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domingo, 6 de novembro de 2016

Saúde : Os médicos estão espantados: essa receita renova os joelhos e as articulações

Os especialistas asseguram que as posturas inadequadas e esforços grandes são as verdadeiras causas por trás de problemas nas articulações, pernas e costas. Tais problemas podem se tornar significativamente mais complexos, então eles devem ser gerenciados a tempo. Esse remédio natural restaura a capacidade ideal de joelhos e articulações e melhora a estrutura dos ossos além de sua consistência.

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Ingredientes:

3 colheres de sopa de passas
2 colheres de sopa de gelatina sem sabor (40 gramas)
8 colheres de chá de linhaça
4 colheres de sopa de sementes de gergelim
40g de sementes de abóbora
200g de mel

Como fazer:

Em uma tigela grande, misture os ingredientes bem até obter uma mistura homogênea. Então, bote em um pote de vidro.

Uso:

Tome uma colher de chá duas vezes ao dia, antes de seu café da manhã e almoço. Esse tratamento vai redesenhar a adaptabilidade dos tendões e ligamentos, fortalecer os ossos e articulações.


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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Você viu? Calendário com fotos hilárias de Putin está à venda na Rússia

 | Calendário “O Ano Todo com o Presidente” /Reprodução

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, é um prato cheio para memes de internet graças às manias peculiares, como divulgar vídeos malhando ou pilotando submarinos. Mas há quem admire toda essa exposição.

Um calendário de 2016 com fotos bizarras do presidente está sendo um sucesso de vendas no seu país. Na publicação, editada por uma revista de personalidades e famosos, cada mês é ilustrado com uma imagem de Putin em um situações pouco protocolares: sem camisa, abraçando um filhote de cachorro ou cheirando uma flor, por exemplo.
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Além disso, os meses trazem ensinamentos atribuídos ao líder do Kremlin. “Eu amo todas as mulheres russas. Eu acho que as mulheres russas são as mais talentosas e as mais belas”, diz o pensamento de março.


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POLÊMICA : Lei que proibiria Uber em Florianópolis pode ser questionada juridicamente

Lei que proibiria Uber em Florianópolis pode ser questionada juridicamente  Uber/Divulgação
Foto: Uber

A exemplo de outras capitais do Brasil, onde a entrada do Uber tem causado polêmica, a prefeitura de Florianópolis sinaliza que deve se posicionar a favor dos taxistas nessa controvérsia. Embora o aplicativo de caronas remuneradas garanta não ter projetos de expansão no país para o momento, a Secretaria municipal de Mobilidade Urbana afirma que as leis locais impedem a entrada do sistema na cidade. A questão, porém, levanta dúvidas. Ao analisar as leis a pedido do Diário Catarinense, o jurista Matheus Gallina opina que a legislação nacional de transportes deixa brechas que assegurariam uma possível entrada do aplicativo em Florianópolis.

De acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, as leis 034/1999 e 085/2001, que regem respectivamente os transportes turísticos e de táxi na cidade, têm artigos que restringem o transporte remunerado de passageiros. O artigo 4º da lei de táxi, por exemplo, diz em seu parágrafo primeiro que "nenhum veículo poderá recolher passageiros dentro dos limites do município sem portar a correspondente “Licença de Tráfego”, sob pena de apreensão imediata do veículo, acompanhada da correspondente multa."

Câmara de SP aprova projeto que proíbe aplicativo Uber

Apesar de a lei municipal aparentemente deixar clara a proibição, Gallina relembra a legislação nacional para afirmar que o aplicativo não é ilegal. Segundo ele, o Uber se encaixaria em uma categoria diferente do táxi. Enquanto os táxis são classificados como transporte público individual, o aplicativo se caracteriza como uma forma de transporte privado individual. Essa pequena diferença pode fazer com que a proibição seja considerada inconstitucional.

— A Lei Nacional de Mobilidade Urbana estabelece distinção entre transporte privado e público, coletivo e individual, mas omite o conceito de transporte privado individual, ao passo que não o proíbe — diz Gallina, relembrando o princípio da legalidade, onde o indivíduo pode fazer tudo que não é proibido por lei.

O jurista ainda lembra que a lei municipal que regulamenta a profissão de táxi estabelece que “é atividade privativa dos profissionais taxistas [...] o transporte público individual remunerado de passageiros”. Para ele, a interpretação dessa especificação como uma restrição ao transporte privado individual poderia ser alvo de questionamentos jurídicos quanto à sua constitucionalidade. No caso de São Paulo, por exemplo, o projeto de lei aprovado na última quarta-feira, que proíbe especificamente o uso do Uber na capital paulista, pode ser considerado inconstitucional na Justiça.




Uber diz que inovações geram resistência

Envolvida em polêmica nas quatros capitais onde atua — São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília — a Uber anunciou nesta semana que mais de 500 mil pessoas já utilizam o aplicativo no país. Ao Diário Catarinense, a empresa sustentou que não tem planos de se expandir para outras cidades, entre elas Florianópolis, no momento. E afirmou que tem o interesse de debater soluções para o problema de mobilidade urbana no país.

— Inovação é fundamental para o desenvolvimento das cidades e sabemos que ela enfrenta resistência. Acreditamos que é hora de um debate amplo sobre como a inovação e a tecnologia aplicada podem ajudar a solucionar problemas como os de mobilidade nas grandes cidades — diz a nota enviada pela empresa.

O Uber sustenta ainda que o aplicativo não é ilegal, embora careça de regulação. O posicionamento é compartilhado pelo jurista Gallina, que lembra novamente a Lei Nacional de Mobilidade Urbana.

— A lei silencia a respeito do serviço de transporte privado individual, não sendo os mesmos, portanto, regulados — esclarece.

Sindicato dos taxistas é contra aplicativo

Assim como nas outras capitais onde já atua no Brasil, o Uber gera críticas entre os taxistas. Para o presidente do Sindicato dos Condutores Autônomos de Veículos Rodoviários de Florianópolis, Zulmar de Faria, trata-se de uma concorrência desleal.

— Os motoristas do Uber concorrem sem pagar os devidos impostos. Caso eles venham para Florianópolis, vamos fazer algum tipo de manifestação contrária. Vamos lutar com o que temos à nossa disposição e a prefeitura tem nos apoiado nesse sentido — diz.

Atualmente, Florianópolis tem uma frota de 471 táxis para atender uma população de 469 mil habitantes. Para este mês, está prevista a entrada de 100 novos veículos na praça.



Como funciona o Uber

Para utilizar o Uber, é necessário que o cliente baixe o aplicativo no seu celular. A partir daí, pode ser feita a solicitação de uso. O serviço utiliza um programa que funciona como central de atendimento para enviar o motorista mais próximo até o seu local. A tarifa varia de acordo com o tipo de serviço solicitado, mas é similar ao cobrado por um táxi comum.

Outra diferença entre os táxis e veículos do Uber está na apresentação. O aplicativo exige carros novos, com até três anos de uso e ar-condicionado. O motorista também não pode ter antecedentes criminais.

O aplicativo foi criado em 2009 nos Estados Unidos. No Brasil, chegou em maio de 2014 e, desde então, tem sido alvo de diversos protestos de taxistas. Alguns motoristas do aplicativo chegaram a ser agredidos no Rio e em São Paulo. A empresa, por sua vez, recomenda que os colaboradores não reajam a ataques.


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CONFIRMADO: Nome de Michel Temer já está incluso na delação da Odebrecht à Lava Jato



A construtora Odebrecht aprontou um anexo exclusivo apenas sobre o atual presidente Michel Temer, em seu acordo de delação premiada, que está em negociação com a força-tarefa da Lava Jato.

De acordo a revista Época, nas delações premiadas, cada anexo significa uma história contada sobre determinado assunto ou pessoa, incluindo o elenco de provas a serem apresentadas. No caso da Odebrecht já são mais de 90 anexos realizados.


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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

“As crianças estão precisando de tapa na bunda”, diz terapeuta infantil

Para Denise Dias, que lança livro favorável à adoção de formas físicas de punição, falta de limites cria “geração de delinquentes”


Foto: Getty Images

"Palmada pedagógica": para Denise, ela é válida como última opção

Como explicar a uma criança a forma correta de agir? A dúvida, comum a muitas mães, divide especialistas. Mas há um ponto em que todos parecem concordar atualmente: bater para educar seria pouco eficaz e traumatizante para a criança. Poucos seguem outra linha de raciocínio. É o caso da terapeuta infantil Denise Dias, que lançou em outubro deste ano o livro “Tapa na Bunda – Como impor limites e estabelecer um relacionamento sadio com as crianças em tempos politicamente corretos” (Editora Matrix). 

Desde 1998 o conselho da União Europeia está em campanha contra as palmadas. Ao todo, 22 países europeus, como Suécia, Áustria e Alemanha, criminalizaram punições físicas. Publicada em abril de 2010, uma pesquisa realizada com crianças entre três e cinco anos por cientistas da Universidade de Tulane, nos Estados Unidos, constatou que aquelas cujos pais costumavam disciplinar com tapas tinham 50% mais chances de desenvolver agressividade. No Brasil, tramita no congresso desde 2002 um projeto de lei que visa proibir as palmadas. Apoiado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por estrelas como Xuxa, o assunto ganhou notoriedade. 

Com mais de dez anos atendendo crianças e adolescentes, inclusive em instituições dos Estados Unidos, Denise, no entanto, não vê problemas na adoção da palmadas educativas. “As crianças estão precisando de tapa na bunda”, diz a terapeuta. Ela vê a carência na imposição de limites às crianças como um dos principais problemas da geração atual: “virou uma bagunça tão grande que hoje nós temos uma geração de delinquentes adolescentes”. Confira a entrevista que ela concedeu ao Delas . 
iG: Qual a ideia central do livro? 
Denise Dias: Eu vejo que as palmadas que os pais dão nos filhos, de vez em quando, não têm mal nenhum. “Monstrualizaram” a educação doméstica. Não se pode mais falar em tapa ou em castigo . Não se pode mais falar que os pais mandam nos filhos. Virou uma bagunça tão grande que hoje nós temos uma geração de delinquentes adolescentes. Podemos até falar que é uma geração drogada e prostituída também. A quantidade de jovens usuários de drogas só cresce ano após ano, isso não é falta de informação, é falta de limite. O que é, muitas vezes, imposto com um tapa na bunda. 

iG: Qual a diferença entre palmada e agressão? 
Denise Dias: Não existe um “tapômetro” para mensurar isso quantitativamente. No Reino Unido, quando um pai é julgado (por algum tipo de agressão ao filho), eles observam se foi deixada alguma marca na criança. Esta seria uma forma mais palpável de medir. 

iG: Um capítulo do seu livro fala sobre “criar monstros”. Você pode explicar essa ideia? 
Denise Dias: Em uma escada de hierarquia, onde ficam os pais? No topo. Onde ficam os filhos? Lá embaixo. Os pais possuem autoridade indiscutível perante os filhos. Para uma criança crescer saudavelmente, ela precisa de um adulto seguro que diga o que pode e o que não pode ser feito. Hoje em dia, ao invés de colocar limites, eles (os pais) estão filosofando excessivamente com as crianças. Costumo dizer que os pais ficam com “teses de doutorado”, explicando demais para uma criança de quatro, cinco anos de idade cujo cérebro não está formado adequadamente para formar abstração, formar filosofia. Por isso que um pai que mora no décimo andar não tenta explicar para a criança que ela pode cair da varanda. O que ele faz? Coloca rede em todas as janelas. É só uma criança, ela paga para ver. 
Foto: Divulgação

Denise: as crianças de hoje estão pedindo limites

iG: Você acha que a palmada é a melhor forma de exercer autoridade? 
Denise Dias:

Não. Acho que é uma das alternativas e, muitas vezes, é o que resolve. Tem crianças que nunca precisam levar uma palmada, a mãe olha e ela já obedece. Tem criança, no entanto, que faz alguma coisa errada e, por mais que a mãe coloque-a de castigo e tire privilégios, continua mexendo onde não deve mexer. O que adianta? O que ela está pedindo? Tapa na bunda. As crianças estão precisando de tapa na bunda. 

iG: Não existem outras formas de exercer a autoridade, como saber dizer “não”? 
Denise Dias: Com certeza. Isso eu abordo com clareza no meu livro. O tapa na bunda é um último recurso, mas muitas vezes ele é necessário. 

iG: Como saber quando ele é necessário? 
Denise Dias: Quando você já chamou a atenção da criança, já tentou fazê-la parar de fazer o que não deveria estar fazendo, já tentou colocar de castigo e mesmo assim ela continua. O que essa criança está pedindo? Limites. Tem criança para as quais basta dizer algo como “vai ficar sem o cinema hoje”, que ela aprende. Ela não gosta daquilo, então se comportará, em uma próxima vez, para que não aconteça de novo. Mas existem crianças que testam incansavelmente os pais. São esses adolescentes que crescem e queimam um índio, atropelam skatistas... 

iG: Bater nas crianças não pode ser considerado um pouco primitivo? 
Denise Dias: De forma alguma. Uma coisa é a palmada, depois que já tiveram vários outros tipos de punições que não deram certo. Outra coisa é um pai que chega estressado do trabalho, a criança faz algo como derrubar suco na mesa, por exemplo, e o pai, na sua ignorância, lasca um tabefe na criança. São situações muito diferentes. 

Foto: Divulgação

Capa do livro de Denise, "Tapa na Bunda", da Editora Matrix

iG: Qual a sua opinião sobre o projeto de lei que visa proibir a palmada? 
Denise Dias:

Eu sou contra. Ele não é necessário. O Estatuto da Criança e do Adolescente já protege contra a violência. Vamos definir “violência”. A criança brasileira está prostituída na rua, está na cracolândia... A criança brasileira está chegando ao quinto ano do ensino público sem saber fazer uma conta de subtração. Isso é violência. Agora o congresso quer criminalizar uma palmada que um filho que olha para o pai e fala “cala a boca, seu idiota” toma? O pai que não coloca limites no filho está criando um monstro. 

iG: O que levou você a escrever este livro agora, na contramão de diversos estudos e correntes pedagógicas que pregam justamente o fim das palmadas? 
Denise Dias: Para dizer a verdade, no meu convívio profissional o que eu mais conheço, graças a Deus, são profissionais a favor de umas palminhas para educar. Eu vinha escrevendo o livro desde 2009. Quando deu o boom sobre o assunto, por conta do projeto de lei, comecei a correr para terminar o livro. 

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As mais tocadas de Miami- Drake - Hotline Bling







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News : Testemunha afirma que viu Trump estuprar uma menina de 12 anos de idade, com Billionaire Condenado Pedophile Jeffrey Epstein

Photo Credit: Wikimedia Commons
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Uma testemunha se apresentou no caso violação de menores envolvendo o candidato presidencial republicano Donald Trump e o acusou de violar outra, menina ainda mais jovem.

A ex-estrela da realidade terá que comparecer no tribunal em 16 de dezembro para uma conferência de estado depois de um juiz federal permitiu que o processo movido contra ele para avançar. A suposta vítima, identificada no processo como "Jane Doe", está pedindo US $ 75.000 em danos.
De acordo com a vítima, Trump brutalmente a estuprou em 1994, quando ela tinha apenas 13 anos de idade. Ela estava com medo de vir para a frente, porque ele ameaçou prejudicar ela e sua família se ela dissesse qualquer coisa.

O processo, que foi apresentado em Nova York em junho, pede por US $ 100 milhões e, desde então, acrescentou mais duas testemunhas identificadas como "Joan Doe" e "Tiffany Dow."

Ambas as mulheres afirmaram que trabalhou para bilionário pedófilo Jeffrey Epstein como "planejadores do partido" e foi responsável por trazer "mulheres adolescentes" para festas que ele hospedados no Wexner Mansion em Nova York.

De acordo com documentos judiciais, Tiffany Doe trouxe Jane Doe a um evento com a promessa de dinheiro e fazer contatos no mundo da moda.

Ela insiste que ela, pessoalmente, vi uma menina sendo forçado em vários atos sexuais com Trump e Epstein, que estavam cientes da idade da menina.

"Eu, pessoalmente testemunhou quatro encontros sexuais que o requerente foi forçada a ter com o Sr. Trump durante este período, incluindo o quarto desses encontros onde o Sr. Trump à força estuprou apesar de seus apelos para parar," Tiffany Doe afirma.

Tiffany Doe também afirma que viu Trump forçar Jane Doe e um 12-ano- meninas velhos conhecidos como "Maria" a fazer sexo oral nele e ser fisicamente abusivo para eles.

A mulher disse que sua responsabilidade era "pessoalmente testemunhar e supervisionar encontros entre as meninas menores de idade que o Sr. Epstein contratados e seus convidados."


"Eu Réu testemunhou pessoalmente Trump dizendo a Autora que ela não deve nunca dizer nada se ela não queria a desaparecer como o 12-year-old feminino Maria, e que ele era capaz de ter toda a sua família mortos", Tiffany Doe alegada.

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