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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Ladrrrrrããããããoooo na Cadeia : Sérgio Cabral tem cabeça raspada após chegar a presídio do Rio

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Ex-governador trocou blusa social por camiseta.Ele comeu pão com manteiga e tomou café com leite nesta manhã.

Imagem mostra Sérgio Cabral com uniforme da Seap (Foto: Reprodução)
Imagem mostra Sérgio Cabral com uniforme da Seap (Foto: Reprodução)

O ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), preso nesta quinta-feira (17) pela Polícia Federal, teve a cabeça raspada após chegar ao complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).
Ele chegou ao local com uma camisa social azul clara, mas teve que trocar a roupa por uma calça jeans e camiseta, igual a de outros presos da unidade. Cabral está em uma cela com outros cinco presos da Operação Calicute desta quinta.
O ex-governador passou a noite em uma cela de nove metros quadrados e aceitou o café da manhã da unidade: um pão com manteiga e café com leite, mesmo cardápio dos outros detentos.

No almoço e no jantar, o cardápio é composto por arroz ou macarrão, feijão, farinha, carne branca ou vermelha (carne, peixe, frango), legumes, salada, sobremesa e refresco. Já o lanche é um guaraná e pão com manteiga ou bolo.
Prisão
Cabral foi preso por suspeita de desvios em obras do governo estadual feitas com recursos federais.
De acordo com a denúncia, ele recebia "mesadas" entre R$ 200 mil e R$ 500 mil de empreiteiras, segundo procuradores das forças-tarefa da Lava Jato do Rio e no Paraná.
18/11/2016 10h21 - Atualizado em 18/11/2016 21h25
Sérgio Cabral tem cabeça raspada após chegar a presídio do Rio
Ex-governador trocou blusa social por camiseta.
Ele comeu pão com manteiga e tomou café com leite nesta manhã.
Do G1 Rio
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 Imagem mostra Sérgio Cabral com uniforme da Seap (Foto: Reprodução)
Imagem mostra Sérgio Cabral com uniforme da Seap (Foto: Reprodução)
O ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), preso nesta quinta-feira (17) pela Polícia Federal, teve a cabeça raspada após chegar ao complexo penitenciário de Gericinó, em Bangu, Zona Oeste do Rio, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).


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Ele chegou ao local com uma camisa social azul clara, mas teve que trocar a roupa por uma calça jeans e camiseta, igual a de outros presos da unidade. Cabral está em uma cela com outros cinco presos da Operação Calicute desta quinta.
O ex-governador passou a noite em uma cela de nove metros quadrados e aceitou o café da manhã da unidade: um pão com manteiga e café com leite, mesmo cardápio dos outros detentos.

No almoço e no jantar, o cardápio é composto por arroz ou macarrão, feijão, farinha, carne branca ou vermelha (carne, peixe, frango), legumes, salada, sobremesa e refresco. Já o lanche é um guaraná e pão com manteiga ou bolo.
Prisão
Cabral foi preso por suspeita de desvios em obras do governo estadual feitas com recursos federais.
De acordo com a denúncia, ele recebia "mesadas" entre R$ 200 mil e R$ 500 mil de empreiteiras, segundo procuradores das forças-tarefa da Lava Jato do Rio e no Paraná.
Além do ex-governador, outras nove pessoas foram presas na Operação Calicute – um desdobramento da Lava Jato. O prejuízo é estimado em mais de R$ 220 milhões. As principais obras fraudadas foram o Arco Metropolitano, a reforma do Maracanã e o PAC das Favelas.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Cabral chefiava a organização criminosa e chegou a receber R$ 2,7 milhões em espécie da empreiteira Andrade Gutierrez, por contrato em obras no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

O esquema também envolvia lavagem de dinheiro por meio de contratos falsos com consultorias e da compra de bens de luxo – que incluíam vestidos de festa, joias e uma lancha avaliada em R$ 5 milhões, e até cachorros-quentes de uma festa de aniversário do filho de Cabral.

O procurador disse ainda que a propina exigida pelo ex-governador era de 5% por obra, mais 1% da chamada "taxa de oxigênio", que ia para a secretaria de Obras do governo, então comandada por Hudson Braga. Segundo o procurador, os pagamentos de mesada a Cabral ocorreram entre 2007 e 2014.
A mulher do ex-governador, Adriana Ancelmo, foi alvo de condução coercitiva, quando alguém é levado para depor. Ela é suspeita de ser beneficiária do esquema criminoso.

O G1 ligou por volta das 13h para o escritório e para celulares de advogados que representam Cabral, mas não obteve resposta até as 20h. A defesa de Adriana informou que se pronunciará nesta sexta-feira (18).
Sérgio Cabral (Foto: G1)
Delação premiada
A ação coordenada entre as forças-tarefa de Operação Lava Jato no Rio de Janeiro e no Paraná teve como base as delações premiadas do empresário Fernando Cavendish, ex-dono da Delta, e de executivos da empreiteira Andrade Gutierrez e da Carioca Engenharia. As informações passadas pelos colaboradores estão sendo ratificadas por uma série de indícios e provas diretas levantadas pelo MPF, PF e Receita Federal.
"Há fortes indícios de cartelização de obras executadas com recursos federais, mediante o pagamento de propina a funcionários e a Sérgio Cabral", disse Lauro Coelho Junior, procurador do MPF no Rio de Janeiro, em entrevista coletiva.
Segundo o procurador, os pagamentos de mesada a Cabral ocorreram entre 2007 e 2014. "Em relação à Andrade Gutierrez, foi firmado que havia o pagamento de mesada de R$ 350 mil, isso pago por pelo menos um ano. Em relação à Carioca Engenharia, o pagamento de mesada foi de R$ 200 mil no primeiro mandato, e no segundo mandato de Sérgio Cabral, essa mesada subiu para R$ 500 mil por mês."
Coelho Junior afirmou que a Andrade Gutierrez pagou pelo menos R$ 7,7 milhões em propina. E a Carioca Engenharia pagou pelo menos R$ 32,5 milhões.
O juiz Sérgio Moro, que também decretou a prisão de Cabral, citou a atual situação de crise financeira do Estado do Rio de Janeiro para justificar a medida. Moro afirmou que seria uma afronta deixar que os investigados continuassem usufruindo dos recursos das supostas propinas.
Partido
Procuradas, a Andrade Gutierrez e a Carioca Engenharia não quiseram se manifestar sobre as investigações. O presidente nacional do PMDB, Romero Jucá, disse que o partido não será afetado com a prisão do ex-governador. Ele acrescentou que espera que os fatos sejam investigados com profundidade e, a partir daí, se tenha uma convicção e julgamento na Justiça.
A ação foi chamada de Calicute em referência à uma região da Índia onde o descobridor do Brasil, Pedro Álvares Cabral, teve uma de suas maiores tormentas. No Rio, foram expedidos 38 mandados de busca e apreensão, 8 de prisão preventiva, 2 de prisão temporária e 14 de condução coercitiva. No Paraná, a Justiça expediu 14 mandados de busca e apreensão, 2 de prisão preventiva e 1 de prisão temporária.

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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Corrupção : RJ não tem data para pagar adicional olímpico a servidores da Segurança

Policiais reclamam que verba federal estava 'carimbada' para o RAS. 
Montante devido agentes da Polícia Civil passa de R$ 4 milhões.

 Parque Olímpico fica na Barrra da Tijuca, principal área de competições da Rio 2016  (Foto: Renato Sette Câmara/Parque Olímpico/Divulgação)
Efetivo extra garantiu das polícias garantiu Jogos (Foto: Renato Sette Câmara/Parque Olímpico/Divulgação)

A Olimpíada do Rio veio, passou, e as horas extras de servidores ligados à segurança no estado não foram pagas. E nem há uma previsão para liquidar o pagamento do chamado Regime Adicional de Serviço (RAS) olímpico, segundo informou a Secretaria de Estado de Fazenda. Por outro lado, a pasta garante que está "estudando uma data" para quitar a dívida. 
Com os cofres do RJ na penúria, nem o aporte de quase R$ 3 bilhões do governo federal foi suficiente para cobrir salários e pagamento de horas extras. Na verdade até faltou dinheiro, segundo a secretaria.
De acordo com a Fazenda, a prioridade do Estado com a verba federal foi pagar as folhas salariais de junho, julho, agosto e, agora, setembro da Segurança. Para quitar este último mês, inclusive, a pasta disse que precisou colocar ainda mais R$ 200 milhões do Erário.
No entanto, o que revolta policiais militares ouvidos pelo G1 foi terem recebido a promessa de que receberiam pela realização das horas extras obrigatórias. Caso deixassem de prestar o serviço, estavam sujeitos a punições internas que vão de advertências até prisão nos quartéis.
Procurada, a corporação não informou quantos PMs deveriam receber o RAS olímpico e nem o montante devido aos militares. Disse, porém, que tomou as providências necessárias, mas atribuiu a quitação das parcelas à Secretaria de Fazenda. 
Contudo, no primeiro dia de agosto, dias antes do início dos Jogos, a corporação divulgou o esquema de policiamento durante o evento com mais 3.053 policiais como reforço para o patrulhamento ordinário.
Se considerado que, em média, PMs recebem R$ 127 por 12 horas de serviço extra, a dívida com esses policiais estaria beirando os R$ 400 mil. Já no caso da Polícia Civil o passivo devido pelo governo é maior. Segundo a instituição, são R$ 4.254.425 devidos a 3.318 servidores.
'Quase estelionato'
Para o presidente da Coligação dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro (Colpol), Fábio Neira, a dívida do governo com os agentes é "quase um caso de estelionato". Segundo ele, assim como os PMs, os policiais da Civil também haviam recebido a promessa de que o pagamento do RAS olímpico já estava carimbado por verba federal.
"A Coligação até entrou com um mandado de segurança contra o RAS compulsório. O que nos deixou indignados é a compulsoriedade. A verba já estava carimbada para ser paga. Foi uma escala feita pela chefia de polícia tirando a segunda folga do policial. Isso deveria ser opcional, voluntário", criticou Neira. 
O presidente da Colpol diz, ainda, que muitos policiais já tinham incorporado o RAS nos ganhos mensais, algo que se tornou "necessário". "É uma frustração, uma indignação. O melhor discurso que o secretário e chefe de policía poderia nos dar é a regularização do nosso calendário, pagamento integral até o 3º dia util", disse.
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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Rio 2016 : Rampa danificada da Marina da Glória teve erro de projeto, diz especialista

Estrutura não previa forte ondulação. Engenheiros do COI inspecionaram rampa nesta segunda. Comitê Rio 2016 prometeu que tudo ficará pronto até sexta


Rampa danificada na Marina da Glória vela (Foto: Leonardo Filipo)
Rampa danificada na Marina da Glória: projeto não levou em conta ondulação

O projeto da estrutura temporária da rampa principal da Marina da Glória não considerou a ondulação provocada pela ressaca do fim de semana. Segundo uma fonte ouvida pelo GloboEsporte.com da área de engenharia náutica, houve um colapso estrutural causado pela força da água - e não do vento como inicialmente foi noticiado. A ponta da rampa que arrebentou estava fixa, e não maleável. A fonte pediu para não ser identificada.  Através de comunicado, o Comitê Rio 2016 informa que não pode fazer nenhum pronunciamento sobre um possível erro de projeto, já que ainda não recebeu o laudo da empresa responsável pela estrutura.
Nesta segunda-feira, engenheiros do Comitê Olímpico Internacional (COI) avaliaram o dano. A decisão do que será feito - se ela será consertada ou totalmente trocada - será dada nesta terça. O Comitê Rio 2016 prometeu que a rampa estará pronta na próxima sexta-feira. A vela da Olimpíada do Rio começa no dia 8 de agosto.
Segundo a fonte, é possível refazer a estrutura em até três dias, reforçando a parte debaixo, soldando e colocando-a de volta para água. A ondulação mais forte aconteceu durante a madrugada de sexta para sábado.

- Não tem mistério. Com a mão de obra que eles têm podem aprontar até o fim da semana - disse.
Sem a rampa maior, velejadores precisara usar a de concreto, com pelo menos a metade da largura da que rompeu. Na hora de maior pico, por volta das 13h, houve um congestionamento de barcos. Mas como se tratava de um treino, e não de competição, não houve contratempos.

Rampa danificada na Marina da Glória vela (Foto: Leonardo Filipo)
Engenheiros verificam rampa danificada na Marina da Glória

Congestionamento barcos Marina da Glória vela (Foto: Leonardo Filipo)
Congestionamento de barcos na rampa de concreto da Marina da Glória


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domingo, 31 de julho de 2016

Rio de Janeiro : Bandidos assaltam vítimas e provocam tumulto no Túnel Rebouças

Crime ocorreu um dia depois de arrastão em elevado que dá acesso ao túnel

Assustados, ocupantes descem dos veículos após roubo no Túnel Rebouças 


RIO — Pela segunda noite consecutiva, motoristas e passageiros passaram por momentos de terror na região do Túnel Rebouças, que liga a região central do Rio à Zona Sul. O tumulto ocorreu por volta das 22h30m deste sábado, depois que dois criminosos em uma moto assaltaram e levaram os pertences dos ocupantes de um carro na segunda galeria, no sentido Lagoa, de acordo com a Polícia Militar. A ação ocorreu um dia após um arrastão no Elevado Paulo de Frontin, próximo ao acesso ao túnel.

Neste sábado, devido à ação dos criminosos, pessoas assustadas desceram dos veículos e tentaram fugir a pé. Motoristas também utilizaram a contramão para fugir do local. Além disso, alguns automóveis foram abandonados no interior do túnel. Há relatos de que disparos teriam ocorrido na via. Este fato, no entanto, não foi confirmado pela Polícia Militar.

O sentido Zona Sul do Túnel Rebouças chegou a ser interditado pela PM. A via foi totalmente desobstruída por volta das 23h30m. Durante o bloqueio, o Centro de Operações Rio (COR), da prefeitura, recomendou que motoristas utilizassem o Túnel Santa Bárbara para o acesso à Zona Sul.

O advogado João Sodré presenciou a correria. Ele, que mora no Cosme Velho, estava a caminho de uma festa em Copacabana, quando testemunhou várias pessoas correndo na direção contrária a da via.

— Estavam em pânico e dizendo que ouviram tiros. Ficamos nessa situação por uns 25 minutos até a polícia chegar. Depois, os policiais passaram e disseram que estava tudo controlado.

O analista de sistemas Guilherme Cantisano, que mora na Tijuca, contou que a confusão afetou a galeria da pista contrária, no sentido Zona Norte. Segundo ele, os motoristas se apavoraram e cruzaram o canteiro central entre as galerias para fugir.

— Eu ia no sentido Tijuca e os carros começaram a subir pelo canteiro central entre as galerias. Tinha gente voltando na contramão nas duas galerias e policias no meio com armas em punho — relatou.

Um homem, que pediu para não ser identificado, deu mais detalhes de como estava a situação dentro do túnel:

— Pessoas tropeçavam e caíam no chão. Eu ajudei uma senhora a se levantar. Havia muitas pessoas trancando seus carros e correndo — disse ele, através do WhatsApp do Globo (99999-9110), que complementou: — Eu ouvi pelo menos dois disparos, mas foi de longe.

De acordo com a PM, os bandidos conseguiram fugir. As vítimas do assalto, conforme informou a polícia, ainda não registraram a ocorrência.

ARRASTÃO PRÓXIMO AO REBOUÇAS

Na noite desta sexta-feira, motoristas e passageiros que transitavam pelo Elevado Paulo de Frontin, próximo ao acesso para o Túnel Rebouças, também passaram por momentos de pânico. Isso porque, de acordo com testemunhas, dois criminosos armados fizeram um arrastão no local e levaram pertences de ocupantes de pelo menos três veículos. A ação ocorreu por volta das 23h30m.

O crime aconteceu após um acidente envolvendo um motociclista e um veículo. Um engarrafamento se formou no local por conta da colisão. Os bandidos, que estavam em uma moto, aproveitaram a fila de automóveis do congestionamento e efetuaram os roubos. Assustadas, pessoas desceram dos carros e correram a pé. Além disso, veículos utilizaram a contramão para fugir do local.



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sábado, 30 de julho de 2016

Rio de Janeiro: Vítimas tem pertences roubados em arrastão próximo ao Túnel Rebouças

Segundo testemunhas, pelo menos três carros foram abordados por criminosos armados

Policiais próximo ao acesso ao Túnel Rebouças, após ação de criminosos 

RIO — Motoristas e passageiros que transitavam pelo Elevado Paulo de Frontin, próximo ao acesso para o Túnel Rebouças, passaram por momentos de terror, no fim da noite desta sexta-feira. Isso porque, de acordo com testemunhas, dois criminosos armados fizeram um arrastão no local e levaram pertences de ocupantes de pelo menos três veículos. A ação ocorreu por volta das 23h30m.

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O crime, ainda conforme o relato de testemunhas, ocorreu após um acidente envolvendo um motociclista e um veículo. Um engarrafamento se formou no local por conta da colisão. Os bandidos, que estavam em uma moto, aproveitaram a fila de automóveis do congestionamento e efetuaram os roubos. Assustadas, pessoas desceram dos carros e correram a pé. Além disso, veículos utilizaram a contramão para fugir do local.

No início da madrugada deste sábado, dois ocupantes de um veículo que tiveram seus pertences roubados ainda estavam próximo ao local do crime. As vítimas relataram que tiveram dinheiro, joias e até a aliança levados.

— Eram dois jovens, armados, em uma moto. Pareciam estar nervosos e eram violentos. (A situação) está horrível. Tem polícia e exército nas ruas e essas coisas continuam a acontecer. Isso em uma via expressa importante como essa aqui — afirmou uma mulher, que pediu para não ser identificada.

O homem que estava junto com ela fez coro:

— Eles apontaram a arma para mim. Foram violentos e diziam "quero matar polícia" — afirmou ele.

O motociclista ferido no acidente antes da ação dos criminosos foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado para o Hospital municipal Souza Aguiar, no Centro. PMs do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas reforçaram o policiamento na região. Os bandidos conseguiram fugir.

De acordo com informações da 18ª DP (Praça da Bandeira), por volta das 23:00 h, um casal registrou uma ocorrência de roubo no Viaduto Paulo de Frontin. Segundo a polícia, dois homens armados ainda não identificados em uma motocicleta roubaram a bolsa da vítima, que não forneceu maiores detalhes. Procedimento foi instaurado para apurar as circunstâncias e autoria do fato.

ARRASTÃO NO FLAMENGO

Na noite da última terça-feira, bandidos armados fizeram um arrastão na Rua Paissandu, no Flamengo, na Zona Sul do Rio. A ação foi registrada em um vídeo que circulou pelas redes sociais — as imagens são da câmera de segurança de um prédio. Os bandidos aproveitaram o trânsito parado para andar entre os carros e assaltar os motoristas.

O crime aconteceu por volta das 19h30m, no encontro das ruas Paissandu e Paulo VI. As imagens mostram três bandidos com capacetes, que apontam armas para os motoristas. Um deles ordena que um condutor saia de seu veículo e se deite no chão. O homem ainda é agredido com um chute. Depois, é revistado e roubado. Em seguida, um outro bandido ordena que ele entre no carro para, aparentemente, desligar o alarme.

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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Olimpíada: Revista britânica afirma que Olimpíada não reverterá decadência do Rio

Foto aerea do Rio de Janeiro
Foto aerea do Rio de Janeiro.

Em artigo publicado nesta sexta-feira, a revista britânica “The Economist“ afirma que "a cidade olímpica está em declínio desde os anos 60" e que "os Jogos não vão mudar sua direção."
Segundo a publicação, há sete anos, quando o Rio venceu a disputa para sediar os Jogos, a cidade parecia fazer jus ao título de "Cidade Maravilhosa". A violência estava em queda e a economia crescia motivada em grande parte pela demanda por petróleo e pelas perspectivas positivas criadas pela descoberta do pré-sal na costa do Estado.
"Os Jogos exibiriam uma cidade próspera e autoconfiante, diziam seus organizadores...", diz o artigo. "Mas agora, a poucos dias da cerimônia de abertura, essa autoconfiança parece estar abalada. O sucesso dos jogos pode elevar o ânimo. Mas isso não será suficiente para fazer da cidade uma potência econômica."
De acordo com a revista, o período de decadência teve início nos anos 1960, quando a capital federal foi transferida do Rio de Janeiro para Brasília. Desde então, a cidade viu a maioria das agências públicas se mudarem em massa para a nova sede dos Três Poderes, perdeu a liderança industrial para São Paulo e assistiu ao setor financeiro ser engolido.
Ainda assim, a “Economist” destaca que o Rio continua sendo a casa de vários empreendimentos criativos e universidades. Mas descarta que a oferta cultural da cidade tenha conseguido reverter as perdas, e insinua que desde a Bossa Nova, pouco se produziu ali.
O artigo de três páginas finaliza admitindo que os jogos conseguiram manter os empregos e aumentar renda no Rio, enquanto o resto do Brasil sofre com vestígios da crise econômica. Mas diz que será preciso mais que uma Olimpíada para melhorar a situação da cidade.
"O cenário espetacular faz as pessoas desejarem ir ao Rio, mas vai ser preciso mais que uma luta contra a violência, melhor gestão fiscal e melhora nos serviços públicos para fazer alguém querer ficar".


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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Verão : Preços nas alturas por toda a cidade fazem surgir o ‘Verão da farofa’

Um balanço dos preços abusivos de produtos triviais no rio, das explicações de quem os vende e de como o carioca dribla esta alta


RIO - O caju não é mais o amigo de outrora. O brasileiríssimo fruto com dez centímetros de pura suculência está custando R$ 5 — a unidade.
— É que o caju vem de avião lá do Piauí. Além do frete ser caro, trata-se de uma fruta delicada, correndo-se o risco de parte do lote ser perdida na viagem — justifica-se Osvaldo Rodrigues Meira, diante de uma freguesa de pé em frente à sua barraca, na Cobal do Leblon.
Mas não é só pelos R$ 5. Além de frutas tropicais, outros itens da “cesta básica” carioca — definida nesta reportagem como um conjunto de produtos triviais consumidos no dia a dia, que podem ser encontrados em diferentes lugares da cidade — andam custando pequenas fortunas. É o tipo de coisa que não dá nem para botar a culpa na alta do dólar: água de coco a R$ 7, sorvete de casquinha a R$ 11, frango de padaria a R$ 29, Havaianas a R$ 38,80, biquíni a R$ 460.


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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Viviane Araújo é assaltada ao chegar de carro ao Festival do Rio

Levaram celular e relógio da atriz na tarde 
desta quarta-feira, 3. Organização diz que 
incidente ocorreu longe da entrada do evento.

Viviane Araújo (Foto: Monique Arruda / EGO)
Viviane Araújo viveu momentos de tensão na tarde desta quarta-feira, 3, na Zona Portuária do Rio. A atriz foi assaltada assim que chegou para lançar o filme "Estado de Exceção" a 100 metros do galpão Armazém da Utopia, quartel-general do Festival do Rio, mostra de cinema da cidade.A rainha de bateria do Salgueiro conversou com o EGO logo após o incidente: "Estava no carro esperando para entrar no festival e fui assaltada. Roubaram meu celular e meu relógio. 
Não me machucaram e acho que não me reconheceram. Eram dois caras armados. 
Estou muito nervosa. Roubaram a bolsa da minha assessora também com tudo dentro. Foi a primeira vez que fui assaltada desse jeito", desabafou ela, que ficou também sem o seu aparelho rádio-chamada e sem a chave do seu carro.
A organização do evento informou que o roubo aconteceu longe da entrada principal do evento e esclareceu que o Festival do Rio conta com forte esquema de segurança. 
A assessoria de imprensa acrescentou ainda que está prestando apoio a Viviane.A assessora de Viviane, Débora Martinez, também foi vítima dos assaltantes, tendo sua bolsa, recheada com carteira, celular e tablet, roubada assim que elas saíram do carro, na entrada do evento.
Ao deixar a coletiva de imprensa do filme, Viviane, já mais calma, falou sobre o susto. "Já está tudo bem, graças a Deus. Minha secretária veio de casa e trouxe a chave reserva. Minha assessora foi fazer boletim de ocorrência. Foi só o susto mesmo, porque eles estavam armados", disse ela.Esta foi a segunda vez que a modelo e atriz é assaltada somente esta semana. No domingo, 30, furtaram o celular de Viviane durante a Parada Gay de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.Estreia no cinema.
No primeiro longa-metragem de sua carreira, Vivi - ironicamente - interpreta a mulher do policial Jorge (Alexandre Mofati), uma dona de casa bem comportada, que se envolve numa intrincada trama policial. "Adorei, apesar de ser uma participação pequena. Sei que vai ser muito bom para a minha carreira. Meu desejo é ser atriz e fazer novela. Espero que aconteça um convite concreto do Aguinaldo Silva", contou ela, referindo-se ao autor de novelas.Viviane ainda não assistiu ao seu longa de estreia. "Ainda não vi pronto. Estou bem nervosa, quero ver logo", comentou a atriz, que pretende conferir sua atuação no próximo domingo, 7, quando haverá uma sessão no Festival do Rio.
O desejo de seguir a carreira de atriz é tanto que Viviane, namorada do jogador Radamés, já fala em adiar os planos de ter filhos. "Minha vida está muito corrida e quero me dedicar à carreira de atriz. Sempre tive plano de ter filhos, mas isso é mais para frente. Minha médica falou que a inseminação artificial é uma possibilidade, mas não quer dizer que eu vá fazer agora".
Viviane Araújo (ao fundo) seguida por seguranças (Foto: Monique Arruda / EGO)Viviane Araújo (ao fundo) seguida por seguranças (Foto: Monique Arruda/EGO)
Viviane Araújo (Foto: Monique Arruda / EGO)Viviane Araújo posa, arrasada, logo depois do assalto (Foto: Monique Arruda/EGO)

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