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sábado, 6 de abril de 2013

Presidente da entidade que ‘diplomou’ Feliciano foi indiciado pela PF e é réu em ações do MPF


Durou pouco a “emoção” de Marcos Feliciano com a “homenagem” que recebeu da Federação Brasileira dos Direitos Humanos. À 1h07,  início da madrugada de sexta-feira (5), o deputado-pastor expôs no Twitter, conforme noticiado aqui, o “diploma” que recebera da entidade horas antes. Nove horas depois, já haviam sumido do microblog de Feliciano a foto do “diploma de defensor dos direitos humanos” e a nota em que ele dedicava o feito ao Todo-Poderoso —“A Deus toda glória!.” Os vestígios foram apagados porque, no início da noite passada, o “homenageado” já havia se dado conta de que a frase que ornava com o episódio era outra: Adeus toda glória!.

Chama-se Elizeu Simões Fagundes Rosa o presidente da entidade que “diplomou” Marco Feliciano (PSC-SP). Trata-se de um personagem conhecido das autoridades federais que cuidam de apurar e processar delitos. Elizeu foi investigado e indiciado pela Polícia Federal em quatro inquéritos. Todos resultaram em ações do Ministério Público Federal. Em pelo menos duas dessas ações, o signatário do “diploma” de Feliciano já desceu ao banco dos réus –uma civil e outra penal.

Antes de presidir a federação que reconheceu em Feliciano méritos que poucos foram capazes de enxergar, Elizeu comandou outra entidade: Conselho Federal de Defesa dos Direitos Humanos. Embora o nome insinue, não é uma organização pública. Mas tenta parecer estatal. Em ação civil pública protocolada na 13ª Vara Federal da Seção Judiciária do Distrito Federal, a procradora da República Luciana Loureiro Oliveira refere-se ao tal conselho nos seguites termos:

“[…] Constituída para ‘promover e defender os direitos humanos’, a entidade desempenha, em verdade, funções do poder público, sem qualquer autorização, ostentando denominação indevida, fazendo uso de símbolos públicos, e, valendo-se de fantasiosas prerrogativas, vem restringindo direitos de terceiros, na exata contramão dos objetivos que prega – a defesa dos direitos humanos.” A peça da procuradora Luciana pode ser lida aqui.

Em outro trecho, a petição fala de dinheiro: “Não bastasse a ilegalidade que reveste vários dos dispositivos do estatuto do Conselho Federal de Defesa dos Direitos Humanos, a entidade […] arregimenta pessoas incautas para que realizem cursos, chegando ao ponto de lhes prometer um fictício ‘emprego público federal’, acenando-lhes com possíveis salários de R$ 10 mil para ‘Delegado de Direitos Humanos’, R$ 6 mil para o cargo de ‘Defensor dos Direitos Humanos’ e R$ 3 mi para ‘Agente’, tudo conforme cartas acostadas ao Inquérito Policial.”

Luciana prossegue: “Dessas pessoas são igualmente cobradas taxas de inscrição nos valores de R$ 140,00 e R$ 80,00 para os cargos de ‘Delegados’ e ‘Defensores’, respectivamente. Além disso, a entidade ainda cobra o valor de R$ 30 para subsidiar a confecção das ‘carteiras funcionais’, como demonstram os recibos coletados no referido inquérito. Em termos bem simples, a entidade ré, com essas práticas, patrocina verdadeiro estelionato…”.

‘Insígnia da PF’

Noutra ação, dessa vez penal, Elizeu tornou-se réu graças ao procurador da República José Robalinho Cavalcanti. Ele resume a encrenca no cabeçalho da petição: “Estelionato. Entidade denominada Conselho Nacional de Defesa dos Direitos Humanos, o qual seria presidido por Elizeu Simões Fagundes Rosa, autodenominando-se delegado chefe do referido ente. A entidade não teria nenhum vínculo com o poder público, porém usa insígnia assemelhada à da Polícia Federal, passando-se os membros da entidade por agentes públicos do governo brasileiro, utilizando-se de viaturas caracterizadas, carteiras funcionais, uniformes, bótons e até sedes fiscais com o nome de delegacias.”

Não é só: No diploma concedido pela federação do doutor Elizeu ao presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, lê-se que o portador do documento está “respaldado pela Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU) […] e protegido pelo decreto 6.044/07” –foi editado por Lula em 12 de fevereiro de 2007, para instituir a “Política Nacional de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos.” Nada do que está escrito no papel dado a Feliciano corresponde aos fatos.

Giancarlo Summa, diretor do Centro de Informação da ONU no Brasil, declara: “A afirmação contida no diploma da Federação Brasileira dos Direitos Humanos não é verdadeira. A entidade não possui qualquer vínculo com a ONU e o título de Embaixador dos Direitos Humanos não existe dentro do Sistema ONU no Brasil. Aproveitamos a oportunidade para lembrar que o título é somente concedido pelas Nações Unidas e, em hipótese alguma, por quaisquer entidades externas ao próprio Sistema ONU.”

A Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República esclarece: citado em diplomas como o que foi entregue a Feliciano, o decreto presidencial número 6.044/07 não fornece amparo legal às atividades da federação presidida por Elizeu. Hoje, há no Brasil cerca de 300 “defensores dos direitos humanos” legalmente reconhecidos. Receberam o título ao final de processos submetidos à análise de um “grupo interdisciplinar” da secretaria da Presidência. Nada a ver com a federação de Elizeu ou entidades análogas.

Há mais: em 18 de outubro de 2011, o Grupo Tortura Nunca Mais enviou ofício ao procurador-chefe da Procuradoria da República na Bahia, Wilson Rocha de Ameida Neto. No texto, a entidade pede “a apuração de atividades ilegais realizadas pela Federação Brasileira de Direitos Humanos”. Anota que a organização do doutor Elizeu “vem se utilizando indevidamente do decreto 6.044/07”, para atuar como “entidade congregadora e protetora dos defensores dos direitos humanos.”

Relata-se no ofício um episódio supostamente ocorrido em 15 de outubro de 2011, num clube do município baiano de Ribeira do Pombal. Havia no ambiente pessoas da federação presidida por Elizeu. Diz o ofício: “Circulavam pelo evento com coletes, à semelhança daqueles utilizados pela polícia, portando crachá com o Brasão da República, que os identificava como Defensores de Direitos Humanos. Essas pessoas traziam consigo ainda um caderno de notificações.” Assina o texto José Antonio de Carvalho, coordenador-executivo do Programa Estadual de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos da Bahia.

‘Usurpação de Função Pública’

Cópia desse ofício foi enviada pela Procuradoria da República à Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência. Dali seguiu, em 19 de janeiro de 2012, para a Polícia Federal (ofício número 37/2012-SNPDDH/SDH/PR). Requisitaram-se providências para esclarecer os “indícios de suposta prática do crime de usurpação de função pública”. O pedido desceu à mesa do delegado Delano Cerqueira Bunn, da Divisão de Direitos Humanos da PF. Resultou num dos quatro inquéritos policiais em que Elizeu foi indiciado. Concluída a investigação, a encrenca foi devolvida à Procuradoria da República, na Bahia.

Alcançado pelo blog no escritório mantido em Salvador pela Federação Brasileira dos Direitos Humanos, Elizeu Rosa (à esquerda na foto) atribuiu os inquéritos policiais e as ações judiciais que o assediam a uma “perseguição do PT”. Como assim? “Queriam dominar o Conselho e fazer de laranja, para empurrar dinheiro público. Como não conseguiram transformar em laranja, jogaram a Polícia Federal em cima. Eu refuto todas as acusações.”

Elizeu disse que jamais foi chamado para prestar esclarecimentos. O repórter estranhou: a PF o indiciou sem ouvi-lo? E ele: “Fui chamado na Polícia Federal, mas na Justiça ainda não teve nenhuma audiência comigo para ser ouvido nesses processos.” Acredita que serão “arquivados”. Sustenta que todas as ações judiciais referem-se ao Conselho Federal de Direitos Humanos. “Deixei a presidência em 2010 e o conselho já foi extinto”, acrescenta Elizeu. Na sua versão, nada há na Justiça contra a Federação que concedeu diploma a Marco Feliciano.

Elizeu fala da federação não como presidente, mas como dono: “Eu tenho Oscip”, diz ele, referindo-se ao registro que o Ministério da Justiça concede às Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público. O repórter confirmou. A entidade de Elizeu foi registrada em 2011. Declarou um patrimônio de escassos R$ 5 mil. Vence no mês que vem o prazo para que a federação apresente à pasta da Justiça suas contas de 2012. “Não recebemos dinheiro público, somente doações dos voluntários. Além disso, ministramos cursos de cidadania, de ética, vários cursos para empresas e escolas. Algumas fazem contribuições.” Qual é o orçamento anual da entidade? “Isso não posso dizer. Só digo que não tem verba pública.”
Sobre o fato de a ONU ter tomado distância de sua organização, Elizeu declarou: “Quem emite o certificado não é a ONU, é a federação. Mas é a resolução da ONU que dá garantia aos defensores dos direitos humanos na sua atuação.”  O repórter insistiu: a representação da ONU no Brasil não reconhece sua entidade. E ele: “Ninguem no Brasil pode dizer isso, só quem pode dizer é a ONU dos Estados Unidos, que credencia e reconhece as entidades através das suas resoluções. No Brasil, eles não têm razão nenhuma para aprovar ou desaprovar entidades.”

E quanto à alegação da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência de que o decreto presidencial 6.044/07 não legitima as atividades da federação? “Quem nomeia defensores de direitos humanos não é o governo, são as entidades. Defensor é um título da sociedade civil. É voluntário, não paga salário. Isso é um titulo honorífico.”

‘Capelão da ONU’

O nome de Elizeu Fagundes Rosa aparece também no site de outra entidade dita social. Chama-se “Conselho Superior de Ministros Religiosos, Capelães e Juízes de Paz Eclesiástico”. Ali, Elizeu é identificado como “ministro presidente”. À frente do seu nome aparecem as letras ‘Pr.’, como são identificados os pastores. O repórter quis saber: o senhor é pastor?  E Elizeu: “Não. É porque eu sou teólogo e ministro. Eles botam o ‘Pr’ porque a maioria dos evangélicos acha que todo mundo que é teólogo é pastor”.

Qual é a sua denominação religiosa? “Eu não tenho denominação certa, não. Eu acredito em Deus e Jesus Cristo, mas não tenho igreja firmada.” Estudou teologia? “Sou formato em teologia e sou estudante de Direito.” Curiosamente, o tal conselho eclesiástico também se jacta de possuir vínculos com as Nações Unidas: “Reconhecido na resolução 53/144/1998 da ONU”, anota o site. A entidade traz gravada na sua logomarca os dizeres como esse: “Autoridade Civil Religiosa.” Ou esse: “Trânsito Livre.” E mais esse: “Capelão das Forças de Paz da ONU.” A ONU, evidentemente, afirma que nada tem a ver com tudo isso.

A certa altura da conversa, Eliseu queixa-se ao repórter. “Só estão olhando essas coisas porque demos um diploma a Marco Feliciano. Aprovamos também um para o Jean Willys [deputado federal do PSOL]. Apenas não conseguimos contato com ele para marcar a data da entrega. Se já tivéssemos passado a ele ninguém diria nada. Querer sacrificar a minha pessoa porque dei um título a Marco Feliciano é muita baixaria, uma falta de respeito e de consideração.”

De resto, Elizeu disse que Feliciano é “ficha limpa” e sua igreja realiza um trabalho social “reconhecido”. “Amanhã, se ele for condenado por seus pares, se for cassado, nós cassamos também o diploma. Nossa entidade é apartidária e tem na diretoria pessoas de vários credos. O presidente é cristão, o vice é evangélico, o secretário é ateu, o tesoureiro é espírita, o ordenador é do candomblé. Somos uma entidade séria.”

Fonte: uol.com.br

sexta-feira, 15 de março de 2013

Médica alega ter sido pressionada a cometer fraude, dizem advogados


Thauane Ferreira prestou depoimento no Ministério Público em Ferraz.
Profissional foi flagrada registrando ponto no Samu com dedos de silicone.
Médica flagrada com dedos de silicone chega ao Ministério Público. (Foto: Pedro Carlos Leite/G1)

A médica que foi flagrada usando dedos de silicone, em Ferraz de Vasconcelos, disse ao Ministério Público, nesta sexta-feira (12), que foi pressionada a cometer a fraude, segundo os advogados dela.
O depoimento terminou por volta das 12h. Thauane Nunes Ferreira, de 29 anos, não falou com a imprensa, mas segundo os advogados Celestino Gomes Antunes e José Silva Garcia Vichinski, a médica declarou que desde que chegou para trabalhar no Samu foi imposta essa condição de usar os dedos de silicone para registrar a presença de outros médicos. Eles contaram ainda que ela relatou ter se recusado a princípio, mas foi ameaçada pelo ex-coordenador do Samu, Jorge Cury, de perder o emprego. “No depoimento ela confirmou que quem mandava ela registrar os dedos era o Jorge Cury.”
Thauane foi flagrada por guardas municipais usando dedos de silicone para marcar ponto para colegas no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), no domingo (10). Ela e outros cinco profissionais, incluindo o coordenador do serviço, Jorge Cury, foram afastados do trabalho pela prefeitura enquanto uma sindicância é feita.
Os defensores de Thauane disseram que ela não é uma médica rica, sendo recém-formada e, por isso, sentia-se com o emprego ameaçado. Os médicos repassariam os valores dos plantões não trabalhados ao coordenador. “Ela tinha prejuízo porque tinha que pagar os impostos sobre as transações bancárias resultantes da fraude.” Eles também não confirmaram o valor que ela pagava para o Jorge Cury.

Advogados acompanharam médica em depoimento
no Ministério Público. (Foto: Pedro Carlos Leite/G1)
Segundo os advogados o valor variava entre R$ 4 mil a R$ 4,4 mil, que eram pagos com frequência irregular. “Algumas vezes era uma vez por mês, outras duas vezes por mês. A Thauane tem os comprovantes dessas transferências”. Quanto à denúncia feita por um ex-funcionário do Samu que não quis se identificar que Jorge Cury assinava atestados de óbito em branco, os advogados disseram que Thauane não mencionou nada sobre isso no depoimento e que ela desconhecia essa prática.
Jorge Cury falou sobre o caso por telefone apenas no dia do flagrante, no domingo. Ele disse que não tinha conhecimento das irregularidades e que foi surpreendido pela notícia. “Isso é um absurdo! Sou funcionário da prefeitura há 25 anos. Eu nunca soube disso. Passo no Samu todo domingo e nunca faltava funcionário. Hoje que não fui aconteceu isso.”
Segundo os advogados, em seu depoimento, Thauane não confirmou a participação de outros médicos na fraude e negou que disse que a médica Aline Cury nunca trabalhou no Samu. “A Thauane veio prestar depoimento para o inquérito civil por improbidade administrativa. Ela não denunciou que Aline Cury não trabalhava nem mencionou que outros médicos participavam do esquema”, afirmou o advogado Celestino.
Um dos comprovantes impressos pelo equipamento de ponto depois do uso dos dedos de silicone, no domingo, era de Aline Monteiro Cury, que segundo a prefeitura é filha do ex-coordenador do Samu, Jorge Cury. “Em cerca de dez anos de trabalho não existe relatório de quadro médico assinado por ela, só registro de entrada e saída”, afirmou o secretário de Segurança, Carlos César Alves. O G1 tenta localizar o telefone de Aline.
Adiamento

Advogados da médica flagrada usando dedos de silicone (Foto: Pedro Carlos Leite/G1)
Segundo o Ministério Público, o depoimento do ex-coordenador do Samu, Jorge Cury, marcado para às 13h desta sexta-feira (15) foi adiado. O MP informou que ele está internado e, por isso, houve o adiamento. O ex-coordenador deve comparecer ao MP somente em 26 de março.
A promotoria pública não falou com a imprensa sobre o depoimento. O MP informou apenas que uma nota será divulgada ainda nesta sexta-feira no site do Ministério Público.

Médica foi apreendida com seis dedos de silicone.
(Foto: Gladys Peixoto/G1)
Entenda o caso
No domingo, a Guarda Municipal gravou imagens do momento em que a médica Thauane fraudava o sistema. Com a médica, foram apreendidos seis dedos de silicone e comprovantes impressos pelo equipamento que controla o horário dos funcionários. Ela chegou a ser detida por falsificação de documento público, mas foi solta porque a Justiça concedeu um habeas corpus. Segundo a polícia, em seu depoimento Thauane contou como era o esquema e apontou que ele seria chefiado pelo então coordenador do Samu, Jorge Cury.
O secretário municipal de Segurança, Carlos César Alves, disse que os médicos do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) tinham que repassar o valor ganho pelos plantões não trabalhados ao coordenador da unidade, Jorge Cury.  A vantagem dos profissionais seria a flexibilização da agenda para poder trabalhar em outros locais. “Cada médico que participava do esquema pagava R$ 1,2 mil por turno de 24 horas aos fins de semana para o Jorge Cury”. Alves ainda afirmou que o pagamento era feito por transferência bancária.
Investigações
O Ministério da Saúde informou que começou uma auditoria no Samu de Ferraz de Vasconcelos. O trabalho teve início com a análise de documentos, mas técnicos devem visitar a unidade.
A Polícia Civil abriu dois inquéritos para apurar as fraudes: um específico para tratar do flagrante envolvendo a médica e outro para verificar como o esquema funcionava. O Ministério Público também investiga o caso.
Dedos de silicone seriam usados por médicos e enfermeiro para fraudar ponto eletrônico. (Foto: Gladys Peixoto/G1)
A Câmara de Ferraz de Vasconcelos abriu uma Comissão Especial de Inquérito para investigar as fraudes na sessão de segunda-feira. O Conselho Regional de Medicina (CRM) informou que deve abrir uma sindicância para apurar as denúncias.
Fonte: G1

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Nicole Kidman nunca falou com Katie Holmes Sobre Tom Cruise Dividir


Nicole Kidman
CORTESIA OMS MAGAZINE
Katie Holmes
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Nicole Kidman
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Tom Cruise
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Nicole Kidman  diz que - ao contrário do relatos da mídia - ela nunca aconselhou  Katie Holmes em sua  recente ruptura  de  Tom Cruise "Eu nunca falei com ela.. Desejo a todos bem, mas eu não estava envolvido em nada disso ", Kidman, que resistiu a sua separação próprio emocional da estrela em 2001, diz publicação Popular irmã australiana,  OMS revista , para sua edição de 20 º aniversário, que pediu ao O vencedor do Oscar de olhar para trás em seus próprios últimos 20 anos.
Ainda Kidman, 45, resplandecente procura em uma propagação de cinco páginas pictórica - e de volta a seus naturais cabelos vermelhos - diz que ela é grata por seu casamento de 10 anos para Cruise, 50, porque ele ajudou a moldar sua família, agora quatro filhos forte.
"Eu me casei muito rápido e muito jovem. Mas eu não me arrependo de que, porque isso me [crianças] Bella e Connor e eu tinha um casamento fantástico para um longo período ", disse Kidman, agora  casada  a estrela da música country e Aussie companheiro  Keith Urban desde 2006.
Embora seu primeiro casamento não era para sempre-depois que ela sonhou, ela olha para trás filosoficamente sobre esse período turbulento de sua vida, dizendo que a experiência foi "tudo parte do crescimento."
"Houve momentos seguintes [o divórcio] quando eu pensei, 'Uau, isso é mais só a existência, mais solitária", Kidman disse à revista. "Mas, com Tom, que era uma década fantástica. Desejo a todos as pessoas que estiveram envolvidas na minha vida também, porque é muito importante para mim estar em um lugar do perdão e do amor. "
Nicole Kidman nunca falou com Katie Holmes sobre Tom Cruise Split | Keith Urban, Katie Holmes, Nicole Kidman, Tom Cruise
Nicole Kidman
CORTESIA OMS MAGAZINE
Seu relacionamento com Urban mantém sua casa em Nashville, onde a quota de dois a paternidade de  seus dois filhos : Fé, que serão duas em dezembro e foi entregue por um substituto, e  Sunday Rose, agora 4 .
"Estou surpreso que eu tenho sido uma mãe para tanto da minha vida agora. É estranho, mas por causa deles eu não me sinto 45 ", disse ela, dizendo também que ela tem uma grande empatia por aqueles mulher tendo um momento difícil conceber uma criança.
"Eu já havia tentado e não conseguiu e não conseguiu", disse ela. "Toda mulher que já passou por todos esses altos e baixos conhece a depressão que vem com ele. Então, do jeito que aconteceu com o domingo era como, 'O quê?' Os percentuais foram tão baixo. É o milagre na minha vida. "
Ela acrescentou: "Todos os meus filhos são os destaques da minha vida. Eles são todos meus maiores alegrias. "
FONTE: PEOPLE.COM
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