eram três alemães, dois portugueses e um brasileiro, com idades entre 27 e 58 anos.
As obras da Arena da Amazônia tiveram início em novembro de 2010 e a inauguração está prevista para janeiro de 2014, segundo declarou o governador Omar Aziz, nesta sexta-feira (13).


Publicidade:

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Vergonha Nacional : Jornais estrangeiros estampam nas capas briga de torcedores brasileiros

"ESSE É O PAÍS DA COPA DO MUNDO"

'L'Equipe', da França, destaca confronto no jogo entre Atlético-PR e Vasco, no alto
de sua edição desta segunda: 'Cenas alarmantes a seis meses da Copa do Mundo'


Capa do jornal francês LEquipe França briga torcida Vasco Atlético-PR (Foto: Reprodução)O confronto entre torcidas organizadas de Atlético-PR e Vasco, em Joinville, neste domingo, na última rodada do Campeonato Brasileiro ganhou destaque nas capas de alguns dos principais jornais esportivos de fora do país. Edições desta segunda-feira mostraram fotos da briga em suas capas.
O "L'Equipe", da França, abriu espaço nobre, no alto da primeira página, com a manchete: "Incidentes violentos no Brasil". Com a foto de um torcedor do Vasco tendo a camisa rasgada por um do Atlético-PR, faz referência aos hospitalizados, define como "luta terrível" e lembra a proximidade da Copa do Mundo de 2014 no país: "Cenas alarmante seis meses de Copa do Mundo".
Na Espanha, o jornal "Marca" abriu uma grande foto de um torcedor caído levando um pisão duplo no rosto. A manchete definiu o caso: "Isso não é futebol, é barbárie".



Capa do jornal francês L'Equipe destava em vermelho, perto de seu nome, a briga em Joinville: "Incidentes violentos no Brasil" (Foto: Reprodução)

Capa do Marca sobre a briga (Foto: Reprodução/Internet)

Publicidade:

terça-feira, 18 de junho de 2013

Manifestações levam 250 mil às ruas pelo país.

Manifestantes em São Paulo, Brasil, na segunda-feira. Muitos brasileiros estão irados sobre questões como o alto custo de vida do país.

Manifestantes em São Paulo, Brasil, na segunda-feira.  Muitos brasileiros estão irados sobre questões como o alto custo de vida do país.
Mauricio Lima para The New York Times


O que começou com pequenos protestos contra o aumento da tarifa de ônibus, evoluiu para uma acusação mais ampla do custo elevado do país de viver e luxuosos novos projetos de estádios.

SÃO PAULO, Brasil - Manifestantes apareceram aos milhares nas maiores cidades do Brasil na segunda-feira à noite em uma exibição notável de força para uma agitação que começou com pequenos protestos contra o aumento dos ônibus de tarifa, em seguida, evoluiu para um movimento mais amplo por parte de grupos e indivíduos irado sobre uma série de questões, incluindo o alto custo do país de viver e luxuosos novos projetos de estádios.
Os crescentes protestos classificar entre os maiores e mais ressonante desde a ditadura militar do país terminou em 1985, com os manifestantes a numeração para as dezenas de milhares de pessoas aqui reunidas em São Paulo, a maior cidade do Brasil, e outras grandes protestos que se desdobram em cidades como Rio de Janeiro, Salvador , Curitiba, Belém e Brasília, a capital, onde os manifestantes fizeram o seu caminho para o telhado do Congresso.

Compartilhando um paralelo com os protestos antigovernamentais na Turquia, as manifestações no Brasil se intensificou após a dura repressão policial na semana passada stunned muitos cidadãos. Em imagens compartilhadas amplamente na mídia social, a polícia aqui foram vistos beating manifestantes desarmados com cassetetes e dispersar multidões, disparando balas de borracha e gás lacrimogêneo no meio deles.

"A violência veio do governo", disse Mariana Toledo, 27, um estudante de graduação na Universidade de São Paulo, que estava entre os manifestantes na segunda-feira. "Tais atos violentos por parte da polícia instilar o medo e, ao mesmo tempo, a necessidade de manter a protestar."

Enquanto a manifestação em São Paulo não foi marcada pela repressão generalizada que marcou um protesto aqui na semana passada, a polícia anti-motim em Belo Horizonte dispersa manifestantes com spray de pimenta e gás lacrimogêneo. Em Porto Alegre, no sul do Brasil, os policiais também usaram gás lacrimogêneo contra os manifestantes.

No Rio de Janeiro, onde uma estimativa independente que o número de manifestantes em torno de 100.000, imagens televisivas mostraram manifestantes mascarados que tentam invadir edifícios públicos, incluindo o legislativo estadual, uma parte do que foi incendiada. Em Brasília, a polícia parecia ser pego de surpresa por manifestantes que dançaram e cantaram no telhado do Congresso, um edifício modernista projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

Esses amplos protestos são relativamente incomuns no Brasil, com alguns analistas políticos brasileiros descrevendo o que parecia ser uma cultura política mais aceitação de elevados níveis de desigualdade de longa data e os serviços públicos precárias do que os cidadãos de alguns países vizinhos na América do Sul.

"A notícia perigoso anunciado nas ruas, a novidade que o Estado tentou esmagar sob os cascos dos cavalos da polícia de São Paulo, é que finalmente estamos vivos", a escritora Eliane Brum disse em um ensaio sobre os protestos.

Brasil agora parece estar girando em direção a uma nova fase de interação entre manifestantes e líderes políticos com a sua onda de protestos, que cristaliza este ano em Porto Alegre. Lá, um grupo chamado Movimento Fare Livre, que defende menores tarifas de transportes públicos, manifestações organizadas contra a subida das tarifas de ônibus.

Protestos semelhantes surgiram em maio, em Natal, uma cidade no nordeste do Brasil, e este mês, em São Paulo, depois que as autoridades levantaram as tarifas de ônibus pelo equivalente a cerca de 9 centavos a 3,20 reais, cerca de 1,47 dólares, levando a uma onda de manifestações que têm crescido em intensidade.

Enquanto a alta veio em um momento de crescente preocupação com a inflação, que continua alta mesmo com o crescimento econômico diminuiu consideravelmente, a raiva sobre o aumento também reflete a indignação mais amplo sobre sistemas de transporte público em São Paulo e em outras grandes cidades, que são atormentados por ineficiência, a superlotação e crime.

"Os protestos de hoje são o resultado de anos e anos de acordo com transporte caótico e caro", disse Érica de Oliveira, 22 anos, estudante que estava entre os manifestantes.

Um grande número de manifestantes em São Paulo na segunda-feira eram estudantes universitários, mas os profissionais de meia-idade e os pais com crianças em carrinhos também estavam presentes. A cena parecia ao mesmo tempo furioso e festivo. Alguns manifestantes haviam coberto bandeiras brasileiras sobre seus ombros, um segurava um cartaz que dizia: "O Brasil Colônia, até quando?"

Enquanto o protesto em Brasília incluiu fortes críticas de líderes do Congresso, muitos cartazes aqui em São Paulo não ira direto no Congresso, no governo federal, em Brasília ou mesmo em autoridades locais em nível estadual ou municipal. Ainda assim, os manifestantes em várias cidades focada em símbolos de poder do governo. Aqui em São Paulo, eles marcharam para o palácio do governador, no Rio, para o legislador estadual, e em Brasília, para o Congresso.

Fabio Malini, um estudioso que analisa padrões de dados em mídias sociais na Universidade Federal do Espírito Santo, disse que ficou impressionado com a recusa do movimento a ser definida por um único objetivo e por sua ampla utilização das mídias sociais, o que lhe permitiu evoluir rapidamente em resposta a várias fontes de tensão social e política no Brasil.

Uma questão surgindo à tona envolve raiva sobre projetos estádio em várias cidades antes da Copa do Mundo de 2014, que o Brasil está se preparando para sediar. Alguns projetos foram impedidos pelo excesso de custos e atrasos, as estruturas inacabadas de pé, como testemunho de uma injeção de recursos em arenas esportivas num momento em que as escolas e sistemas de transporte público precisam de atualizações.

"Os maiores protestos estão acontecendo em cidades que sediarão os jogos da Copa do Mundo", disse Malini. "Os brasileiros são a mistura de futebol e política de uma forma que é novo, e as vozes minoritárias estão a fazer-se ouvir."

Paula Ramon contribuiu com a reportagem de São Paulo, e Taylor Barnes, do Rio de Janeiro.
Este artigo foi revisado para refletir a seguinte correção:

Correção: 18 de junho de 2013

A legenda da imagem com uma versão anterior deste artigo incorreto o nome dado de Adolf Hitler.

Uma versão deste artigo apareceu na imprensa em 18 de junho de 2013, na página A 5 da edição de Nova York com a manchete: Milhares Reunir para protestos nas maiores cidades do Brasil.


Protestos Expandir no Brasil, alimentada por vídeo de brutalidade policial
Por ROBERT MACKEY



Vídeo de um repórter brasileiro, Pedro Ribeiro Nogueira, ser espancado por oito policiais durante um protesto que ele estava cobrindo em São Paulo nesta terça-feira.
Como o meu colega Simon Romero relatórios de São Paulo , mais de 200 mil brasileiros encheram as ruas de cidades de todo o país na segunda-feira, em protesto contra o alto custo de vida e os gastos extravagantes em estádios de futebol antes da Copa do Mundo do próximo ano, que se intensificaram como imagens da brutalidade policial contra manifestantes pacíficos espalhados em redes sociais.

Enquanto a dinâmica de táticas policiais de mão pesada, como o uso de spray de pimenta, gás lacrimogêneo e balas de borracha contra os manifestantes pacíficos, ampliando ao invés de sufocar ecos dissidência acontecimentos recentes na Turquia - para não mencionar aqueles em Nova York, Oakland, Espanha, Síria , Líbia, Bahrein, Egito e Tunísia, em 2011 - algumas das imagens da repressão policial que agitou o mais raiva nas redes sociais não foram capturados pelos manifestantes ou correspondentes estrangeiros, mas por repórteres de jornais locais e emissoras de televisão.

Um relato impressionante do que a violência usada contra os manifestantes na semana passada na maior cidade do Brasil, em um vídeo visto por mais de um milhão de vezes no YouTube, foi narrado por Giuliana Vallone , repórter do site do jornal Folha de São Paulo que foi baleado na olho à queima-roupa por um dos policiais "tropa de choque" implantadas contra os manifestantes.


Publicidade :