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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

F1 Brasil : Como Rosberg pode ganhar o título no Brasil

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 09 de novembro de 2016
 A história pode ser feita neste fim de semana no Brasil - triunfo, e Nico Rosberg vai garantir-se uma primeira Formula One coroa campeonato mundial. Na verdade, existem seis maneiras em que o alemão pode conquistar o título em Interlagos, como detalhes abaixo ...



Como o gráfico indica, o título está nas mãos de Rosberg. Com uma margem de 19 pontos sobre Lewis Hamilton se dirigem para o Brasil, a vitória daria ao alemão um pontos inatacáveis ​​conduzir - e, portanto, a 2.016 coroa. Se isso vier a acontecer, ele seria apenas o segundo filho-de-um-past-campeão para levar o título si mesmo - a única outra vez que isso aconteceu na história estava com Graham Hill (campeão em 1962 e 1968) e filho Damon (campeão em 1996).

Rosberg também pode ganhar o título se:

Ele termina em segundo e Hamilton é o quarto ou menor
Ele termina em terceiro e Hamilton é o sexto ou menor
Ele termina em quarto lugar, e Hamilton é o oitavo ou menor
Ele termina em quinto lugar, e Hamilton é o nono ou menor
Ele termina em sexto, e Hamilton é 10º ou menor
Se Rosberg termina sétima ou inferior, o título vai descer para Abu Dhabi, independentemente de onde termina Hamilton.

Igualmente um triunfo Hamilton também garantir o título vai para baixo para o fio em Abu Dhabi - que seria a segunda vez em três anos que os dois homens contestaram um campeonato título mundial em Yas Marina.


A história não é exatamente do lado de Hamilton embora - o britânico tem nove partidas no Brasil, mas ainda está por vencer. Por outro lado Rosberg ganhou as duas últimas corridas no país ...


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sábado, 4 de julho de 2015

Formula 1 : Hamilton bate Nico, e Massa arranca 3º lugar no grid para GP da Inglaterra

Britânico desbanca companheiro de Mercedes, que vinha bem nos treinos livres, e faz a pole. Williams supera Ferrari. Felipe Nasr larga em 16º. Corrida é às 9h de domingo



Piloto da casa, Lewis Hamilton viu seu companheiro de Mercedes, Nico Rosberg, se sobressair nos treinos livres de sexta-feira e dominar boa parte do treino classificatório deste sábado para o GP da Inglaterra, válido pela 9ª etapa da temporada 2015 da Fórmula 1. Mas no Q3, na hora que a pole estava em jogo, o britânico fez valer o fator casa, anotou o tempo de 1m32s248, e conquistou a posição de honra do grid de largada. Com 1m32s361, o alemão completou mais uma dobradinha para as Flechas de Prata. O placar de poles está 8 a 1 para Hamilton contra Nico em 2015. Foi também a 46ª pole do inglês na carreira, que deixa Sebastian Vettel para trás e se isola como terceiro a mais largar na frente na F-1, atrás apenas de Michael Schumacher (68) e Ayrton Senna (65).
Se na primeira fila não teve surpresas, o grande destaque da atividade foi Felipe Massa. O brasileiro da Williams encaixou uma boa volta nos segundos finais, 1m33s085, e arrancou o terceiro lugar no grid, à frente de seu parceiro de time, Valtteri Bottas, o quarto com 1m33s149. Discreta nos treinos livres, a Williams acabou desbancando a Ferrari na classificação. Em quinto, Kimi Raikkonen foi o melhor do time italiano, seguido por Sebastian Vettel. 
Diferentemente de Massa, Felipe Nasr não teve um bom dia. O jovem brasileiro foi eliminado logo no Q1 e ficou com a 16ª posição. Apesar da Sauber não apresentar bom ritmo no circuito inglês, o sueco Marcus Ericsson ainda conseguiu avançar ao Q2, e larga em 15º, em um dos poucos revezes de Nasr para o parceiro no duelo interno em 2015. 
Q1
Por apenas um centésimo, Felipe Nasr acabou eliminado logo no Q1, ao ficar com o 16º tempo. Caíram também os pilotos da McLaren, Fernando Alonso e Jenson Button, e da Manor, de Will Stevems e Roberto Merhi. 
Lá na frente, a dupla da Ferrari usou pneus médios para rivalizar com os concorrentes da Mercedes, que usaram compostos duros. Raikkonen fez o melhor tempo do Q1, 1m33s426, e Vettel foi o terceiro, atrás de Rosberg e à frente de Hamilton. Massa avançou na 9ª posição, enquanto seu companheiro Bottas passou com o 5º tempo. 
Avançaram para o Q2: RAI, ROS, VET, HAM, BOT, PER, RIC, KVY, MAS, HUL, SAI, ERI, GRO, VER, MAL
Eliminados no Q1: NAS, ALO, BUT, STE, MER
Q2
No Q2, com todos os pilotos com pneus médios, Rosberg se sobressaiu, com o tempo de 1m32s737. Hamilton, por sua vez, passou em terceiro, atrás de Bottas, que encaixou uma surpreendente boa volta, 1m33s020, nos segundos finais. Massa garantiu vaga no Q3 com o sétimo tempo, atrás de Kvyat, Vettel e Hulk. Quem levou um susto foi Raikkonen. O finlandês teve seu melhor tempo deletado por extrapolar os limites da pista na curva 9 e precisou fazer outra volta rápida, avançando em 9º. Ricciardo e Sainz completaram os 10 que avançaram para a disputa da superpole. Foram eliminados: Pérez (Force India), Romain Grosjean (Lotus), Max Verstappen (STR), Pastor Maldonado (Lotus) e Marcus Ericsson (Sauber).
Avançaram para o Q3: ROS, BOT, HAM, KVY, VET, HUL, MAS, RIC, RAI, SAI
Eliminados no Q2: PER, GRO, VER, MAL, ERI    
Q3

Ricciardo abriu os trabalhos no Q3 com 1m33s943, mas logo foi desbancado pelo pelotão, com exceção de Hulk. Nas primeiras tentativas de voltas, Hamilton anotou o melhor tempo, 1m32s248, seguido por Rosberg, Bottas e Massa. A dupla da Ferrari vinha depois, com Kimi e Vettel.
Como de costume, todos os pilotos foram para os boxes para colocar novos jogos de pneus para os minutos finais. Nem Hamilton e nem Rosberg conseguiram melhorar seus tempos nas últimas tentativas e a pole ficou com o britânico. O único a evoluir na parte final foi Massa, que pulou para terceiro, desbancando Bottas e os carros da Ferrari.




Grid de largada para o GP da Inglaterra:
1    Lewis Hamilton    Mercedes    1m32s248    -
2    Nico Rosberg    Mercedes    1m32s361    0s113
3    Felipe Massa    Williams/Mercedes    1m33s085    0s837
4    Valtteri Bottas    Williams/Mercedes    1m33s149    0s901
5    Kimi Raikkonen    Ferrari    1m33s379    1s131
6    Sebastian Vettel    Ferrari    1m33s547    1s299
7    Daniil Kvyat    RBR/Renault    1m33s636    1s388
8    Carlos Sainz    STR/Renault    1m33s649    1s401
9    Nico Hulkenberg    Force India/Mercedes    1m33s673    1s425
10    Daniel Ricciardo    RBR/Renault    1m33s943    1s695
11    Sergio Perez    Force India/Mercedes    1m34s268    2s020
12    Romain Grosjean    Lotus/Mercedes    1m34s430    2s182
13    Max Verstappen    STR/Renault    1m34s502    2s254
14    Pastor Maldonado    Lotus/Mercedes    1m34s511    2s263
15    Marcus Ericsson    Sauber/Ferrari    1m34s868    2s620
16    Felipe Nasr    Sauber/Ferrari    1m34s888    2s640
17    Fernando Alonso    McLaren/Honda    1m34s959    2s711
18    Jenson Button    McLaren/Honda    1m35s207    2s959
19    Will Stevens    Marussia/Ferrari    1m37s364    5s116
20    Roberto Merhi    Marussia/Ferrari    1m39s377    7s129


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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Felipe Massa: 'Eu acredito no meu potencial, e sempre acreditei'

 Após renovar contrato com a Ferrari, piloto conversa com Galvão Bueno na Itália e garante estar preparado para conquistar o título mundial em 2013



Felipe Massa renovou seu contrato com a Ferrari. São dez anos de história do piloto brasileiro, sendo que sete deles como piloto profissional. Em entrevista exclusiva a Galvão Bueno, em Fiorano, na sala do Comendador Enzo Ferrari, o piloto brasileiro revela a emoção de estar mais uma temporada correndo pela equipe e afirma que se sente preparado para lutar pelo mundial de 2013.


No último Grande Prêmio da Bélgica, o piloto ficou em quinto lugar e fez uma das melhores corridas dos últimos anos. De 2010 para cá, após se recuperar do acidente, Massa não teve um bom desempenho. Com a renovação do contrato, ele espera reconquistar a torcida brasileira, ganhar o campeonato e encerrar a carreira de forma brilhante.


Com um novo contrato, você é um Felipe Massa com a cabeça voltada para o título que você quer, sempre quis e acredita que possa chegar?
Massa - O título é o que mais me interessa. Estou lutando e brigando para conquistar o que quero. Eu acredito no meu potencial, e sempre acreditei.


Mais uma vez você assinou o contrato e continua na Ferrari. O que é continuar na Ferrari e disputar mais um título?
É um sonho que continua. A vontade está ainda maior para conseguir um título e para encerrar uma carreira maravilhosa que eu tenho. Mais um sonho e uma realização pela qual  lutei a minha vida toda para conseguir.


O que é ser piloto Ferrari? O que é viver isso aqui? Dormir na casa do comendador e participar dessa vida?
Isso é um sonho. É algo difícil de você conseguir. Poucos pilotos têm a possibilidade de falar que foram um piloto Ferrari por muitos anos. Eu sou o piloto que mais corridas pela Ferrari fez, depois do Schumacher. Nunca imaginei chegar a essa situação. Lógico que me falta um campeonato, sem dúvida, mas eu quero e vou lutar até o fim para conseguir isso.


Quem o procurou? Como é que foi? Você acordou, tocou o telefone e alguém disse: "Aqui é o Jean Todt, da Ferrari e quero conversar com você..."
Na verdade, eu estava sendo procurado por muitas pessoas no meio da Fórmula 1. Tinha uma pessoa que me patrocinava e me dava uma ajuda para viver na Fórmula 3000. Essa pessoa conhecia o Jean Todt, e com isso arrumou uma reunião.

E a perna? Tremia muito?
Tremia muito. Eu ali conversando com ele em italiano. Lembro que entrei na sala dele, que hoje é a sala do Dominicali. Ele me fez várias perguntas. E falou: “Bom, prazer em conhecê-lo e vou analisar o seu ano. Então, trate de vencer o campeonato e depois a gente volta a conversar.” Eu venci o campeonato, voltei para conversar e assinamos o contrato, que era de oito anos.


A Ferrari é tão importante que, quando você saiu da Sauber para voltar para a Ferrari, recebeu uma proposta da BMW com muito mais dinheiro que poderia ganhar na Ferrari. Deixou o dinheiro de lado para realizar o sonho de pilotar na Ferrari?
Exatamente. Eu tinha três anos de contrato com a BMW no papel e com um salário bem interessante perto do que eu já tinha visto na vida. Mas um ano só de contrato que a Ferrari me propôs foi o suficiente para ir para a equipe certa.


Você fez um ano com o Shumacher e depois vieram dois anos, 2007 e 2008. Em 2007, cedeu uma vitória para o Kimi ser campeão. E em 2008 ele cedeu um segundo lugar para você disputar um título. O que é ser um piloto Ferrari disputando um título mundial?
É uma experiência única. Uma experiência incrível, ainda mais correndo no Brasil. Acho que foi um ano maravilhoso. Não foi na última corrida que eu perdi o título, porque fiz uma excelente corrida. Aconteceu um pouco antes, em outras corridas, em que não consegui chegar por alguns motivos. Mas essa foi uma história muito importante na minha vida.


Aí vem 2009, o acidente... Felipe, você não lembra de nada do acidente?
Não. Eu não sei nem se vi ou não a mola. Eu acho que não vi. Eu tomei aquele tranco e apaguei. O acidente não faz parte da minha memória. Lembro depois, não no momento em que acordei, mas depois de algum tempo eu tenho algumas lembranças do hospital, mas o acidente não faz parte da minha cabeça.


Você queria correr imediatamente depois do acidente, mas só voltou em 2010. Foi melhor? A Ferrari agiu corretamente com você?
Acho que sim. Até porque eu estava bem, você viu. Depois de algum tempo, estava em casa com o machucado, mas estava bem e normal. O caminho certo foi esperar para voltar quando estivesse 100% recuperado.


Felipe, já fizeram essa pergunta pra você várias vezes. Mas, o acidente não tem nada a ver com a falta de resultado?
O acidente não mudou nada do que eu era antes e do que sou hoje. Nada aconteceu dentro de mim. Então, foi uma falta de resultado mesmo o que aconteceu nos últimos anos. Eu posso garantir que não foi acidente.

Vettel segue Alonso e se afasta de eventos promocionais por concentração rumo ao tri da F1


Na reportagem publicada pelo diário britânico ‘The Telegraph’, Sebastian Vettel, que chegará à Índia na quarta-feira (24), quer ficar longe dos holofotes para focar apenas no tricampeonato

A temporada 2012 da F1, a mais equilibrada da história, chega à sua reta final e decisiva a partir do próximo fim de semana, quando será disputado o GP da Índia, 17ª etapa do Mundial, de um total de 20 corridas. Embora até Jenson Button, sexto colocado, tenha chances matemáticas de título, o campeonato tem, como grandes favoritos, Sebastian Vettel e Fernando Alonso. Na busca pelo terceiro título mundial, ambos adotaram a mesma tática: evitar ao máximo a presença em eventos promocionais. Tudo pelo foco no tri da F1.


Na semana passada, a mídia espanhola divulgou a informação que Alonso deve ficar, sempre que possível, distante de quaisquer eventos de mídia — com exceção dos oficiais, nos finais de semana de GP —, já a partir de Buddh, passando por Abu Dhabi, Estados Unidos e Brasil. O espanhol também vai reduzir significativamente seu tempo em eventos promocionais, tanto de seus patrocinadores particulares como também os promovidos pelos apoiadores da Ferrari.


Buscando o máximo de concentração e foco para as últimas quatro etapas do Mundial, Vettel adotou procedimento parecido. Tudo pelo tricampeonato consecutivo da F1, algo que não acontece desde os anos de ouro de Michael Schumacher na Ferrari, na década passada. Segundo reportagem do diário britânico ‘The Telegraph’, o piloto da Red Bull viaja na quarta-feira (24) para a Índia justamente “para não agendar possíveis distrações, como eventos promocionais”.


De acordo com uma fonte, oriunda da Red Bull, Vettel, novo líder do Mundial de Pilotos, parece estar decidido a não mais deixar o topo nesta temporada. “Faltam quatro corridas, e ele está determinado a manter o foco. Ele quer fazer o tricampeonato consecutivo. Ele parece obcecado”, disse a fonte ao ‘The Telegraph’.


Dessa forma, o alemão ficará de fora de um evento de mídia da Red Bull, que será uma partida promocional de críquete — esporte mais popular da Índia, ex-colônia britânica — com a estrela local Gautam Gambhir, na quarta-feira. Apenas Mark Webber estará presente.


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