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sábado, 13 de junho de 2015

News : ESTADOS UNIDOS INVESTIGAM CONTRATO ENTRE NIKE E CBF

Acordo foi firmado em 1996, com valor de cerca de US$ 160 milhões

Nike e CBF mantêm contrato desde 1996

O escândalo de corrupção no futebol atinge mais uma vez a CBF.
Dessa vez envolvendo a entidade e a Nike, empresa americana de
material esportivo. De acordo com o The Wall Street Journal, o
Departamento de Justiça dos Estados Unidos investiga o contrato
da Nike com a CBF assinado em 1996 no valor de cerca de US$
160 milhões. Mas ainda não há nenhuma acusação formal contra
a empresa.
Faz parte da investigação, sempre de acordo com documentos
obtidos pelo jornal americano, o pagamento de outros US$ 40
milhões em conceito de “despesas de marketing, que não estavam
registrados no acordo inicial entre a Nike e a CBF, e foram
depositados em uma conta bancária da Suíça. O Estado havia
revelado esse pagamento em maio, quando estourou o escândalo
de corrupção na Fifa, Conmebol, dirigentes e empresários.
O contrato também é investigado pela Polícia Federal e Receita
Federal do Brasil, conforme o Estado revelou no início do processo
deflagrado pela Justiça americana.
O documento ao qual o Wall Street Journal teve acesso não
identifica a Nike pela sua marca. A referência é “uma
multinacional esportiva americana”. Segundo o jornal, fontes
ligadas à investigação confirmaram que se trata mesmo da Nike.
Quando o FBI e Justiça dos Estados Unidos abriram a operação
no futebol e suspeitas sobre a Nike surgiram, a empresa divulgou
uma nota oficial se colocando à disposição para colaborar com as
investigações. “Como qualquer seguidor do futebol, nos
preocupamos de forma apaixonada por este jogo e nos preocupam
estas muito séria alegações. Nós somos contra qualquer forma de
manipulação ou suborno”, diz a nota da Nike.

RENOVAÇÃO

O contrato entre a Nike e a CBF, assinado em 1996, foi renovado
em 2006. Investigações apontam que Ricardo Teixeira, expresidente
da CBF, teria sido beneficiado com um aporte de US$
40 milhões de propina no ato da assinatura do novo contrato. Não
há nenhuma acusação oficial contra Teixeira e a empresa
americana de material esportivo.

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Esportes : COMO JOSEPH BLATTER CONQUISTOU APOIO EM TROCA DE AGRADOS

Dirigente manteve alianças com 'rincões esquecidos' do futebol


As Ilhas Cayman têm uma das piores seleções do mundo, o futebol
não é o principal esporte do país e sua população inteira caberia
dentro do Maracanã. Ainda assim, desde 2008, a Fifa enviou para
a ilha quase US$ 2 milhões para a construção de dois campos de
futebol. Em março de 2014, mais US$ 500 mil foram destinados ao
país, com a promessa de que o dinheiro seria usado para a
construção de gramas artificiais. Sete anos depois, nem os campos
nem o gramado existem.
Nos rincões mais esquecidos do planeta, nos locais menos
tradicionais para o futebol e nas cidades mais marginais dos
centros de poder, a Fifa está presente. Nos últimos 20 anos,
Joseph Blatter construiu sua base de poder proliferando campos
de futebol. Mas, junto com eles, vieram agrados, dinheiro e
subornos a cartolas que passaram a ser aliados incondicionais. Na
prática, era um sistema que o garantia votos e cinco vitórias
seguidas em eleições. Em troca, Blatter não perguntava muito qual
era o destino do dinheiro para 'o desenvolvimento do futebol'.
Ao total, a Fifa já gastou mais de US$ 284 milhões na construção
de 668 campos de futebol pelo mundo. Cada um deles, em média,
custa US$ 565 mil, um investimentos que traz um retorno
esportivo medíocre. Mas uma aliança política sólida.
No centro do escândalo está o projeto Goal, destinado a levar o
futebol a locais pobres, com a construção de centros de
treinamento, campos e infraestrutura. Mas a realidade é que,
segundo auditores e mesmo dirigentes, o dinheiro em muitos casos
jamais chegou aos jogadores.
Em cada um desses locais, placas em homenagem a Blatter, bustos
e fotos marcam a homenagem que o país­sede faz ao cartola suíço
Mas os escândalos sobre o uso desse dinheiro do futebol se
proliferaram na mesma velocidade que sua imagem pelo mundo.
Auditorias revelaram que, em muitos dos casos, parte do dinheiro
foi para o bolso dos dirigentes ou usado de uma forma que acabou
enriquecendo esses oligarcas da bola.
Uma das entidades envolvidas num escândalo é a Federação de
Futebol do Nepal. Uma auditoria constatou que a entidade
realizou 'movimentos inapropriados de fundos' e seu presidente,
Ganesh Thapa, passou a ser investigado. Na Fifa, nenhum aliado é
punido. Zurique enviou auditores da KPMG que sugeriram
'mudanças importantes' no funcionamento da entidade e dos
gastos com projetos sociais. Uma vez mais, a palavra corrupção
nem sequer entrou no vocabulário dos cartolas.

HUMANITÁRIO

Um dos casos mais importantes de desvio de dinheiro ocorreu com
Manilal Fernando, ex­membro do Comitê Executivo da Fifa e
chefe do futebol do Sri Lanka. Ele simplesmente teria usado
dinheiro destinado às vítimas do Tsunami na Ásia para
enriquecimento pessoal.
No Paquistão, depois de um terremoto em

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Corrupção : Mobilidade na Copa tem 75% das obras atrasadas ou descartadas

A seis meses do mundial, parte dos projetos sofreu aumento de preço.Ministério afirma que mudanças são normais e demanda será atendida.


Arte mobilidade copa (Foto: Arte/G1)A partir da proxima quinta-feira (12), vão faltar seis meses até o jogo de abertura da Copa do Mundo 2014 no Brasil. Segundo dados dos comitês gestores locais do evento, 75,6% das obras de mobilidade previstas para o Mundial estão atrasadas ou não serão entregues para a competição. Além disso, muitas delas custarão mais caro do que o governo previu.
O G1 publica, entre 9 e 15 de dezembro, uma série de reportagens sobre os preparativos para a Copa do Mundo 2014.
Segundo o levantamento, das 74 ações de mobilidade, 18 não serão mais entregues e outras 38 tiveram prazos prorrogados, a grande maioria para maio de 2014, a um mês do evento (Veja o andamento das obras na tabela abaixo).
Os projetos de mobilidade, anunciados como carro-chefe do mundial e essenciais para os deslocamentos até os estádios e dentro das cidades onde ocorrerão os jogos, recebem verba federal, municipal e estadual.
Entre as justificativas apontadas pelos gestores para o atraso ou cancelamento das obras estão burocracia, chuvas, imprevistos, disputas judiciais sobre desapropriações, impasse para obtenção de licenças, entre outros.
Hoje, a matriz de responsabilidade (documento que contém os projetos de cada sede) conta com 45 projetos de mobilidade em andamento ou concluídos, segundo o Ministério do Esporte.
Onze foram transferidos para a carteira do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Isso significa que elas continuam em andamento, mas não mais para a Copa.
Os atrasos e mudanças na matriz diminuíram o total de investimentos previstos para mobilidade de R$ 11,9 bilhões para os atuais R$ 7,02 bilhões. O gasto nessa área será menor do que os R$ 8 bilhões destinados aos estádios.
O Ministério do Esporte afirma, em nota, que "as obras excluídas da matriz de responsabilidades representam a minoria dos projetos executados e a retirada dessas obras não compromete a realização da Copa do Mundo". "Algumas delas ainda poderão ficar prontas antes do Mundial."
O G1 também apurou que, apesar da redução nos investimentos, parte das obras custarão mais caro aos cofres públicos. É o caso do Corredor Aeroporto-Rodoferroviária, em Curitiba, cujo preço inicial saltou de R$ 104,8 milhões na matriz de 2010 para R$ 143,19 milhões.
O VLT de Cuiabá passou de R$ 1,26 bilhão para R$ 1,57 bilhão, e o BRT (Bus Rapid Transit) Antônio Carlos / Pedro I, em Belo Horizonte, custará R$ 713,4, ante os R$ 633,9 milhões inicialmente orçados.
A pasta diz que "os ajustes orçamentários realizados na execução de obras podem ocorrer em qualquer projeto, em razão das circunstâncias que se apresentam. Principalmente, em grandes obras".
"Muitas vezes, esses ajustes são feitos devido ao formato em que as licitações foram feitas. Os ajustes podem acontecer também por alterações no empreendimento original", afirma o governo.
A previsão de gastos com a Copa já chegou a ser estimada em R$ 33 bilhões, mas diminuiu em razão das desistências. Da previsão atual de R$ 25,6 bilhões, apenas R$ 3,8 bilhões são de recursos privados.
"Alguns projetos deixaram a matriz, resultando na redução do valor global de investimento. Os projetos retirados integraram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e serão concluídos", complementa o ministério.
"Vale destacar que todas as obras da Matriz de Responsabilidades da Copa do Mundo – incluindo estádios, mobilidade urbana, portos e aeroportos – são fiscalizadas por diversos órgãos de controle, como CGU, TCU, Tribunais de Contas Estaduais e Ministério Público", conclui a pasta.














































(Com reportagem do G1 AM,

terça-feira, 4 de setembro de 2012

CBF CONFIRMA AMISTOSO DA SELEÇÃO BRASILEIRA

A seleção brasileira enfrentará o Japão no dia 16 de outubro, em amistoso que será realizado no estádio Miejski, na cidade polonesa de Wroclaw, confirmou a CBF neste domingo.

A partida acontecerá em um local que em junho recebeu partidas da Eurocopa de 2012 e servirá de preparação para a Copa das Confederações de 2013, que terá a presença das duas equipes. O Brasil entrará na condição de anfitrião, e os japoneses, por terem sido campeões da Copa da Ásia.
Antes de enfrentar o Japão, a equipe de Mano Menezes terá pela frente a África do Sul, na próxima sexta-feira, no Morumbi, e a China, três dias depois, no Arruda. Em 19 de setembro e 3 de outubro, o Brasil reeditará diante da Argentina o Superclássico das Américas, com atletas que atuam apenas nos campeonatos locais.

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