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domingo, 20 de novembro de 2016

Cinema : Antonio Calloni mostra crachá da PF para filme sobre Operação Lava Jato

Ator vai interpretar o delegado Ivan Romano no longa-metragem 'Polícia Federal - A Lei é Para Todos', que está sendo rodado em Curitiba (PR).

Antonio Calloni mostrou nas redes sociais neste domingo, 20, o crachá de seu personagem no filme "Polícia Federal - A Lei é Para Todos", que está sendo rodado em Curitiba, no Paraná. No longa-metragem, que vai mostrar os bastidores da Operação Lava Jato, o ator interpretará o delegado Ivan Romano.
Para compor o personagem, Calloni fez preparação com os delegados Igor Romário de Paula e Márcio Adriano Anselmo e também mostrou um clique do encontro nas redes sociais. O filme também conta com Flávia Alessandra, Rainer Cadete e Rodrigo Lombardi no elenco. Este último ficou com o papel do juiz Sergio Moro.

Dirigido por Marcelo Antunez, "Polícia Federal -  A Lei é Para Todos" tem previsão de estreia nos cinemas para maio de 2017. A Operação Lava Jato ainda será abordada na série que o Netflix está produzindo com direção de José Padilha ("Tropa de Elite"), também com previsão de estreia para o ano que vem.

Antonio Calloni mostra crachá de seu personagem no filme A Lei é Para Todos (Foto: Reprodução/Instagram)
Antonio Calloni mostra crachá de seu personagem no filme A Lei é Para Todos (Foto: Reprodução/Instagram)

Antonio Calloni com delegados da Polícia Federal em prepração para o filme A Lei é Para Todos (Foto: Reprodução/Instagram)
Antonio Calloni com delegados da PF em preparação para A Lei é Para Todos (Foto: Reprodução/Instagram)

Set de filmagem de A Lei é Para Todos em frente à sede da Polícia Federal em Curitiba, no Paraná (Foto: Reprodução/Instagram)
Set de filmagem de A Lei é Para Todos em frente à sede da PF em Curitiba (Foto: Reprodução/Instagram)

Antonio Calloni checa figurino de seu personagem no filme A Lei é Para Todos (Foto: Reprodução/Instagram)
Antonio Calloni checa figurino de seu personagem no filme A Lei é Para Todos (Foto: Reprodução/Instagram)

Flávia Alessandra e Rainer Cadete estão no elenco do filme A Lei é Para Todos (Foto: Reprodução/Instagram)
Flávia Alessandra e Rainer Cadete estão no elenco do filme A Lei é Para Todos (Foto: Reprodução/Instagram)


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domingo, 26 de julho de 2015

Cultura: Emily Ratajkowski provoca Zac Efron em trailer de 'We Are your Friends'

Filme contará história de ascensão de DJ na música eletrônica dos EUA


Emily Ratajkowski provoca Zac Efron em trailer de filme (Foto: reprodução)

A modelo Emily Ratajkowski rouba toda a atenção no primeiro trailer do filme We Are Your Friends. Com look provocante, ela desconcentra o personagem vivido por Zac Efron, um DJ em ascensão na história. Veja:





No filme, Zac será Cole, um jovem de 23 anos que sonha fazer sucesso com a música eletrônica. Com o apoio de James (Wes Bentley), ele começará a fazer nome e ser requisitado em festivais e festas. Tudo será posto a perder, como mostra o vídeo, quando o DJ se relaciona com a namorada do empresário, Sophie (Ratajkowski).

Dirigido por Max Joseph, We Are Your Friends estreia no final de agosto nos EUA. No Brasil, a data de lançamento do longa ainda não foi divulgada, assim como o seu título em português. A própria Emily compartilhou a dança que protagoniza no trailer em sua conta no Instagram.


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sábado, 14 de março de 2015

Cinema : 'Impressionado' com Will Smith, Rodrigo Santoro fala de 'Golpe duplo'

'Nós improvisamos', diz ele sobre filme que estreia nesta quinta no Brasil. 

Em entrevista ao G1, ator diz querer voltar a atuar falando em português



Depois de dar vida a Xerxes, em "300: A ascensão do império", Rodrigo Santoro retorna aos cinemas em mais uma produção americana, desta vez com Will Smith. Em "Golpe duplo", ele interpreta Garrida, um poderoso empresário do ramo automobilístico trapaceado pelo vigarista Nick, vivido por Smith. O filme estreia nesta quinta-feira (12) no Brasil.
Em entrevista ao G1, Santoro conta que ficou “muito impressionado” com Will Smith. “Eu já o admirava. Ele gosta de improvisar e nós improvisamos. Improvisar em outra língua não é tão simples quanto improvisar em português. Então, foi um desafio interessante”, conta.
Ele destacou ter sido especial voltar a trabalhar com os diretores e roteiristas Glenn Ficarra e John Requa, com os quais havia atuado em "O golpista do ano", estrelado por Jim Carrey. “São ótimos de trabalhar. São caras inteligentes, divertidos e abertos
A atriz Margot Robbie e Rodrigo Santoro em 'Golpe duplo' (Foto: Divulgação)
A atriz Margot Robbie e Rodrigo Santoro em 'Golpe duplo' (Foto: Divulgação)

"Golpe duplo" mistura aventura, comédia, ação policial e romance. O personagem dele e o de Smith vivem um aparente triângulo amoroso com Jess (Margot Robbie, de "O lobo de Wall Street"). “Tem uma forma de trabalhar mais descontraída, diferente de você fazer um filme denso, que eu não havia exercitado. Gostei da ideia. Me diverti trabalhando”.
Nick é um mestre do roubo e da charlatanice, que tem a vida complicada quando se apaixona por uma jovem ladra. Jess aprende a ser uma criminosa com Nick que a envolve no golpe que dará em Garriga.
Saudades do Brasil
Rodrigo Santoro diz ter saudades de trabalhar no Brasil. Ele cogita produções no cinema, na televisão e no teatro. Sua última atuação no Brasil foi em 2012, quando foi o protagonista do filme sobre o jogador de futebol Heleno de Freitas, ídolo do Botafogo na década de 1940.
“Estou com vontade há algum tempo de fazer alguma coisa um pouco mais longa aqui no Brasil e também fazer em português. Eu me sinto mais livre trabalhando em português”, explica. Atualmente ele grava o remake de "Ben-Hur" e se prepara para as filmagens do seriado "Westworld", da HBO.
Santoro destacou que sua busca por um papel no Brasil é feita “sem pressa, sem desespero, devagar". "Sigo tentando encontrar as coisas certas, que me estimulem, que façam sentido, que se encaixem. É uma certa equação, mas que eu creio que seja bem possível”.
Rodrigo Santoro, Margot Robbie e Will Smith divulgam 'Golpe duplo' na Califórnia, EUA, na terça (24). Filme estreia dia 27 nos EUA (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni)
Rodrigo Santoro, Margot Robbie e Will Smith divulgam 'Golpe duplo' na Califórnia, EUA, na terça (24). Filme estreia dia 27 nos EUA (Foto: REUTERS/Mario Anzuoni)

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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Cinema : Leonardo Di Caprio e Martin Scorsese em Wall Street

Ator e diretor falam falam sobre filme que retrata a ascensão e a queda de um corretor




Martin Scorsese e Leonardo Di Caprio mostram o lado mais brutal de Wall Street no longa O Lobo de Wall Street, que estreou nos cinemas dos Estados Unidos e promete ser um dos filmes do ano.
Candidato a dois Globos de Ouro (melhor comédia e melhor ator de comédia), o filme “é um reflexo de tudo o que vai mal na sociedade”, segundo Di Caprio, em conversa com a imprensa para o lançamento do longa-metragem, do qual também é produtor – e que tem previsão de estreia no Brasil para o dia 24 de janeiro.

Leonardo Di Caprio em cena do longa - Divulgação
A trama conta a história real de Jordan Belfort, um arrivista que tira proveito da falta de regulação que havia em finais dos anos 80 e início dos 90 no setor financeiro para ganhar enormes quantias de dinheiro, com práticas a princípio duvidosas e depois abertamente ilegais.

Belfort e os jovens ambiciosos de sua empresa de corretores da bolsa se lançam a todo tipo de práticas sexuais, drogas, bacanais e caprichos extravagantes, em uma louca e desenfreada escalada hedonista sem limites nem preocupação com o futuro.

O protagonista “é uma espécia de Calígula moderno”, explica Di Caprio, que insiste que o filme é uma “descrição dos tempos em que vivemos”. O ator contou que, ao ler a biografia de Belfort, percebeu imediatamente que “estes eram os peixes grandes que estavam destruindo a economia”, em alusão à crise financeira de 2008 que, muito depois das estripulias de Belfort, ameaçou o mundo.

DiCaprio convenceu Scorsese a embarcar no projeto e explica que o filme é um “grande épico americano sobre a cobiça”, que narra tudo que acontecia nessa época, sem censura alguma. “Não escondemos nada”, afirma o ator, que nega o fato de que Jordan possa descrever coisas “que jamais poderíamos imaginar”. Segundo Di Caprio, o próprio Belfort lhe contou que há episódios ainda mais pesados que não foram incluídos em sua autobiografia.

De fato, apesar do tom veloz e de comédia, com narração em ‘off’ de Jordan, que comenta episódios que se tornam cada vez mais absurdos, O Lobo de Wall Street é um drama, tanto pelo processo de degradação por que passam os protagonistas quanto pelo marco legal e financeiro que tolera as falcatruas cometidas.

Este é o quinto trabalho conjunto de DiCaprio e Scorsese, parceiros em Gangues de Nova York (2002), O Aviador (2004), Os Infiltrados (2006) e Ilha do Medo (2010). “Trabalhar com Di Caprio me rejuvenesce”, diz o diretor de 71 anos, para quem o elemento-chave desta longa parceria é a confiança que ambos têm. Sobre o filme, Scorsese explica que encontrou uma “forma de encarar o assunto com outra perspectiva, diferentemente de outros filmes”, uma vez que, diante dos excessos do protagonista e seus seguidores, buscou se distanciar e “mostrar os fatos em perspectiva”, deixando que sejam os próprios personagens os que conduzem a narrativa. “Qual é a responsabilidade quando não há restrições morais? Acho que ainda não existe resposta”, acrescenta o diretor.

O roteiro de O Lobo de Wall Street é obra de Terence Winter, autor de seriados sobre a máfia, como Os Sopranos e Boardwalk Empire. Para ele, o longa-metragem, ainda que se passe em Wall Street, não deixa de pertencer a este gênero tão familiar a Scorsese, que tão bem o levou para a tela grande com o filme Os Bons Companheiros (1990).

Winter lembra, com certa ironia, que quando se descobriu a dimensão dos delitos de Belfort, o então presidente da Associação Nacional de Corretores da Bolsa de Valores (NASD) clamou de indignação e pediu que Belfort fosse condenado à prisão perpétua. O tal presidente era ninguém menos que Bernard Madoff, condenado em 2009 a 150 anos de prisão por criar a maior pirâmide financeira da história.

Financiamento. Assim a epopeia de Jordan Belfort, iniciada na época em que não havia regulamentação em Wall Street, fecha um círculo – e chega às telas quando os EUA parecem estar finalmente superando a crise financeira de 2008 e os novos excessos do mundo das finanças, apesar da existência de novas regulamentações.

O Lobo de Wall Street enfrentou muitos problemas para conseguir chegar às telas, uma vez que o primeiro estúdio a comprar os direitos da biografia de Belfort não conseguiu levantar o financiamento necessário para filmar uma história tão arriscada. Por conta disso, anos de negociações foram necessários até que os direitos fossem cedidos a uma produtora independente.

Talvez por isso, Scorsese reconhece que “oportunidades assim não aparecem com frequência no sistema dos grandes estúdios”. Para completar, a direção de fotografia do longa ficou a cargo do mexicano Rodrigo Pietro e a trilha sonora, muito bem cuidada, coube ao grande Robbie Robertson que, mais uma vez, cuida da música de um filme de Scorsese. A seu trabalho primoroso, Robertson combina o melhor do blues com sucessos europeus do período e até mesmo compositores barrocos, como é o caso de Henry Purcell.

História é baseada em biografia de personagem real 
Jordan Belfort seria mais um dos típicos jovens e gananciosos corretores de Wall Street se não tivesse escrito a autobiografia que o lançou no hall de best-sellers, O Lobo de Wall Street (publicado no Brasil pela Planeta – 504 páginas, R$54,90). O livro conta a história deste jovem que, nos anos 90, ousou estar acima da lógica da economia, manipulando o mercado e. como resultado, tornando-se um dos homens mais ricos do mundo, tão influente que até a máfia infiltrou homens em suas empresas para aprender com seus métodos. Não por acaso ele era chamado de O Lobo de Wall Street. Uma história verídica e, ao mesmo tempo, surreal, escrita com humor e intimismo graças ao tom de conversa que o autor imprime a suas memórias. Belfort relata sua ascensão e previsível queda. Como fundador e diretor da Stratton Oakmont, empresa de investimentos, ganhou milhões de dólares, mas seu estilo de vida megalomaníaco – com direito a todos os clichês da ‘vida de luxo’, como iates, noitadas, drogas e viagens – consumia aos poucos a sua fortuna.

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Notícias : Paul Walker Morreu de Efeitos da 'Lesões Traumáticas e térmicas,' Confirma autópsia .

Paul Walker Morreu de Efeitos da 'Lesões Traumáticas e térmicas,' Confirma autópsiaOs resultados da autópsia divulgados quarta-feira revelam que Paul Walker morreu de efeitos combinados do impacto do acidente de carro e incêndio que se seguiu. Seu amigo Roger Rodas, que testemunhas dizem estava dirigindo o veículo, que caiu e matou os dois homens no sábado, morreu de múltiplas lesões traumáticas . O Departamento de Los Angeles County Medical Examiner de-legista conduziu uma autópsia dos dois corpos na terça-feira. Ambas as mortes foram governados acidentes. Uma análise de toxicologia ainda está pendente e pode levar semanas para ser concluído. Walker e Rodas morreu depois de uma edição especial Porsche bateu em um poste de luz, duas árvores e um sinal observando o limite de velocidade 45 mph da rua. Um investigador diz que seu carro estava indo em menos 90 mph quando caiu.

Com a notícia do falecimento da estrela, o Fast & Furious 7 colegas de elenco do ator irá parar as filmagens do último filme da franquia de sucesso. "Agora, todos nós da Universal são dedicados a fornecer apoio à família imediata de Paulo e nossa extensa Fast & Furious família de elenco, equipe e cineastas ", disse Universal em comunicado à PEOPLE na quarta-feira. "Neste momento sentimos que é nossa responsabilidade de encerrar a produção em Velozes e Furiosos 7 por um período de tempo, para que possamos avaliar todas as opções disponíveis para avançar com a franquia. Estamos empenhados em manter Velozes e Furiosos fãs informados e vamos fornecer mais informações para eles, quando temos. Até então, nós sabemos que eles se juntar a nós em luto pela morte do nosso querido amigo Paul Walker. " Walker estava participando do Reach Out WorldWide carro show de caridade antes de morrer. Amigos disse à People que ele estava animado com os brinquedos da sua caridade foi recolher para crianças afetadas pelo tufão Haiyan e tornados no Meio-Oeste EUA Ele deixa seu 15-year-old filha Meadow Chuva .

CARS photo | Paul Walker


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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

News : Paul Walker Tribute Video Criado por Fast & Furious

Paul Walker Tribute Video Criado por 'Velozes e Furiosos'
Jordana Brewster e Paul Walker

Não é nenhum segredo que o elenco do Fast & Furious franquia foi muito próximo, como se refletiu na química na tela que ajudou a tornar a série de ação tão bem sucedido. Isto, também, é o que há contas dúvida para fazer este vídeo tributo Paul Walker , que a franquia lançado em seu canal oficial no YouTube quarta-feira, de modo comovente. Set de "Coming Home" por P.Diddy, e correndo um pouco mais de dois minutos, o vídeo não é piegas nem exagerada. É simples, astuto e genuína - que é exatamente por isso que é o tributo perfeito para Walker.




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domingo, 17 de março de 2013

domingo, 21 de outubro de 2012

Crise adolescente é tratada com leveza em "As Vantagens de Ser Invisível", com Emma Watson

Cena de "As Vantagens de Ser Invisível", de Stephen Chbosky, filme 
com Emma Watson (foto) e Paul Rudd que estreia nesta sexta-feira (19)
 nos cinemas brasileiros

Adolescência é mais ou menos igual, só muda de endereço. A prova está registrada 
em filmes clássicos como "Juventude Transviada" e o contestador "If...". Seja com 
produções mais recentes --como os barras-pesadas "Aos Treze" e "Preciosa"-- ou
 comédias --como "Meninas Malvadas" e a brasileira "O Diário de Tati"--, o cinema 
continua a se apropriar das crises da época antes da fase adulta.

O longa "As Vantagens de Ser Invisível", que estreia no Brasil nesta sexta-feira (19), 
está no meio-termo: não é tão dramático, mas também não é engraçado.

Escrito e dirigido por Stephen Chbosky --baseado no seu romance homônimo-- o filme 
acompanha o amadurecimento de Charlie (Logan Lerman), adolescente solitário que 
enfrenta o traumático primeiro colegial. O começo do ano letivo é deprimente. Sem 
amigos e azucrinado pelos outros adolescentes, o protagonista só encontra algum 
apoio no professor de inglês (Paul Rudd), que lhe sugere romances para ler.

"As Vantagens de Ser Invisível" (2012)

A surpresa acontece quando Charlie se torna amigo de Patrick (Ezra Miller, de "Precisamos Falar Sobre o Kevin"), o rebelde sem causa da escola, e de Sam (Emma Watson, a Hermione da série "Harry Potter"). Por meio da dupla, o jovem irá conhecer outras pessoas como Mary Elizabeth (Mae Whitman), uma punk budista.
Apesar do tema relativamente espinhoso, Chbosky trata com leveza assuntos como drogas, homossexualidade e depressão --até onde estas questões permitem. Charlie se apaixona por Sam, sem deixar de se envolver com Mary Elizabeth e transformar tudo num problema maior do que realmente é. Algo típico da adolescência.
O diretor desvia da maioria dos clichês que assolam filmes protagonizados por atores dessa faixa etária. Chbosky dá voz ao protagonista, que passa a dimensionar os problemas --há questões bem sérias no passado do rapaz-- e a compreender que a adolescência é uma fase difícil: possível de sobreviver, desde que se esteja na companhia dos amigos certos.
*As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb
(Fonte: www.uol.com)

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Brad Pitt fica entre uma loira e uma morena em campanha publicitária

O ator é o grande destaque do Chanel Nº5, o perfume mais vendido do planeta.

Campanha no novo Chanel Nº5 (Foto: Reprodução)"Minha sorte, meu destino, minha fortuna", declama com voz pausada e cheia de sugestões o ator americano Brad Pitt, que protagoniza a nova campanha publicitária do Chanel Nº5, o perfume mais vendido do planeta. No entanto, segundo o jornal britânico "Daily Mail", o que chama atenção no trabalho não é só a beleza de Brad, e sim as duas mulheres que dividem a cena com o ator. Uma loira e uma morena, que remetem tanto à Angelina Jolie, sua atual mulher, quanto à Jennifer Aniston, que ficou com Brad durante muito anos, e sugerem uma ambiguidade de sentimentos. A morena é vista pela primeira vez em um longo vestido preto, do tipo que sua companheira Angelina Jolie exibe nos tapetes vermelhos, enquanto a loira tem cabelo despenteado, bem praiana, claramente evoca o estilo de Aniston. Coincidência ou não, o que é fato é ele é o primeiro rosto masculino da marca. O clipe minimalista, em branco e preto, que dura apenas 30 segundos, foi produzido pelo britânico Joe Wright, diretor de "Orgulho e Preconceito", entre outros premiados longas-metragens. "Há muitos homens bonitos, mas é sua alma que se ouve em sua voz", afirmou o cineasta. "Não vejo a razão pela qual os comerciais para vender um perfume não podem ser emocionantes", completou Joe. Antes de Pitt, outras estrelas protagonizaramas campanhas do famoso perfume da Chanel: Catherine Deneuve, Carole Bouquet, Nicole Kidman, Vanessa Paradis e Audrey Tautou. No entanto, quem fez história ao relecionar seu nome à marca foi Marilyn Monroe, que em 1953 respondeu a um jornalista que lhe perguntou o que usava para dormir que só colocava umas gotas de Chanel N°5. Confira o vídeo aqui.

  FONTE: EGO.COM.BR  

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