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domingo, 21 de outubro de 2012

Crise adolescente é tratada com leveza em "As Vantagens de Ser Invisível", com Emma Watson

Cena de "As Vantagens de Ser Invisível", de Stephen Chbosky, filme 
com Emma Watson (foto) e Paul Rudd que estreia nesta sexta-feira (19)
 nos cinemas brasileiros

Adolescência é mais ou menos igual, só muda de endereço. A prova está registrada 
em filmes clássicos como "Juventude Transviada" e o contestador "If...". Seja com 
produções mais recentes --como os barras-pesadas "Aos Treze" e "Preciosa"-- ou
 comédias --como "Meninas Malvadas" e a brasileira "O Diário de Tati"--, o cinema 
continua a se apropriar das crises da época antes da fase adulta.

O longa "As Vantagens de Ser Invisível", que estreia no Brasil nesta sexta-feira (19), 
está no meio-termo: não é tão dramático, mas também não é engraçado.

Escrito e dirigido por Stephen Chbosky --baseado no seu romance homônimo-- o filme 
acompanha o amadurecimento de Charlie (Logan Lerman), adolescente solitário que 
enfrenta o traumático primeiro colegial. O começo do ano letivo é deprimente. Sem 
amigos e azucrinado pelos outros adolescentes, o protagonista só encontra algum 
apoio no professor de inglês (Paul Rudd), que lhe sugere romances para ler.

"As Vantagens de Ser Invisível" (2012)

A surpresa acontece quando Charlie se torna amigo de Patrick (Ezra Miller, de "Precisamos Falar Sobre o Kevin"), o rebelde sem causa da escola, e de Sam (Emma Watson, a Hermione da série "Harry Potter"). Por meio da dupla, o jovem irá conhecer outras pessoas como Mary Elizabeth (Mae Whitman), uma punk budista.
Apesar do tema relativamente espinhoso, Chbosky trata com leveza assuntos como drogas, homossexualidade e depressão --até onde estas questões permitem. Charlie se apaixona por Sam, sem deixar de se envolver com Mary Elizabeth e transformar tudo num problema maior do que realmente é. Algo típico da adolescência.
O diretor desvia da maioria dos clichês que assolam filmes protagonizados por atores dessa faixa etária. Chbosky dá voz ao protagonista, que passa a dimensionar os problemas --há questões bem sérias no passado do rapaz-- e a compreender que a adolescência é uma fase difícil: possível de sobreviver, desde que se esteja na companhia dos amigos certos.
*As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb
(Fonte: www.uol.com)

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