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domingo, 26 de julho de 2015

Cultura: Emily Ratajkowski provoca Zac Efron em trailer de 'We Are your Friends'

Filme contará história de ascensão de DJ na música eletrônica dos EUA


Emily Ratajkowski provoca Zac Efron em trailer de filme (Foto: reprodução)

A modelo Emily Ratajkowski rouba toda a atenção no primeiro trailer do filme We Are Your Friends. Com look provocante, ela desconcentra o personagem vivido por Zac Efron, um DJ em ascensão na história. Veja:





No filme, Zac será Cole, um jovem de 23 anos que sonha fazer sucesso com a música eletrônica. Com o apoio de James (Wes Bentley), ele começará a fazer nome e ser requisitado em festivais e festas. Tudo será posto a perder, como mostra o vídeo, quando o DJ se relaciona com a namorada do empresário, Sophie (Ratajkowski).

Dirigido por Max Joseph, We Are Your Friends estreia no final de agosto nos EUA. No Brasil, a data de lançamento do longa ainda não foi divulgada, assim como o seu título em português. A própria Emily compartilhou a dança que protagoniza no trailer em sua conta no Instagram.


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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Cinema : Leonardo Di Caprio e Martin Scorsese em Wall Street

Ator e diretor falam falam sobre filme que retrata a ascensão e a queda de um corretor




Martin Scorsese e Leonardo Di Caprio mostram o lado mais brutal de Wall Street no longa O Lobo de Wall Street, que estreou nos cinemas dos Estados Unidos e promete ser um dos filmes do ano.
Candidato a dois Globos de Ouro (melhor comédia e melhor ator de comédia), o filme “é um reflexo de tudo o que vai mal na sociedade”, segundo Di Caprio, em conversa com a imprensa para o lançamento do longa-metragem, do qual também é produtor – e que tem previsão de estreia no Brasil para o dia 24 de janeiro.

Leonardo Di Caprio em cena do longa - Divulgação
A trama conta a história real de Jordan Belfort, um arrivista que tira proveito da falta de regulação que havia em finais dos anos 80 e início dos 90 no setor financeiro para ganhar enormes quantias de dinheiro, com práticas a princípio duvidosas e depois abertamente ilegais.

Belfort e os jovens ambiciosos de sua empresa de corretores da bolsa se lançam a todo tipo de práticas sexuais, drogas, bacanais e caprichos extravagantes, em uma louca e desenfreada escalada hedonista sem limites nem preocupação com o futuro.

O protagonista “é uma espécia de Calígula moderno”, explica Di Caprio, que insiste que o filme é uma “descrição dos tempos em que vivemos”. O ator contou que, ao ler a biografia de Belfort, percebeu imediatamente que “estes eram os peixes grandes que estavam destruindo a economia”, em alusão à crise financeira de 2008 que, muito depois das estripulias de Belfort, ameaçou o mundo.

DiCaprio convenceu Scorsese a embarcar no projeto e explica que o filme é um “grande épico americano sobre a cobiça”, que narra tudo que acontecia nessa época, sem censura alguma. “Não escondemos nada”, afirma o ator, que nega o fato de que Jordan possa descrever coisas “que jamais poderíamos imaginar”. Segundo Di Caprio, o próprio Belfort lhe contou que há episódios ainda mais pesados que não foram incluídos em sua autobiografia.

De fato, apesar do tom veloz e de comédia, com narração em ‘off’ de Jordan, que comenta episódios que se tornam cada vez mais absurdos, O Lobo de Wall Street é um drama, tanto pelo processo de degradação por que passam os protagonistas quanto pelo marco legal e financeiro que tolera as falcatruas cometidas.

Este é o quinto trabalho conjunto de DiCaprio e Scorsese, parceiros em Gangues de Nova York (2002), O Aviador (2004), Os Infiltrados (2006) e Ilha do Medo (2010). “Trabalhar com Di Caprio me rejuvenesce”, diz o diretor de 71 anos, para quem o elemento-chave desta longa parceria é a confiança que ambos têm. Sobre o filme, Scorsese explica que encontrou uma “forma de encarar o assunto com outra perspectiva, diferentemente de outros filmes”, uma vez que, diante dos excessos do protagonista e seus seguidores, buscou se distanciar e “mostrar os fatos em perspectiva”, deixando que sejam os próprios personagens os que conduzem a narrativa. “Qual é a responsabilidade quando não há restrições morais? Acho que ainda não existe resposta”, acrescenta o diretor.

O roteiro de O Lobo de Wall Street é obra de Terence Winter, autor de seriados sobre a máfia, como Os Sopranos e Boardwalk Empire. Para ele, o longa-metragem, ainda que se passe em Wall Street, não deixa de pertencer a este gênero tão familiar a Scorsese, que tão bem o levou para a tela grande com o filme Os Bons Companheiros (1990).

Winter lembra, com certa ironia, que quando se descobriu a dimensão dos delitos de Belfort, o então presidente da Associação Nacional de Corretores da Bolsa de Valores (NASD) clamou de indignação e pediu que Belfort fosse condenado à prisão perpétua. O tal presidente era ninguém menos que Bernard Madoff, condenado em 2009 a 150 anos de prisão por criar a maior pirâmide financeira da história.

Financiamento. Assim a epopeia de Jordan Belfort, iniciada na época em que não havia regulamentação em Wall Street, fecha um círculo – e chega às telas quando os EUA parecem estar finalmente superando a crise financeira de 2008 e os novos excessos do mundo das finanças, apesar da existência de novas regulamentações.

O Lobo de Wall Street enfrentou muitos problemas para conseguir chegar às telas, uma vez que o primeiro estúdio a comprar os direitos da biografia de Belfort não conseguiu levantar o financiamento necessário para filmar uma história tão arriscada. Por conta disso, anos de negociações foram necessários até que os direitos fossem cedidos a uma produtora independente.

Talvez por isso, Scorsese reconhece que “oportunidades assim não aparecem com frequência no sistema dos grandes estúdios”. Para completar, a direção de fotografia do longa ficou a cargo do mexicano Rodrigo Pietro e a trilha sonora, muito bem cuidada, coube ao grande Robbie Robertson que, mais uma vez, cuida da música de um filme de Scorsese. A seu trabalho primoroso, Robertson combina o melhor do blues com sucessos europeus do período e até mesmo compositores barrocos, como é o caso de Henry Purcell.

História é baseada em biografia de personagem real 
Jordan Belfort seria mais um dos típicos jovens e gananciosos corretores de Wall Street se não tivesse escrito a autobiografia que o lançou no hall de best-sellers, O Lobo de Wall Street (publicado no Brasil pela Planeta – 504 páginas, R$54,90). O livro conta a história deste jovem que, nos anos 90, ousou estar acima da lógica da economia, manipulando o mercado e. como resultado, tornando-se um dos homens mais ricos do mundo, tão influente que até a máfia infiltrou homens em suas empresas para aprender com seus métodos. Não por acaso ele era chamado de O Lobo de Wall Street. Uma história verídica e, ao mesmo tempo, surreal, escrita com humor e intimismo graças ao tom de conversa que o autor imprime a suas memórias. Belfort relata sua ascensão e previsível queda. Como fundador e diretor da Stratton Oakmont, empresa de investimentos, ganhou milhões de dólares, mas seu estilo de vida megalomaníaco – com direito a todos os clichês da ‘vida de luxo’, como iates, noitadas, drogas e viagens – consumia aos poucos a sua fortuna.

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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Notícias : Paul Walker Morreu de Efeitos da 'Lesões Traumáticas e térmicas,' Confirma autópsia .

Paul Walker Morreu de Efeitos da 'Lesões Traumáticas e térmicas,' Confirma autópsiaOs resultados da autópsia divulgados quarta-feira revelam que Paul Walker morreu de efeitos combinados do impacto do acidente de carro e incêndio que se seguiu. Seu amigo Roger Rodas, que testemunhas dizem estava dirigindo o veículo, que caiu e matou os dois homens no sábado, morreu de múltiplas lesões traumáticas . O Departamento de Los Angeles County Medical Examiner de-legista conduziu uma autópsia dos dois corpos na terça-feira. Ambas as mortes foram governados acidentes. Uma análise de toxicologia ainda está pendente e pode levar semanas para ser concluído. Walker e Rodas morreu depois de uma edição especial Porsche bateu em um poste de luz, duas árvores e um sinal observando o limite de velocidade 45 mph da rua. Um investigador diz que seu carro estava indo em menos 90 mph quando caiu.

Com a notícia do falecimento da estrela, o Fast & Furious 7 colegas de elenco do ator irá parar as filmagens do último filme da franquia de sucesso. "Agora, todos nós da Universal são dedicados a fornecer apoio à família imediata de Paulo e nossa extensa Fast & Furious família de elenco, equipe e cineastas ", disse Universal em comunicado à PEOPLE na quarta-feira. "Neste momento sentimos que é nossa responsabilidade de encerrar a produção em Velozes e Furiosos 7 por um período de tempo, para que possamos avaliar todas as opções disponíveis para avançar com a franquia. Estamos empenhados em manter Velozes e Furiosos fãs informados e vamos fornecer mais informações para eles, quando temos. Até então, nós sabemos que eles se juntar a nós em luto pela morte do nosso querido amigo Paul Walker. " Walker estava participando do Reach Out WorldWide carro show de caridade antes de morrer. Amigos disse à People que ele estava animado com os brinquedos da sua caridade foi recolher para crianças afetadas pelo tufão Haiyan e tornados no Meio-Oeste EUA Ele deixa seu 15-year-old filha Meadow Chuva .

CARS photo | Paul Walker


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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

News : Paul Walker Tribute Video Criado por Fast & Furious

Paul Walker Tribute Video Criado por 'Velozes e Furiosos'
Jordana Brewster e Paul Walker

Não é nenhum segredo que o elenco do Fast & Furious franquia foi muito próximo, como se refletiu na química na tela que ajudou a tornar a série de ação tão bem sucedido. Isto, também, é o que há contas dúvida para fazer este vídeo tributo Paul Walker , que a franquia lançado em seu canal oficial no YouTube quarta-feira, de modo comovente. Set de "Coming Home" por P.Diddy, e correndo um pouco mais de dois minutos, o vídeo não é piegas nem exagerada. É simples, astuto e genuína - que é exatamente por isso que é o tributo perfeito para Walker.




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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Johnny Depp em pôster e trailer de O Cavaleiro Solitário

O novo cartaz reúne todos os personagens desta aventura, já o trailer explica a história dos dois homens (Johnny Depp e Armie Hammer) em busca de vingança.

Depois de divulgar uma série de cartazes e seu "último trailer" (americano, pelo menos), O Cavaleiro Solitário volta a liberar um novo cartaz, reunindo todos os personagens, e mais um trailer internacional, que relembra as principais cenas dos vídeos anteriores. Se você ainda não conhece a história do filme, as imagens fornecem um bom panorama desta mistura de humor e adrenalina no oeste americano.
Johnny Depp interpreta o índio Tonto, companheiro fiel do Cavaleiro Solitário (Armie Hammer). A dupla cavalga em busca de justiça, brigando tanto com os ladrões quanto com os corruptos homens da lei. Como você pode ver pelas imagens, dá para esperar grande quantidade de cenas de ação envolvendo trens descarrilhados, explosões de minas e personagens caindo em abismos. O Cavaleiro Solitário chega aos cinemas dia 12 de julho.

Confira dois novos cartazes de Os Smurfs 2

Continuação de Os Smurfs chega aos cinemas brasileiros no próximo mês de agosto. A direção é de Raja Gosnell.

As criaturinhas azuis dos Smurfs estão prestes a voltar aos cinemas de todo mundo. Os Smurfs 2 tem lançamento previsto nos cinemas de todo Brasil para o próximo dia 2 de agosto, buscando repetir o sucesso do primeiro longa, que arrecadou US$ 563 milhões em todo mundo.

Dirigido por Raja Gosnell, o filme conta com as presenças de Christina Ricci, Neil Patrick Harris, Alan Cumming, Hank Azaria e Katy Perry no elenco.



domingo, 17 de março de 2013

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