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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

COMPUTADORES : Vale a pena comprar o Intel Compute Stick? Saiba tudo do PC de bolso

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O Intel Compute Stick é um computador de bolso com tamanho de pendrive, mas que supre boa parte das atividades básicas diárias, como acesso à internet Wi-Fi. A vantagem do gadget vai além do design compacto, permitindo transformar monitores e TVs em computadores, usando a entrada HDMI. O aparelho vem integrado com Windows 10 pré-instalado, com preço a partir de R$ 559 em lojas do Brasil. 
Veja os computadores ‘de bolso’ à venda no Brasil e saiba se vale investir
Vale ressaltar que, por enquanto, no mercado nacional, está à venda somente o modelo com processador Atom e 2 GB de memória RAM (2015), mas a Intel lançou uma versão em 2016 mais potente, com chip Core M3 ou Core M5, disponível ainda apenas no mercado exterior. Será que vale a pena comprar o Compute Stick no Brasil? Descubra três prós e três contras sobre o mini PC.
Intel Compute Stick (2015) está à venda no Brasil mas veja os prós e contras para comprar (Foto: Divulgação/Intel)
Intel Compute Stick (2015) está à venda no Brasil mas veja os prós e contras para comprar (Foto: Divulgação/Intel)

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Vantagens:
1) Design compacto e prático
Para começar com um dos pontos positivos do Intel Compute Stick (2015), o dispositivo apresenta design compacto. As medidas de 103 x 37 mm são um pouco maiores do que um pendrive, ou seja, ele é pequeno e cabe no bolso, ideal para você manter o computador sempre por perto. O lado prático é que o aparelho transforma qualquer TV, ou monitor que tenha a entrada HDMI, em PC. O usuário precisa plugar e configurar o dispositivo, seguindo as dicas da fabricante e ligando diretamente com um botão físico. Essa é uma opção interessante para quem não pode carregar um notebook, por exemplo. 

Intel Compute Stick é compacto e prático para levar seu PC no bolso (Foto: Divulgação/Intel)
Intel Compute Stick é compacto e prático para levar seu PC no bolso (Foto: Divulgação/Intel)

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2) Conexões: Wi-Fi, Bluetooth, HDMI e USB
Essa ideia da praticidade se reflete na adição de conectividades sem fio no mini PC da Intel. Com isso, o usuário pode usar a internet Wi-Fi em casa ou no escritório, além de parear com dispositivos via Bluetooth 4.0, como teclados, mouse ou até celulares. O HDMI é sua conexão com a TV ou monitor e está disponível um USB 2.0 extra para plugar acessórios externos ou pendrive. Para completar, há um slot microSD para aumentar o armazenamento interno do Stick. 
É possível parear com serviços de nuvem online, fazer streaming e acessar a rede local de forma simples. Com isso, o usuário básico tem as principais conexões para o dia a dia, mesmo com um aparelho compacto.
Intel Compute Stick vem com conectividades para o dia a dia (Foto: Divulgação/Intel)
Intel Compute Stick vem com conectividades para o dia a dia (Foto: Divulgação/Intel)

3) Preço razoável para um mini PC no Brasil
O Intel Compute Stick não é necessariamente barato no Brasil, mas, levando em consideração que ele é um mini PC de bolso, é possível considerar o preço pela praticidade no dia a dia. O modelo pode ser encontrado a partir de R$ 559 em lojas online e o dispositivo já vem de fábrica com o Windows 10 pré-instalado. 
Em comparação com concorrentes, os computadores portáteis à venda por aqui têm medidas maiores do que o Intel Sitck e preço a partir de R$ 1 mil. Outros modelos de PCs compactos precisam ser importados ou são difíceis de encontrar nacionalmente.
Desvantagens:
1) Não é indicado para funções exigentes

Por dentro, o Intel Compute Stick tem processador compacto Atom (Z3735F) quad-core. O chip acompanha uma memória RAM de 2 GB e Intel HD Graphics integrada. Com essa ficha técnica, o Stick é mais indicado para atividades básicas e intermediárias no dia a dia, como acessar a internet, redes sociais, assistir a filmes e programas leves. Isso pode decepcionar quem pensa em investir no mini PC para rodar jogos com gráficos avançados ou para quem precisa usar programas para edições de vídeos e fotos.
Intel Compute Stick é mais indicado para atividades leves, como ver filmes no dia a dia (Foto: Divulgação/Intel)
Intel Compute Stick é mais indicado para atividades leves, como ver filmes no dia a dia (Foto: Divulgação/Intel)

2) Pouco armazenamento interno
Para um computador portátil, o armazenamento de apenas 32 GB do Compute Stick (2015) é bem fraco. Isso porque o usuário pode instalar programas, salvar vídeos, fotos, músicas e ainda baixar conteúdo da internet, ações que devem esgotar o espaço em pouco tempo de uso. Apesar de oferecer entrada microSD, esse seria um dinheiro extra gasto pelo comprador, já que o cartão de memória não vem no kit. 
Considerando que o PC promete ser completo para a rotina do usuário, é fundamental um espaço nativo maior para valer o preço. O modelo oferece menos do que um notebook básico.

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Intel Compute Stick tem pouco armazenamento interno e precisa de cartão microSD (Foto: Divulgação/Intel)
Intel Compute Stick tem pouco armazenamento interno e precisa de cartão microSD (Foto: Divulgação/Intel)

3) Precisa de acessórios extras para usar
A ideia original do Intel Compute Stick é de ser prático para o usuário, plugando na TV ou monitor via HDMI. No dia a dia, a usabilidade pode ficar um pouco mais complicada, se você não tiver em casa um teclado e mouse Bluetooth. Esses acessórios são necessários para fazer a configuração do dispositivo e usar para atividades diárias, e isso não pode ser feito apenas pelo celular. 

Outro ponto que complica é que só há uma entrada USB. É possível comprar um hub adaptador para ter mais entradas USB, mas isso pode não ser muito prático. De uma forma ou outra, é provável que o usuário tenha que gastar dinheiro com acessórios para usar o Stick com maior satisfação. 

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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Negócios: Justiça multa TIM em R$ 5 milhões por ‘derrubar’ ligações de clientes

SÃO PAULO - O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) divulgou, na noite desta segunda-feira, 14, que a TIM foi condenada a pagar uma indenização de R$ 5 milhões por "danos morais à coletividade". A reparação pelo dano social será repartida entre a Santa Casa de Jales (R$ 3,5 milhões) e o Hospital do Câncer do município (R$ 1,5 milhão). A decisão, do juiz Fernando Antonio de Lima, do Juizado Especial Cível e Criminal de Jales, é fruto do julgamento de um processo por propaganda enganosa de um dos serviços oferecidos pela companhia a uma consumidora, que receberá sozinha R$ 6 mil.

Em nota, o TJ-SP explica que a cliente havia contratado um plano pré-pago para telefone celular, ao custo de R$ 0,25 em cada ligação para outros números da operadora. Segundo relatório de fiscalização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), constatou-se que a empresa se utilizava de interrupções constantes e forçava o consumidor a fazer mais ligações e despender mais tarifas, o que não ocorria quando a chamada era para outra operadora. "Ficou comprovado que algumas ligações duraram apenas 5, 8 e 10 segundos", consta no processo.

O magistrado afirmou em sua decisão que "a publicidade sobre o plano é falsa, induz o consumidor a erro, omite sobre a qualidade e preço do serviço. O consumidor acaba pagando várias tarifas de R$ 0,25, quando quer entabular uma conversa. Em vez de pagar uma só tarifa, é obrigado a refazer, várias vezes, a ligação, e, assim, acaba despendendo o valor de mais de uma tarifa".

Ele ainda ressaltou que os danos morais estão caracterizados, não sendo hipótese, apenas, de prejuízos materiais ao consumidor. "É que o direito à transparência nas relações de consumo não é um direito restrito à simplicidade das teias contratuais. Quando se age sem transparência, engana-se o outro."

O juiz frisou ainda que "a violação não atinge apenas a parte-autora, mas também toda a coletividade". "Nestes tempos de globalização, é comum às grandes corporações econômicas repetir condutas ilícitas que alcançam grupos sociais ou mesmo toda a coletividade", mencionou o juiz em texto do processo.




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quinta-feira, 13 de junho de 2013

OPORTUNIDADES !!!

Cinco opções de negócios para abrir em casa

Com menos de R$ 1 mil dá para começar a trabalhar no seu home office.

 Shutterstock
Tradução técnica

Com o grande número de multinacionais que o Brasil sedia, é considerável também o volume de material a ser traduzido pelas suas filiais. Assim, a tradução técnica, como é chamada quando especializada em algum segmento, ganha volume e requer colaboradores qualificados.

Formada em letras, depois de trabalhar por algum tempo em um escritório de tradução em São Paulo, a tradutora Chrystal Caratta percebeu que poderia tranquilamente transferir todo o serviço para o esquema home office. “Como todo o fluxo do trabalho funcionava on-line, eu precisava cada vez menos ir ao escritório”, conta. Chrystal presta serviço para agências de tradução, que normalmente fazem o primeiro contato com o cliente e usam o serviço de profissionais autônomos para absorver o grande fluxo de trabalho.

Para atuar na área da tradução, ao contrário do que costuma se pensar, não basta conhecer bem outro idioma: é necessário também ter domínio sobre do português. Chrystal reforça a importância de uma cultura geral bem ampla para ser um bom tradutor. “É preciso se informar diariamente sobre os mais diversos assuntos, porque nunca se sabe o tipo de material que vai cair na sua mão para ser traduzido. Quanto maior familiaridade com o jargão de várias áreas o profissional tiver, melhor vai ser o resultado do seu trabalho”, diz.

Além disso, são necessários bons dicionários bilíngues, monolíngues e de língua portuguesa. É imprescindível ainda o domínio de programas de tradução, que agilizam e profissionalizam a atividade. As agências costumam oferecer descontos nas licenças desses programas para seus tradutores colaboradores. Chrystal conta ainda que as agências esperam autonomia e independência do tradutor: após o envio do material, o profissional deve desenvolver o projeto por si, sem ficar ligando para tirar dúvidas ou pedir opinião.

Negócio Tradução de material técnico 
Investimento inicial R$ 3.000 (licença do programa de tradução, dicionários e montagem de um mini-escritório)
Faturamento médio mensal R$ 5.000 
Média mensal de vendas 90.000 palavras 
Preço médio de venda R$ 0,10 a palavra 

A participação da mulher no mercado de trabalho como fato consolidado e, com isso, um incremento na sua renda, faz com que os negócios voltados para o público feminino configurem um nicho bastante promissor. Entre eles, a confecção de bijuterias. Com uma diversidade de apetrechos, materiais e preços, a atividade conquista empreendedores que veem no negócio uma chance de obter uma boa renda trabalhando de casa.

 Shutterstock
Confecção de bijuterias 

A artista plástica Camila Rahal, embora seja daquelas que nunca pensou em trabalhar em empresa, começou no ramo por acaso. Quando ficou grávida e se viu obrigada a trancar provisoriamente a faculdade, para não enlouquecer com tanto tempo livre em casa fazia bijuterias para si mesma, sem a pretensão de vendê-las. Mas bastou as amigas verem as peças para que os pedidos começassem, logo gerando uma rede de clientes. Frente às crescentes encomendas, a artista viu ali uma oportunidade de negócios realista com a sua futura condição de mãe e passou a investir na ideia. “Fazia peças, tirava fotos e enviava para as conhecidas por e-mail. Hoje com as redes sociais, ficou ainda mais fácil atualizar as clientes das minhas criações”, diz. A internet se mostra uma grande aliada nesse segmento já que, além da propaganda on-line gratuita (por blogs, fotologs e redes sociais), é possível se cadastrar em sites de vendas especializados em artesanato, como o Elo7.

Há seis anos no ramo, Camila ressalta a importância da participação em feiras. “Dá visibilidade e aumenta a clientela, que às vezes não pode comprar naquela hora, mas entra em contato depois”, comenta. Para esses eventos, ela ressalta que possuir uma máquina de cartão de crédito e débito é imprescindível. Outra frente de negócio, além das feiras e da internet, são as lojas que compram as peças dos artesãos e as revendem.

A artista lembra ainda de órgãos do governo que têm como objetivo auxiliar os artesãos, a Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades (SUTACO), que oferece vantagens em impostos e crédito na compra de material.

Negócio Confecção de bijuterias 
Investimento inicial R$ 800 (ferramentas, peças para a montagem das bijuterias, cola, expositores, espelho e montagem de uma mini-oficina) 
Faturamento médio mensal R$ 800 
Média mensal de vendas 15 peças 
Preço médio de venda R$ 65 


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Consultoria de imagem

Em tempos de “imagem é tudo”, a roupa que se veste e a maneira como se porta passam a contar de maneira decisiva em todas as esferas da vida. Com esse novo espírito em vigor, uma profissão antes operada de maneira informal - pela opinião dos amigos - ganha espaço e legitimação no mercado: a consultora de imagem.

Mara Push, que é psicóloga de formação, conta que decidiu se dedicar à consultoria de imagem depois do nascimento dos filhos. “De alguma maneira, não se deixa de ser psicóloga como consultora de imagem, já que é necessário ouvir as pessoas, gostar de se relacionar e entender o que elas querem quando contratam esse serviço”, diz.

Ao contrário do que se costuma pensar, não basta só entender de moda para trabalhar como consultora de imagem: é feito um trabalho minucioso e personalizado, com base nas medidas, nos gostos, história e estilo de vida de cada pessoa. Depois de uma longa entrevista e um questionário sobre as preferências do cliente, as consultoras montam o que chamam de painel de referência, que contém desde cores e tonalidades que combinam com a pessoa até indicações de livros, pintura e arquitetura. Só então, depois de todas essas etapas, o armário do cliente é analisado e recomenda-se a doação de algumas peças, ajustes de outras e compras de roupas novas. Monta-se então alguns looks, como são chamados os visuais com combinações de peças, e tiradas fotos. Se o cliente optar, pode ainda ser feito um dossiê, com imagens de todo esse processo.

Silvia Beraldo, que abriu uma empresa do ramo com a sócia Alice Ciampolini há três anos, trabalhou no esquema home office desde o começo. Apenas agora, com uma cartela de clientes mais considerável, abriu um escritório. Ainda assim, as duas trabalham muito de casa. “O escritório tem uma função de profissionalizar mais as reuniões, mas passamos mais tempo trabalhando em casa, na residência dos clientes ou em lojas”, conta Silvia.

Tanto Silvia como Mara ressaltam que, nesse ramo, o negócio cresce mesmo é com a indicação. Mas Mara, quando começou, não teve dúvidas: mandou um e-mail para a toda rede de contatos avisando que passaria a se dedicar à consultoria de imagem.

Para quem quer começar nesse ramo, Silvia recomenda fazer um bom curso especializado. Como o público que requisita esses serviços possui, geralmente, uma renda mais elevada, cursos no exterior também são valorizados. “Quanto mais referência, melhor”, aconselha a consultora. Outra dica é ser membro da Associação Internacional de Consultoria de Imagem (AICI), que demonstra um diferencial de profissionalização na área, além de oferecer palestras e proporcionar encontros periódicos com outros profissionais da área.

Mara atua ainda em outra frente de negócios: a parceria com lojas e empresas. “Há empresas que contratam o consultor para readequar o uniforme de seus funcionários e também para vesti-los para um evento especial, como uma premiação”, conta Mara. Para as lojas de roupa ela oferece o serviço de palestras e consultoria, tanto para funcionários como para clientes. 

Negócio Consultoria de imagem 
Investimento inicial De R$ 2.500 a R$ 10.000 (curso especializado em consultoria de imagem) 
Faturamento médio mensal R$ 1.800 
Média mensal de vendas 1 trabalho 
Preço médio de venda R$ 2.000 

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