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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Notícias : Gêmeos que nasceram unidos pela cabeça se veem pela primeira vez após cirurgia de separação

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Gêmeos se veem pela primeira vez após cirurgia de separação
Gêmeos se veem pela primeira vez após cirurgia de separação Foto: Reprodução / Facebook

Os irmãos gêmeos Jadon e Anias McDonald, de 1 ano, que nasceram unidos pela cabeça, se viram pela primeira vez após a cirurgia que os separou. O pequenos tiveram o “encontro” no último dia 15. Uma tia compartilhou a imagem do momento em uma rede social por meio da qual internautas comemoram o bom estado de saúde dos meninos. As informações são do jornal “The Mirror”.
De acordo com a publicação, após cinco semanas internados em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), os irmãos vão agora começar sessões de reabilitação antes de, finalmente, serem liberados para voltar para casa.
No encontro no qual os pequenos se viram pela primeira vez é possível notar a surpresa no olhar deles que, antes da cirurgia, não conseguiam se ver.

Jadon e Anias nasceram ligados pela cabeça
Jadon e Anias nasceram ligados pela cabeça Foto: Reprodução do Facebook

Para o médico que atende os meninos, o neurocirurgião Jams Goodrich, do Hospital Montifiore Medical Centre, em Nova York, nos Estados Unidos, onde eles estão internados, essa será “historicamente, a recuperação mais rápida” de gêmeos separados pela cabeça. Segundo o especialista, os irmãos estão fazendo progressos rápidos no tratamento.
A mãe dos pequenos Nicole McDonalds está mais aliviada agora. “Eu mal posso acreditar. Eles logo vão poder engatinhar, andar e levantar suas cabeças, o que não podiam fazer quando estavam colados”, comemorou.

A cirurgia de separação durou 20 horas; complicações durante a operação colocaram em risco sucesso do procedimento
A cirurgia de separação durou 20 horas; complicações durante a operação colocaram em risco sucesso do procedimento Foto: Reprodução / Facebook


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quarta-feira, 2 de novembro de 2016

“As crianças estão precisando de tapa na bunda”, diz terapeuta infantil

Para Denise Dias, que lança livro favorável à adoção de formas físicas de punição, falta de limites cria “geração de delinquentes”


Foto: Getty Images

"Palmada pedagógica": para Denise, ela é válida como última opção

Como explicar a uma criança a forma correta de agir? A dúvida, comum a muitas mães, divide especialistas. Mas há um ponto em que todos parecem concordar atualmente: bater para educar seria pouco eficaz e traumatizante para a criança. Poucos seguem outra linha de raciocínio. É o caso da terapeuta infantil Denise Dias, que lançou em outubro deste ano o livro “Tapa na Bunda – Como impor limites e estabelecer um relacionamento sadio com as crianças em tempos politicamente corretos” (Editora Matrix). 

Desde 1998 o conselho da União Europeia está em campanha contra as palmadas. Ao todo, 22 países europeus, como Suécia, Áustria e Alemanha, criminalizaram punições físicas. Publicada em abril de 2010, uma pesquisa realizada com crianças entre três e cinco anos por cientistas da Universidade de Tulane, nos Estados Unidos, constatou que aquelas cujos pais costumavam disciplinar com tapas tinham 50% mais chances de desenvolver agressividade. No Brasil, tramita no congresso desde 2002 um projeto de lei que visa proibir as palmadas. Apoiado pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por estrelas como Xuxa, o assunto ganhou notoriedade. 

Com mais de dez anos atendendo crianças e adolescentes, inclusive em instituições dos Estados Unidos, Denise, no entanto, não vê problemas na adoção da palmadas educativas. “As crianças estão precisando de tapa na bunda”, diz a terapeuta. Ela vê a carência na imposição de limites às crianças como um dos principais problemas da geração atual: “virou uma bagunça tão grande que hoje nós temos uma geração de delinquentes adolescentes”. Confira a entrevista que ela concedeu ao Delas . 
iG: Qual a ideia central do livro? 
Denise Dias: Eu vejo que as palmadas que os pais dão nos filhos, de vez em quando, não têm mal nenhum. “Monstrualizaram” a educação doméstica. Não se pode mais falar em tapa ou em castigo . Não se pode mais falar que os pais mandam nos filhos. Virou uma bagunça tão grande que hoje nós temos uma geração de delinquentes adolescentes. Podemos até falar que é uma geração drogada e prostituída também. A quantidade de jovens usuários de drogas só cresce ano após ano, isso não é falta de informação, é falta de limite. O que é, muitas vezes, imposto com um tapa na bunda. 

iG: Qual a diferença entre palmada e agressão? 
Denise Dias: Não existe um “tapômetro” para mensurar isso quantitativamente. No Reino Unido, quando um pai é julgado (por algum tipo de agressão ao filho), eles observam se foi deixada alguma marca na criança. Esta seria uma forma mais palpável de medir. 

iG: Um capítulo do seu livro fala sobre “criar monstros”. Você pode explicar essa ideia? 
Denise Dias: Em uma escada de hierarquia, onde ficam os pais? No topo. Onde ficam os filhos? Lá embaixo. Os pais possuem autoridade indiscutível perante os filhos. Para uma criança crescer saudavelmente, ela precisa de um adulto seguro que diga o que pode e o que não pode ser feito. Hoje em dia, ao invés de colocar limites, eles (os pais) estão filosofando excessivamente com as crianças. Costumo dizer que os pais ficam com “teses de doutorado”, explicando demais para uma criança de quatro, cinco anos de idade cujo cérebro não está formado adequadamente para formar abstração, formar filosofia. Por isso que um pai que mora no décimo andar não tenta explicar para a criança que ela pode cair da varanda. O que ele faz? Coloca rede em todas as janelas. É só uma criança, ela paga para ver. 
Foto: Divulgação

Denise: as crianças de hoje estão pedindo limites

iG: Você acha que a palmada é a melhor forma de exercer autoridade? 
Denise Dias:

Não. Acho que é uma das alternativas e, muitas vezes, é o que resolve. Tem crianças que nunca precisam levar uma palmada, a mãe olha e ela já obedece. Tem criança, no entanto, que faz alguma coisa errada e, por mais que a mãe coloque-a de castigo e tire privilégios, continua mexendo onde não deve mexer. O que adianta? O que ela está pedindo? Tapa na bunda. As crianças estão precisando de tapa na bunda. 

iG: Não existem outras formas de exercer a autoridade, como saber dizer “não”? 
Denise Dias: Com certeza. Isso eu abordo com clareza no meu livro. O tapa na bunda é um último recurso, mas muitas vezes ele é necessário. 

iG: Como saber quando ele é necessário? 
Denise Dias: Quando você já chamou a atenção da criança, já tentou fazê-la parar de fazer o que não deveria estar fazendo, já tentou colocar de castigo e mesmo assim ela continua. O que essa criança está pedindo? Limites. Tem criança para as quais basta dizer algo como “vai ficar sem o cinema hoje”, que ela aprende. Ela não gosta daquilo, então se comportará, em uma próxima vez, para que não aconteça de novo. Mas existem crianças que testam incansavelmente os pais. São esses adolescentes que crescem e queimam um índio, atropelam skatistas... 

iG: Bater nas crianças não pode ser considerado um pouco primitivo? 
Denise Dias: De forma alguma. Uma coisa é a palmada, depois que já tiveram vários outros tipos de punições que não deram certo. Outra coisa é um pai que chega estressado do trabalho, a criança faz algo como derrubar suco na mesa, por exemplo, e o pai, na sua ignorância, lasca um tabefe na criança. São situações muito diferentes. 

Foto: Divulgação

Capa do livro de Denise, "Tapa na Bunda", da Editora Matrix

iG: Qual a sua opinião sobre o projeto de lei que visa proibir a palmada? 
Denise Dias:

Eu sou contra. Ele não é necessário. O Estatuto da Criança e do Adolescente já protege contra a violência. Vamos definir “violência”. A criança brasileira está prostituída na rua, está na cracolândia... A criança brasileira está chegando ao quinto ano do ensino público sem saber fazer uma conta de subtração. Isso é violência. Agora o congresso quer criminalizar uma palmada que um filho que olha para o pai e fala “cala a boca, seu idiota” toma? O pai que não coloca limites no filho está criando um monstro. 

iG: O que levou você a escrever este livro agora, na contramão de diversos estudos e correntes pedagógicas que pregam justamente o fim das palmadas? 
Denise Dias: Para dizer a verdade, no meu convívio profissional o que eu mais conheço, graças a Deus, são profissionais a favor de umas palminhas para educar. Eu vinha escrevendo o livro desde 2009. Quando deu o boom sobre o assunto, por conta do projeto de lei, comecei a correr para terminar o livro. 

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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

NEWS : Médicos separam gêmeos siameses unidos pela cabeça nos EUA

Jadon and Anias McDonald têm 13 meses e permanecem sedados.
Cirurgia durou mais de 16 horas e terminou na manhã desta sexta-feira (14).

Gêmeos siameses Jadon e Anias McDonald passaram por uma cirurgia de separação que terminou na manhã desta sexta-feira (14). (Foto: Reprodução/Facebook/Nicole McDonald)
Gêmeos siameses Jadon e Anias McDonald passaram por uma cirurgia de separação que terminou na manhã desta sexta-feira (14). (Foto: Reprodução/Facebook/Nicole McDonald)


Médicos do Centro Médico Montefiore, em Nova York, concluíram, na manhã desta sexta-feira (14), uma complexa cirurgia de separação de gêmeos siameses unidos pela cabeça. Segundo a CNN, o procedimento de mais de 16 horas de duração foi bem-sucedido.

Os gêmeos Jadon e Anias McDonald têm 13 meses e foram operados por uma equipe liderada pelo cirurgião James Goodrich, especialista nesse tipo de cirurgia. A mãe dos bebês, Nicole McDonald, postou uma mensagem na manhã desta sexta-feira no Facebook relatando que a operação foi realizada, mas que a situação ainda era complexa. 
Segundo Nicole, os bebês compartilhavam uma área de 5 x 7 cm do tecido cerebral e o cirurgião teve de decidir como dividi-lo "com base em seu instinto", já que não havia um plano definido.

Gêmeos em sala de cirurgia antes do procedimento (Foto: Reprodução/Facebook/Nicole McDonald)
Gêmeos em sala de cirurgia antes do procedimento (Foto: Reprodução/Facebook/Nicole McDonald)

Nicole relatou ainda que um dos bebês, Anias, ficou debilitado pelo procedimento e está sendo mantido estável por meio de medicamentos. É possível, segundo a mãe, que ele não consiga mover um ou ambos os lados do corpo no início por causa da região do cérebro envolvida na cirurgia.
Nos próximos dias, os bebês estarão sujeitos a inchaço cerebral e acidente vascular cerebral (AVC). "Os próximos meses serão críticos em termos da recuperação e não sabemos com certeza como Anias e Jadon vão se recuperar nas próximas semanas", escreveu Nicole.

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quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Oportunidades : 12 de Outubro, Transforme seu filho em um empreendedor

Criança tem de brincar, mas também pode aprender desde cedo a ter uma visão de empresário. João Kepler, conselheiro da Anjos do Brasil, entidade de fomento ao investimento-anjo, e autor do livro "Educando Filhos para Empreender", a pedido do site UOL, elaborou uma lista com 11 dicas para os pais estimularem o empreendedorismo desde o começo.

Transforme seu filho em um empreendedor,

Segundo o especialista, ser empreendedor é muito mais do que simplesmente abrir o seu próprio negócio. "Quem adota um estilo de vida empreendedor tem uma postura diferente diante da vida", comenta Kepler. Seguem as dicas:

Crie um ambiente empreendedor em casa: faça a criança participar de todos os acontecimentos e das decisões da casa, sejam boas ou ruins. Esta atitude vai estimula-la a ter opinião e a enxergar o planejamento das coisas, da mesma forma que ocorre em uma empresa. "Em casa, nós criamos um fundo de viagens em que todos colaboram com um valor mensal. A ideia é unir a família para atingirmos nossos objetivos", exemplifica Kepler.

Fale sobre os problemas: seja aberto e converse sempre com a criança sobre os problemas que a família está passando e, principalmente, algo que a está incomodando. Questione-a e chame sua atenção para que ela comece a perceber oportunidades até nas dificuldades.

Não dê mesadas: não dê dinheiro ou coisas materiais para compensar nada que a criança faça. Ele cita como exemplo a própria família. Seus três filhos, de 12, 15 e 17 anos, já tocam os seus negócios próprios. "A Maria, a caçula, vende cupcake, churros e brigadeiros na escola. A televisão do quarto dela foi comprada com o dinheiro dela. O Davi, de 15, tem uma start-up um site para os pais comprarem o material escolar dos filhos e no qual as escolas podem cadastrar sua lista de materiais. Theo, o mais velho, tem uma produtora de eventos". De acordo com Kepler, alguns pais têm vergonha de deixar o filho vender coisas no prédio ou na escola e demonstram isso para ele. "Esta atitude pode criar um bloqueio nele no futuro".

Mostre que não há estabilidade financeira: não deixe que seu filho saiba que a "herança" dele será suficiente para deixá-lo totalmente tranquilo e acomodado. "Lá em casa, por exemplo, eles sabem que todo o meu dinheiro está investido em novas start-ups, que podem ou não dar certo. Eles não têm garantia nenhuma de que terão herança, por exemplo".

Divida notícias boas e ruins: mostre para seus filhos que tudo na vida tem o seu lado bom e ruim. Isso vale em debates sobre política, questões sociais e no mundo dos negócios. Falar apenas de coisas boas transmite para eles a ilusão de um mundo encantado. Falar sobre os dois lados vai estimulá-los a serem críticos no futuro.

Elogie as virtudes e estude os defeitos: valorize as virtudes e as qualidade da criança. Ensine-a a aprender a se auto avaliar de tempos em tempos e ajude-a a gerenciar suas limitações. Muitos pais costumam elogiar os aspectos que se orgulham e não investigam a raiz do problema de suas limitações. "Se o filho joga bem futebol e não é um bom estudante, por exemplo, alguns enfatizam isso nos diálogos e falam em tom de brincadeira que estudar não é o seu forte. Isso está errado. É preciso avaliar o que está acontecendo para ele não ser um bom aluno e ajudá-lo a melhorar neste aspecto".

Explique que fracassar não mata ninguém: muitos pais, para estimular os filhos, citam grandes líderes. No entanto, eles se esquecem de dizer quantas vezes alguns fracassaram até chegar onde chegaram. "Algumas pessoas têm medo de errar e de falhar e transmitem isso para o filho, o que é um equívoco. Ele precisa saber que durante a sua jornada cometerá erros e terá sacrifícios até atingir a sua meta".

Estimule o conhecimento: converse sobre negócios e outros assuntos que fogem da pauta do que a criança vê na escola e nos livros. Mostre artigos, posts, vídeos que apresentem casos de sucesso, de fracasso, de curiosidades e de histórias para ela aprender coisas fora do padrão e se inspirar.

Seja um mentor: um mentor faz perguntas e não somente aponta o caminho porque já passou por determinadas situações. Um professor ensina a história e o método dos outros. Um mentor propõe desafios, questiona e faz a criança perceber por conta própria que fazer as mesmas coisas gera somente resultados semelhantes.

Incentive a preocupação com o próximo: faça com que a criança se preocupe com os outros, que tenha empatia e queira ajudar alguém. Estimule seu filho a olhar por outras perspectivas para entender a dor do outro.

Saia de cena de vez em quando: um pai está sempre por perto e, com isso, a criança tem a sensação de segurança constante. Deixe seu filho ter iniciativa e dê espaço para ele fazer algumas atividades sozinho.

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terça-feira, 20 de agosto de 2013

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